Jogo sem torcida, clássico empolgante em Minas e vitória de favoritos. A sexta da Superliga



A Superliga feminina teve uma sexta-feira animada.

A começar pelo jogo que ninguém viu, uma novidade desta edição da competição. Com o Ginásio do Tijuca sem dois laudos obrigatórios para receber torcedores, o campeão Rexona-Ades jogou com portões fechados e fez 3 a 0 no São José.

Não me perguntem como foi o jogo, por favor. Vamos apenas lamentar a principal competição de vôlei do país ter chegado a este ponto, justamente na cidade que será sede da Olimpíada, daqui um ano e meio. Este assunto será tema da minha coluna Saque de amanhã, no LANCE!. Assim deixarei a análise para publicar aqui no blog no domingão. Mas vocês já podem seguir comentando o assunto.

No jogo da TV ontem, uma agradável surpresa. O clássico mineiro entre Dentil/Praia Clube e Camponesa/Minas foi de tirar o fôlego, com o tie-break mudando de mãos várias vezes. Admito que não esperava que o Minas demonstrasse tanta resistência diante de um dos favoritos ao título, principalmente por ter contratado duas das titulares há pouco tempo: a levantadora Camila Torquette e a ponta Mari Paraíba. Por mais que ainda exista falta de entrosamento, o time de Marco Queiroga se superou e esteve muito perto de vencer. Perdeu pois do outro lado Tandara e Ramirez desequilibraram no ataque mesmo quando o passe não saiu e o levantamento de Karine ou Ju Carrijo não foi perfeito. Para incomodar os demais grandes da competição, a equipe de Ricardo Picinin precisa melhorar bastante a linha de passe, para que o meio, que não é tão matador quanto o de Molico/Osasco, Rexona-Ades e Sesi se transforme em opção. Caso contrário, vai contar com as bolas de segurança com Tandara e Ramirez sempre. E pode ser muito pouco para pensar em título. Para encerrar, mais uma vez um jogo terminou com erro da arbitragem. O ataque “errado” de Carla que deu vitória ao Praia bateu no bloqueio de Naty Martins. A arbitragem não viu e o bom jogo terminou em um erro.

Nos demais jogos da rodada, a lógica prevaleceu. O Molico fez 3 a 0 no Equibrasil/Rio do Sul, mesmo placar de Sesi x Maranhão/Cemar e Pinheiros x Uniara. No Sesi, parece que definitivamente Carol Albuquerque assumiu a posição que era de Claudinha. Em um outro post, vou colocar frases distribuídas pela assessoria do Molico sobre a disputa de posição entre Samara e Mari, outro assunto importante deste início de temporada. No Pinheiros, Rosamaria continua sendo o destaque neste bom time comandado por Wagão.



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