Líder virtual e o real na Superliga masculina



Pessoal, me desculpem pelo sumiço. Reta final de Campeonato Brasileiro de futebol, com grandes de três estados na disputa, e a série de escândalos envolvendo Ricardo Teixeira me fizeram dedicar mais tempo no LANCE! ao futebol.

De cara, um problema que destaquei em minha coluna Saque, no Diário L!, há algumas semanas. Com as rodadas quebradas, fica difícil saber as reais posições na classificação, já que cada time tem um número diferente de partidas disputadas na Superliga masculina.

O BMG/Montes Claros, por exemplo, aproveitou uma série inicial menos complicada e emendou seis vitórias consecutivas e está na liderança. Mas é virtual.

O Sesi, outro invicto, pegou adversários mais fortes e ainda assim segue com 100% de aproveitamento. Derrotar  Sada/Cruzeiro, Vivo/Minas, Cimed só prova a força do elenco comandado por Giovane Gávio.

Os demais favoritos ao título já perderam jogos. O mais surpreendente foi o Vôlei Futuro cair diante do Fátima/Medquímica/Sogipa, de Jorginho Schmidt.

PS – Depois da publicação desta post, ainda na quinta-feira, o Sesi faturou a quinta vitória, sobre o Volta Redonda. E o Vôlei Futuro derrubou a invencibilidade dos mineiros.



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