Mari volta. Unilever dispara e aumenta favoritismo na Superliga?



Depois de cinco meses afastada das quadras para recuperar-se da ruptura total do ligamento cruzado anterior do joelho direito, a ponta Mari pode voltar a disputar uma partida oficial nesta quinta-feira, contra a Usiminas/Minas,  às 19h45, no ginásio do Maracanãzinho. Logicamente, não para disputar uma partida completa.

Neste período, Mari viu pela TV a Seleção Brasileira perder o Campeonato Mundial para a Rússia (fez muita falta, principalmente pela força de ataque na final) e de camarote acompanhou o time do Rio de Janeiro na liderança da Superliga. Na competição nacional, a Unilever passou de forma invicta pelo turno, mas sofreu um inesperado tropeço diante do Macaé, na abertura do returno. Já se recuperou com duas vitórias na sequência. Fica a pergunta: com Mari de volta, até onde o time pode chegar?

Em tese, Mari, com o decorrer dos jogos, vai entrar no lugar de Suelle, uma jogadora muito regular, que tem no volume de jogo sua principal característica. Já a selecionável tem muito mais força ofensiva e no bloqueio. Neste início, Mari deve sofrer um pouco com o passe, que sempre foi sua principal deficiência, deixando a responsabildade maior para Fabi e Regiane. Vai compensar com a categoria e experiência. Dani Lins, certamente, ganhará uma opção para desafogar a oposto Sheilla nas bolas de segurança.

– Ainda estou longe de minha condição ideal, mas acho que já posso ajudar o time em algumas situações de jogo. O mais difícil nesse período de recuperação foi controlar a ansiedade, ter paciência para cumprir todas as etapas e voltar no momento certo, evitando riscos desnecessários.

Com Mari, a Unilever é a maior favorita ao título da Superliga? Quero a opinião de vocês.



  • Eric Facchin

    Daniel,
    Eis o grande problema…na minha opinião, em uma provável final em Unilever e Sollys, o que irá decidir a parada…será o saque e consequentemente o passe. Na última edição da Superliga tivemos uma Natália inspiradíssima, mas o passe do Sollys saiu na mão ao contrário da Unilever e aí já sabemos o final da história.
    O Unilever caminha com toda “pôse” para levar essa Superliga, ainda mais com o retorno da Mari mas o Sollys é uma equipe fortíssima e quando o saque entra, o bloqueio faz toda diferença.
    Se bem que não vou descartar surpresas, a tal da Cubana do Minas tá voando baixo e o Pinheiros é uma incógnita, quando acho que vai engrenar…começa a cair pelas tabelas.
    E o Volei Futuro, vai ficar para o próximo ano.

    Abraço,

  • GELBER

    JOGOS ACESSIVEIS PARA JONATAS MAGALHAES, CADEIRANTE MARCOS SANTOS

  • Jairo Pralon

    Daniel,
    O time do Unilever em relação ao ano anterior está em reformulação, mas já mostra que pode chegar. Realmente, na final do ano passado o diferencial foi a Natália e a deficiência da recepção da equipe carioca. E quanto a Mari, não se discute a qualidade técnica dela; o que questiono, é como ela vai chegar numa reta final de Superliga, pois já estamos nos encaminhando pro final e a preparação dela estará aquém do restante da equipe. Desculpando-me antecipadamente, na minha opinião, gostaria que a Suelle fosse mantida, pois essa atleta está numa crescente.

  • Técnicamente não se discute a qualidade de Mari, mas comparo sua volta com a do Paulo Henrique Ganso do Santos, ´para este final de campeonato não adianta forçar, até porque os clubes em suas competições encaixaram substitutos que renderam aos times as primeiras posições, portanto, acredito que devam voltar mais suavemente, sem compromissos de buscarem resultados.

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