Kosheleva joga muito e coloca Rússia nas finais do GP



A Rússia é a última seleção classificada para as finais do Grand Prix. A vaga foi carimbada com a vitória por 3 a 0 sobre a Alemanha, com parciais apertadas de 26-24, 27-25 e 26-24.

Kosheleva em entrevista pós-jogo (FIVB/Divulgação)

Kosheleva em entrevista pós-jogo (FIVB/Divulgação)

O resultado eliminou os Estados Unidos, que torciam para que as russas vencessem apenas no tie-break.

Pelo título, as russas duelarão em Tóquio com Brasil, China, Turquia, Bélgica e Japão.

Para seguir viva na competição, após uma péssima impressão deixada na etapa de São Paulo, a Rússia deve muito à ponta Kosheleva. Ela marcou um set inteiro e mais um pontinho de brinde (19 no ataque, seis no bloqueio e um no saque), liderando com a folga a disputa entre as maiores anotadoras. Malykh colaborou com 12. Pelo lado alemão, pontuação dividida entre Kozuch (13), Brinker (12) e Furst (12).

 



  • filhodedavid

    Boa Tarde Daniel, a moça da foto ao lado de Kosheleva é a ex-jogadora e levantadora Tatiana Gratcheva da seleção Russa? Excepcional levantadora de uma beleza formidável.

    • Daniel Bortoletto

      tive a mesma impressão. Mas como a FIVB não creditou, não quis arriscar

    • Luiz Rodrigues

      Não, a que você se refere é uma levantadora que já não joga há tempos pela seleção russa e que é muito bonita.

  • Luiz

    Boa noticia, mas não adianta, a Rússia só vai vencer a seleção Brasileira em 2016, na final, no Maracanãzinho. Até lá serão muitas derrotas.

    • Tereza

      E quem disse que a Russia chegara a final no Rio 2016 no vôlei nem no feminino nem no masculino aqui eles serão mandados para casa antes das finais rsrsrsr

      • Thiago

        Kosheleva é uma ilha de excelência nesse time renovado da seleção russa. Carrega, claramente, o grupo nas costas. Brasil é muito mais time, possui um conjunto bem entrosado e vem sabendo atuar sob pressão. Não é mais mistério nem motivo de preocupação exagerada encarar a Rússia, com ou sem Gamova!

        Só tem uma coisa…em 2016 quem vai vencer a seleção brasileira, ao que tudo indica, será os EUA. Esse sim já está se tornando um adversário á altura e, mesmo tendo realizado um Grand Prix bem abaixo das expectativas, tal fato não é motivo para ilusão, pois já demonstra que é um grupo ambicioso e que vem construindo um rico arsenal para o setor ofensivo através do infindável número de jogadoras e uma comissão técnica competente. Fato! Para eles, Rio 2016 é o objetivo mor. O projeto para essa conquista já está a pleno vapor. 2008 e 2012 não interessam. Já é passado. Ficou a lição do que está faltando.

        Não é atoa que as finais do Grand Prix de 2015 será em solo americano e que pretende-se instaurar por lá uma liga profissional de vôlei até meados de 2018. Planejamento, se arriscar com peças pouco conhecidas, experimentando o novo sem se prender ao que não deu certo, porém sempre mantendo o foco, é o que eles fazem.

        Os brasileiros tem de ter visão objetiva e enxergar quem de fato será, provavelmente, seu maior oponente na modalidade que mais vem trazendo bons resultados para o Brasil. Saber o que é prioritário e tomar conhecimento de formas alternativas de trabalho no cenário esportivo, mesmo em relação ao voleibol, onde o Brasil vem segurando a ponta no feminino, em vez de se apegar à uma rivalidade já desgastada e patética com as russas, não mais fundamentada no jogo em si, mas em diferenças de comportamento e personalidade das atletas.

        Brasil x Rússia há muito é o combate de quem afronta mais, provoca mais, olha com cara mais feia e por ai vai. Se joga pra saber qual dos dois vai ter o privilégio de olhar pro outro de cima. Tem espaço para o voleibol, mas não deixa de ser o jogo do deboche.

        Já Brasil x EUA é um confronto estratégico, puro jogo de xadrez. Interessa mais explorar os pontos fracos um do outro e tentar vencer por ali. Trava-se uma verdadeira guerra psicológica. Se joga pra saber quem conciliou melhor a técnica e a tática com a arte do esporte, a emoção!

  • Luiz

    Eu me equivoquei. Sou uma besta quadrada. É a Síndrome de Capacho que me afeta de vez em quando. A Rússia vai levar uma surra na fase final do GP, outra no mundial e outra na Olimpíada do Rio. Muitos tocos nas esqueléticas.

    • Márcia

      rsrsrs É, tem muito brasileiro que sofre dessa síndrome. A mídia tem muita culpa nisso. Vai ser assim mesmo. Vão levar uma cacetada do Brasil!

    • Luiz

      Não, querida, você não é uma besta quadrada, só é irrelevante mesmo. Se fosse inteligente me ofenderia usando seu próprio nome e não o meu. Deveria aprender a causar, mas não tem talento pra isso. Beijo, querida, o poste é logo ai, continue sempre indo em frente… SMACK!

  • Luiz Rodrigues

    Joga muito a Koshleeva, o problema é que a Rússia esconde o jogo, quem acha que o Brasil vai ganhar fácil delas no Mundial, cuidado! Elas terão o reforço da Gamova, Sokolova e Borodakova (central), porém, elas terão uma pedreira no grupo pois enfrentam as americanas antes.
    Nesse Grand Prix porém, acho que o Brasil leva e bem o 1º lugar.

    • klaus

      A central será a Morozova. Borodakova nem titular é mais no Dínamo Kazan.Perdeu a vaga para a Markova.Aliás, essa Borodakova é uma das piores centrais que vi jogar.

    • Iuri

      No dia que a gente for temer a Borodakova, pode mandar fechar nosso voleibol. Uma das piores e mais limitadas jogadoras de meio q eu ja tive o desprazer de ver jogar.

  • Samuel

    A seleção alemã é muito inconstante. Apesar dos 3×0, foram todos muito apertados. O que falta nessa seleção, é uma outra ponteira. Brinker é ótima, mas não resolve com a Kozuch e Furst. Uma Mari nessa seleção, seria uma solução!

  • Juliano

    É uma Natália russa. Tem dia que joga muito e tem dia que joga nada.

    E uma coisa é certa, assim como a Natália, estando no dia ou não, sempre quina algum momento no passe.

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