Invencibilidade que cai na hora errada



A Seleção Brasileira juvenil feminina ficou no quase.

Depois de fazer campanha perfeita até a final, o time comandado por Luizomar de Moura perdeu a invencibilidade na final contra a Itália, neste domingo, em Lima.

Depois de fazer 1 a 0, o Brasil viu a doída virada da Azzurra. O jogo terminou com parciais de 21-25, 25-13, 25-20, 25-22.

Vi pela internet apenas o quarto set. Quem viu os demais, me corrija. Mas vi a Seleção Brasileira pecar demais no passe, demonstrando uma certa intranquilidade que pune em jogos decisivos. As jogadas de ataque ficaram previsíveis, com as jogadoras de bolas de segurança do Brasil sendo menos eficientes do que as da Itália, principalmente Diouf e Bosetti.

Pela campanha até então, o vice é bem amargo.



  • Raffael

    Eu assisti o jogo pela net, e vi que a libero do Brasil é bem fraquinha, tanto no passe quanto na defesa, alem de estar sempre mal posicionada.Ja imaginava isso, ja que a menina é ponteira e foi improvisada como libero, o que me deixa um pouco preocupado, ja que isso me faz pensar que não temos sequer uma libero de nivel mediano na categoria e precisou deslocar uma ponteira pra posição. Achei a distribuição da Priscila tambem muito previsivel. Ta certo que o passe nao estava na mão, mas quando chegava, ela não utilizava da Ana Beatriz, que vinha sendo o destaque brasileiro na competição ao lado da pequenina e muito talentosa Gabi, mas minha analise final é positiva, pois chegar a final num mundial de base mostra que o Brasil ainda continua formando varias atletas e garantindo o futuro da modalidade.

  • Afonso (RJ)

    A impressão que me deu foi que enquanto outros times como principalmente Estados Unidos e Itália evoluíram durante a competição, o jogo do Brasil foi piorando conforme aumentava a responsabilidade. Ontem, nas semifinais, a Itália simplesmente atropelou a China enquanto o Brasil fez um jogo dramático contra as americanas. Hoje, na disputa pelo terceiro lugar, as chinesas venceram as americanas com relativa facilidade.
    Acho sinceramente que a responsabilidade pesou, mas não foi só isso.

    Pontos a ponderar nesse mundial:

    1 – A organização foi anos-luz melhor que o Pan do México. Ginásios razoáveis com público razoável. O maior senão, foram as goteiras do teto do ginásio que interromperam o jogo do Brasil com EUA.

    2 – As transmissões geradas pela TV peruana foram ótimas. Poderiam ser um pouco melhores com posicionamento de câmeras na linha de fundo para elucidar bolas duvidosas. Os locutores torciam descaradamente para o Peru, e muitas vezes contra o Brasil, mas acho que isso faz parte. Quanto a comentários, foram praticamente inexistentes.

    3 – As transmissões com geração pela FIVB deixaram muito a desejar. Uma só câmera fixa no fundo da quadra, sem nenhum tipo de placar, mesmo que esporádico. Era praticamente impossível assistir.

    4 – Países com certa tradição em volei, como Alemanha, Japão, Polônia, Cuba e principalmente Rússia, não fizeram boa campanha. Preocupante a posição da Rússia, que chegou atrás de Bélgica, Peru, Rep. Dominicana, e acabou ficando com o nono lugar depois de disputa acirrada com a Polônia. E cadê a Holanda?

    5 – A tendência cada vez maior de prevalecer a força no ataque sobre o esquema defensivo. As equipes asiáticas, que sempre basearam sua força numa defesa eficiente, estão tendo cada vez menos espaço. Aparentemente, a possibilidade da defesa está em ter jogadoras altas com bom posicionamento de bloqueio. Em suma: defender uma bola amortecida no bloqueio ou uma largadinha é possível, mas um ataque potente está cada dia que passa mais indefensável. É bom lembrar, por exemplo que a Itália tem a única jogadora do torneio com mais de 2 metros (Diouf).

    6 – O Brasil tem boas jogadoras. É muito complicado fazer previsões sobre jogadoras tão jovens. Gostei da Stephany, da Samara e da Thaís (líbero), mas precisam evoluir. A Gabi é uma jogadora forte, habilidosa, mas lhe falta altura. As duas meio de rede Marjorie e Bia são excelentes jogadoras, mas não sei se no futuro conseguem atingir o patamar de uma Thaísa ou Fabizona. Tomara que sim, pelo menos uma delas. E a nossa levantadora se saiu bem, mas essa posição depende de muita experiência e seria injusto e até impossível fazer previsões. No todo, apesar do time ser bom e ter algumas promessas importantes, acho que fica atrás de equipes anteriores.

