Manila, Betim, Taubaté, Holyoke…



A volta ao mundo em um único post começa na Ásia, passa pelo Sudeste brasileiro e segue para os Estados Unidos.

No Mundial feminino, em Manila, nas Filipinas, o Rexona-Sesc vai disputar o quinto lugar contra o Hisamitsu Springs, do Japão. Nesta madrugada, o time de Bernardinho passou pelo Bangkok Glass, da Tailândia, por 3 a 0, parciais de 25-19, 25-15 e 25-20. A facilidade permitiu que o treinador colocasse as reservas em quadra na reta final do encontro. Monique, com 13 pontos, liderou o time brasileiro.

Já na “final antecipada do torneio”, o Eczacibasi derrotou o Vakifbank por 3 a 1 (25-23, 19-25, 25-17 e 25-23)  e está na decisão. A oposto Sérvia Boskovic, com 22 pontos, liderou o time na pontuação. Chamam a atenção também os 10 pontos da compatriota Ognjesovic: a levantadora marcou dez vezes (cinco no ataque, um no bloqueio e quatro no saque). Thaisa terminou o clássico turco com 12. Pelo Vakifbank, Ting Zhu marcou 23 vezes. E uma coisa merece ser destacada desde a chegada da chinesa: Sloetjes, a então referência do time no ataque, caiu muito de rendimento.

Voando para o Brasil, as semifinais do Mundial masculino foram definidas nesta sexta: Sada/Cruzeiro x Bolívar (18h) e Zenit Kazan/Trentino (15h). Está com cara de bis da decisão do ano passado entre brasileiros e russos. Mas não acredito em semifinais fáceis para ambos.

Já em Taubaté, o Funvic derrotou o Sesi por 4 a 1 (3 a 1 na segunda partida e venceu o golden set) para ficar com o tricampeonato paulista. Incrível como a história vem se repetindo no principal estadual do Brasil: mesmos times e mesmos desfechos nos últimos anos. Esse playoff e o momento do Sada me levam a crer que teremos a mais equilibrado Superliga masculina da década. As três equipes estão fortalecidas para a temporada que está prestes a começar.

Por fim, última parada nos Estados Unidos, onde Emanuel entra hoje para o Hall da Fama do vôlei mundial. Muito merecido pelo que fez como atleta e agora pela carreira como dirigente que vem trilhando fora dela. Emanuel é um dos mais preparados ex-atletas brasileiros para ajudar na difícil missão de cuidar de gerir o nosso esporte.



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