Jovens jogadores do Minas comemoram chance na Seleção



Dez jovens jogadores iniciarão, neste domingo, em Saquarema, os trabalhos da Seleção masculina no Centro de Treinamento da CBV.

A possibilidade de estar com os melhores do país anima os jovens. A maior chance é que eles defendam o Brasil na Copa Pan-Americana, competição normalmente utilizada para a observação de apostas para o futuro.

O oposto Felipe Roque é um deles. Aos 20 anos e após duas temporadas no Minas, ele vê evolução em seu jogo.

– A temporada me trouxe mais cabeça para lidar com situações difíceis porque era a segunda Superliga minha, então não tinha mais aquela coisa de estreia, por isso, eu tinha que mostrar resultados. Acho que essa edição me ajudou muito – disse Roque.

Com passagem pelas Seleções Brasileiras de base, viu o convite de Renan Dal Zotto como uma oportunidade única:

Felipe Roque tenta vencer o block cruzeirense de Leal e Simon (Renato Araújo/Sada Cruzeiro)

– Eu acho que tem uma diferença muito grande em ser convocado para a equipe da base e ter esse convite para a Seleção adulta. Na base não tem aquela responsabilidade e cobrança como na Seleção adulta. Este convite é diferencial, eu posso ser convocado ainda para a categoria sub-23 e estou tendo a oportunidade de ser convidado direto para a adulta. Eu não esperava, mas vou encarar esta oportunidade de ouro.

Companheiro de Felipe Roque, o ponta Henrique Honorato foi uma das principais revelações da atual Superliga. Ganhou espaço no time comandado por Nery Tambeiro durante a competição e demonstrou muito potencial.

– Essa temporada foi bastante importante para o meu amadurecimento como atleta. Eu estar em quadra jogando é bem diferente até de estar no banco de reserva, acho que a atmosfera é bem diferente e eu sinto que evolui e amadureci alguns anos na minha carreira. Isso tudo é fruto de muito trabalho, comprometimento e determinação. Claro que o time contribuiu muito para isso também, o Marlon conseguiu tirar o melhor de mim, o Bob, ponteiro também, aprendi muito com ele, principalmente – disse o ponta.

– A confiança melhora demais, por exemplo: a pessoa entra pouco ali, e quando precisa sacar ou bloquear fica com receio de ‘nossa será que vai dar certo?’ e poder ter essa regularidade no jogo, dá mais confiança. Eu não esperava este convite para os treinamentos da seleção adulta, vou concorrer com campeões olímpicos e é meio difícil, mas está em aberto. Vou chegar e dar o meu melhor sem dúvidas, assim como fiz no Minas – completou Honorato.

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