Maracãzinho, dia 2: Iluminação rouba a cena



A partida entre Japão x Coreia, abertura do torneio olímpico feminino, desvendou um dos mistérios do vôlei para a Rio-2016: a iluminação.

Apenas a quadra iluminada antes da entrada dos times (Daniel Bortoletto)

Apenas a quadra iluminada antes da entrada dos times (Daniel Bortoletto)

O Maracanãzinho foi equipado com tecnologia e maquinário orçados em US$ 350 mil dólares, aproximadamente R$ 1,2 milhão, para entreter o torcedor antes das partidas e apresentar os times ao melhor estilo NBA. O investimento foi feito pela Federação Internacional, que pretende inaugurar um novo modelo para as grandes competições de vôlei.

Antes da entrada das equipes, a iluminação das cadeiras do ginásio é apagada, ficando apenas em destaque a parte da quadra. No piso, projeções são feitas, com as bandeiras dos países. Na sequência os times são anunciados, um de cada vez, se colocando na linha de fundo, para novas projeções acontecerem na quadra.

Bandeiras no piso e time em quadra (Daniel Bortoletto)

Bandeiras no piso e time em quadra (Daniel Bortoletto)

Torcedores presentes no primeiro jogo do torneio olímpico aprovaram a atração.

– Nunca vi nada parecido. Fiquei surpresa e até emocionada – disse Valéria dos Santos, que saiu de São Paulo para acompanhar a Rio-2016 e disse estar acostumada a ver jogos pela TV.

Já o som segue a linha do Circuito Mundial de vôlei de praia, com um comentário feito após cada ponto (inglês ou português) e a introdução de uma pequena música antes de o saque acontecer. Em vários momentos o narrador tenta contagiar o público, convocando-a a participar com gritos ou aplausos.

 



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