Mais um treino de luxo do Brasil no Mundial



Sem sustos, a Seleção Brasileira masculina confirmou o favoritismo e derrotou a China, nesta quinta-feira, por 3 sets a 0, parciais de 25-14, 25-23 e 25-18, em Katowice (POL). O óbvio resultado já permite que os atuais tricampeões avancem para a terceira fase do Campeonato Mundial até mesmo perdendo os outros dois jogos que terão nesta etapa.

Lucarelli soltando o braço no saque (FIVB/Divulgação)

Lucarelli soltando o braço no saque (FIVB/Divulgação)

A quase certa classificação verde-amarela apenas reforça a disparidade das forças do Grupo F(raco, como já andei lendo pela internet), bem diferente do Grupo E(quilibrado). Brasil e Rússia estão três degraus, no mínimo, acima dos demais adversários e estão cumprindo a obrigação de passar por cima de todos. E terão o confronto direto, no domingo, provavelmente para definição de quem sairá na primeira posição. Aí sim será uma ótima oportunidade para ver como estão dois dos principais candidatos ao título.

Neste aquecimento para enfrentar Muserskiy & Cia, o  duelo com os chineses não repetiu a dificuldade que o Brasil teve com outro representante da escola asiática na competição: a Coreia, vencida apenas no tie-break. Desta vez com força máxima e com um saque que fez estragos na recepção, a Seleção abusou a diferença física e de estatura entre os jogadores para abrir vantagem desde o início do primeiro set. Com o passe na mão, Bruninho usou bastante a bola com os centrais Sidão e Lucão. Lucarelli fechou a parcial com um saque que explodiu no peito de Zhong.

Chupita sai de quadra após contusão (FIVB/Divulgação)

Chupita sai de quadra após contusão (FIVB/Divulgação)

No segundo set, a China conseguiu manter o placar mais equilibrado. O Brasil, mesmo não sendo tão eficiente no saque, se manteve à frente, mas a diferença nunca passou de três pontos. A notícia preocupante foi a luxação no dedo mindinho da mão esquerda de Chupita. Ele, que havia acabado de substituir Murilo, machucou o dedo ao dividir uma bola com o bloqueio chinês. Mas ele voltou à quadra no terceiro set, mostrando que o susto foi maior do que a gravidade da contusão. Mesmo errando mais do que o normal no ataque, a Seleção fechou  em 25 a 23.

A tendência do set anterior não foi mantida no terceiro. O Brasil rapidamente abriu uma grande frente (seis pontos), graças ao bloqueio, outro fundamento que havia caído de produção, e ao saque, que voltou a entrar. E daí em diante foi uma questão de administrar para fechar o jogo.

Neste sábado, o time de Bernardinho terá pela frente o Canadá, que briga com a Alemanha pela terceira e última vaga do grupo para a próxima fase. Espero um jogo bem mais equilibrado, já que os canadenses possuem um potencial ofensivo bem maior, principalmente com o oposto Gavin Schmitt. Fred Winters, ponta que vai defender o Sada/Cruzeiro na próxima Superliga, é outro que estará em quadra.



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