Lesão, expulsão, reclamação, reação: um intenso Minas 1 x 3 Sesc



Teve de tudo no esperado duelo entre Camponesa/Minas e Sesc, neste domingo, em Belo Horizonte. No fim, o time carioca manteve a invencibilidade e a vice-liderança da Superliga feminina após novo rodadas com triunfo por 3 sets a 1, parciais de 15-25, 25-23, 25-19 e 25-22.

Pela ordem do título deste post, vamos ao passo a passo:

Peña encara o block do Minas (Divulgação)

Lesão: a central Mayhara sentiu uma lesão muscular nos primeiros pontos da partidas. Errou um ataque e no ponto seguinte não conseguiu subir para atacar. Foi substituída por Vivian, que terminou como uma das destaques do Sesc, marcando 9 pontos, 3 deles no bloqueio. De quebra faturou o Troféu VivaVôlei Cimed. A boa notícia sobre o tema “lesão” foi a presença da ponta Gabi no banco de reservas, pela primeira vez após fazer uma cirurgia no joelho. Um reforço e tanto para Bernardinho na segunda metade da Superliga.

Expulsão e reclamação: Drussyla, um dos grandes nomes nesta temporada de reconstrução do Sesc, era claramente um dos alvos do saque do Minas no início do duelo. Estava menos eficiente do que de costume, algo que aparentemente interferia também no aproveitamento no ataque. E é preciso emendar o segundo tema para terminar de explicar o primeiro. Após algumas marcações contestáveis da arbitragem contra as cariocas, Drussyla explodiu. Contestou a juíza principal e acabou expulsa do set. O nervosismo a fez inclusive a chorar, obrigando Bernardinho, que já havia reclamado demais da arbitragem, entrar em quadra para retirar a jogadora, nitidamente inconformada com a decisão. Acabou substituída por Kasiely e viu do banco a virada do Sesc.

Reação: O Minas, com Hooker e Carol Gattaz no time titular, começou tão bem o jogo que era difícil crer que o adversário era o campeoníssimo Sesc. Saque funcionando, virada de bola quase impecável, defesa aparecendo. A torcida da casa talvez tenha visto o melhor set da equipe na temporada. Mas, aos poucos, as visitantes foram equilibrando as ações. A dominicana Peña virou bolas importantes na base da força (18 pontos no total), Monique explorava o bloqueio mineiro com inteligência (15 pontos), Fabi defendia bolas que viravam pontos nos contra-ataques… E assim a virada foi construída. Achei que faltou inteligência para o Minas em certos momentos, com as atacantes encarando o bloqueio na base da pancada. Já do outro lado sobrou consciência do que era preciso fazer.

Na classificação, o Sesc segue colado no líder Dentil/Praia Clube: 27 a 26. O Minas ficou com 15, em quinto lugar, três atrás de Vôlei Nestlé e Hinode/Barueri.

 



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