Larson volta ao time americano na etapa brasileira do GP



A seleção dos Estados Unidos terá uma novidade para a etapa de São Paulo do Grand Prix, neste fim de semana.

A ponta Jordan Larson, que não participou da etapa anterior, foi incluída no grupo pelo técnico Karch Kiraly. Ela substituirá Kristin Hildelbrand, que na temporada passada defendeu o já extinto Vôlei Amil.

Larson havia se machucado durante a série de amistosos contra o Brasil, semanas antes do GP.

Kiraly terá uma peça muito interessante para montar o time para duelar com brasileiras, russas e coreanas.

 



  • Rodrigo Coimbra

    Agora sim veremos como a seleção brasileira se portará diante dos maiores rivais do vôlei feminino, e de aperitivo Fabiana e cia vão enfrentar nada mais nada menos que a melhor jogadora do mundo (ao lado da Gamova, mas convenhamos a russa tem mais de 2M).
    Esse final de semana vai servir para Sheilla provar sua titularidade e calar a boca de muitos ou comprovar o que muitos falam, largar o osso (apesar de eu ainda acreditar na oposto), a Fernanda Garay com certeza não terá vida fácil, já que hj é a bola de segurança quando o passe não sai (e isso que provavelmente acontecerá, saques curtos ou forçados para tirar as “torres gêmeas” da jogada) ou a Sheilla sai da zona de conforto ou então boa sorte Garay e que a Tandara esteja preparada para a oportunidade, serão jogos de definição…

  • Juliano

    Excelente notícia. Adoro a Larson. Acho que faz toda a diferença nos EUA. O time precisa dela.

    Só achei estranho colocá-la no lugar da Kristin. Quem deveria sair era aquela péssima Hill.

    Vai ser interessante enfrentar Larson e Robinson. Para mim, são as ponteiras ideais para o time. Robinson lembra muito a Logon Tom. Possui um jeito parecido de jogar. Incrível como conseguiram uma jogadora que até as olimpíadas estará voando, lembrando os bons tempos da Tom.

    Harmotto estava tão bem em Montreux. Não entendi ainda por que não foi chamada. Acredito que volta no Mundial.

    Mesmo assim, não estou entendo as derrotas das americanas. Este pane inicial está parecendo o nosso nas olimpíadas. O elenco não é igual ao das olimpíadas, mas tem sim sua qualidade, principalmente no saque, poderosíssima arma.

    Vamos ver como vai desenrolar. O jogo de sexta será o termômetro, para avaliarmos se o time voltou a jogar ou vai continuar nesta ladeira abaixo.

    • Pedro

      A Harmotto casou recentemente, ganhou uma folguinha da seleção, quanto a Hill ou Kristin, acho melhor apostar na primeira que tem mais a evoluir, mas a Kristin entraria fácil no lugar da Lichtman, que funciona mais como um coringa para entrar para sacar e fazer o fundo de quadra.

  • Edu

    Larson é um dos pilares, senão o principal, da estrategia montada pelo Kirally.A contusão foi na ultima partida da excursão aos EUA.Numa partida no Havai.Foi um choque ocasional na rede com a Sheilla ao descer de uma impulsão e deslizar no pé da brasileira.Torcendo o tornozelo na queda. Brasil vencia por dois sets a um.Os EUA empataram e depois venceram o tie brake.Foi uma partida estranha e bastante atípica em que o ZRG colocou em certos momentos a Fabíola para fazer o fundo(no lugar da ausente Jaque) e a Tiemi como levantadora, nas inversões, no mesmo sexteto.

  • Bernardo

    Até hoje não me esqueço do entra e sai das ponteiras americanas na final de Londres, e a Larson com uma cara de espanto com aqueles olhos (do Sid da era do gelo esbugalhados) pq não conseguia acertar o passe.
    Não entendo como a capitã americana fica de fora do time e o técnico prefere levar a Lichtman.

  • powhitchys

    É isso aí Brasil, Dani, Sheilla, Jaque, Garay, Thaísa, Fabiana e Brait, é hora de mostrar quem vocês são!!! Não posso perder!!!!

  • Rodrigo

    Daniel mudando de assunto eu acabei de ler no site volleyball.it uma entrevista do levantador trácica sobre o mundial de clubes falando horrores da organização ex distância uma hora de deslocamento, alimentação, infraestrutura como ginásio com chuveiro frio vazio local de treinamento pessoa q não falam inglês. Agora eu te pergunto será q vale apena algum time brasileiro organizar uma competição sem ter condição mínima e passar essa vergonha, onde na realidade só tem duas equipes fortes só pra dizer q foi campeão mundial, quando anunciaram o mineirinho 23mil lugares todo largado sem manutenção é só pra rir eu gostaria muito da sua opinião.

  • Rodrigo

    Daniel mudando de assunto eu acabei de ler no site volleyball.it uma entrevista do levantador trácica sobre o mundial de clubes falando horrores da organização ex distância uma hora de deslocamento, alimentação, infraestrutura como ginásio com chuveiro frio vazio local de treinamento pessoa q não falam inglês. Agora eu te pergunto será q vale apena algum time brasileiro organizar uma competição sem ter condição mínima e passar essa vergonha, onde na realidade só tem duas equipes fortes só pra dizer q foi campeão mundial, quando anunciaram o mineirinho 23mil lugares todo largado sem manutenção é só pra rir eu gostaria muito da sua opinião. Obrigado

    • Edu

      Dava para perceber pela transmissão na ESPN +um clima bem tétrico num Mineirinho escuro, imenso e quase solenemente vazio e com problemas evidentes de manutenção.Por mais que se tenha boa intenção por parte do dono do Sada em promover o torneio a realização em si, a distância, foi bem precária.A própria imagem das crianças da rede municipal de BH levadas para fazer número aos assentos vazios evidenciava essa situação.Bocejavam cansadas,repletas de tédio e desinteressadas daquilo que estava a sua frente.

  • Caco

    A seleção americana terá de correr atrás, caso não queira ficar de fora das finais. Sou mais Brasil, mas acho que a Larson dará um salto de qualidade para os Estados Unidos que jogou muito mal na primeira semana.

  • muito importante a jogadora larson dos estados unidos ela e espetacular

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