    • Raffael

      Alguns pontos bem frisado por voce, mas discordo de alguns tambem. Tambem gostei das transmissões, feita por profissionais, ao contrario do amadorismo que foi aquela Copa Panamericana.O locutor torcia pro Peru(fato),mas eles são apaixonados por volei e ter um evento internacional em casa os fez reviver tempos aureos quando eram uma potencia mundial. Na Globo temos que aturar o seu principal narrador quase infartando quando o Brasil do futebol faz um amistoso contra seleções como Andorra, Ilhas virgens ou coisa do tipo, entçao os peruanos tem credito nisso né..rsrsrs. Os comentarios tambem foram quase que inesistentes, mas nossos comentarias aqui tambem deixam bastante a desejar, então vamos dar um credito pra TV peruana.
      Achei o nivel da competição boa tambem, e só o fato de a campeã de 2009( Alemanha) sequer ter conseguido se classificar pro campeonato ja mostra que o nivel esta bem elevado, sem falar no fato terem atletas que disputam varias ligas importantes no mundo disputando o torneio só engrandece o evento.
      Quanto ao comparativo força e sistema defencido, a categoria infanto e juvenil quase que raramente apresenta times com forte esquema defencivo, ja que são atletas jovens, de grande poder de explosão e força fisica( hoje em dia elas malham demais ), e defesa, esquema defencivo e passe só se adquire com o tempo, muito treinamente e bagagem de jogos. Uma prova disso é que ha 2 anos atraz a libero Dominica Brenda Castillo foi MVP do mundial, pois ela ja treina e joga na sua seleção principal desde os 13 anos( tem até uma historia aqui que ela é gato…), ou seja, ela rodou bastante e ja tem uma certa experiencia em passe, defesa, posicionamento.
      Pra finalisar, tambem concordo que fazer previsões e colocar responsabilidade nos ombros de menis de 18 e 19 anos é muita covardia, ainda mais quando a fama de “amarelonas” as perseguem.Só o tempo dira se elas serão capazes de um dia defender nossa seleção principal. Adorei a Gabi( ja gostava dela desde a ultima superliga que ela jogou em Macaé). Não estou dizendo que ela sera ponteira da seleção no Rio 2016, mas essa menina tem futuro sim, e esse ano jogara no novo time do SESI( sera banco de Soninha e Sassá), e não duvido muito de ver ela em ação em alguns jogos viu. Eu adoraria tem uma atleta como ela no meu time. Das 12 meninas, vejo a Bia como a que tem melhor condições de sonharmos com uma grande atleta, mas como falei no inicio, é cedo pra avaliarmos uma coisa dessas.

    • Diogo Márcio

      Eu tinha te falado da transmissão peruana ;D Aquele narrador é muito chato, bem ao estilo Faustão (fala muito) ¬¬’ A comentarista é melhor que a Leila #mudancaja

      Infelizmente a Gabi não tem altura para seleão adulta, mas joga muito; Thais é bem fraquinha; Stephanny precisa leva um ‘sacode’, para não se torna uma jogadora que passou pelo juvenil é não atuo no adulto; Quando penso no jogo de sábado, fico boquiaberto com a segundinha da Juliana no Tie-Break, que junto com Heldes, tem um longo caminho a percorrer para serem no nível de Fofão e Fê ‘Ventuar’! Minhas apostas são as centrais (Bia, Marjorie e Fran) e Samara.

      1º – Itália 2º – Brasil 3º – China 4º – EUA 5º – República Dominicana 6º – Peru 7º – Eslováquia 8º – Bélgica 9º – Polônia 10º – Rússia (to rindo kkkk) 11º – Japão (misericórdia kkkkk) 12º – Cuba (decadencia igual o vôlei peruano) 13º – Sérvia 14º – Coreia do Sul 15º – Egito 16º – Tunísia

  • tigrao

    Ganhou o MELHOR TIME: a ITALIA veio subindo de produção durante a competição até chegar à final. Após um primeiro set equilibrado , a ITALIA tomou as rédeas da partida sem perder o foco. A ITALIA é um time de muitos recursos técnicos que prima PELA PRECISÃO na execução dos fundamentos: esse foi o diferencial, e pra completar, o nome do jogo foi CATERINA BOSSETI: UMA PONTEIRA PASSADORA LEGÍTIMA, QUE PÕE A BOLA NA MÃO DA LEVANTADORA E SE APRESENTA PRA ATACAR… Aliás, ver as irmãs BOSSETI, LÚCIA, NA ADULTA e CATERINA NA JUNIOR, e´um alento para os amantes de um bom voleibol jogado com muita técnica e categoria.
    O BRASIL, às vezes teima em tentar imitar modelos equivocados, uma ponteira que não sabe passar direito prejudica muito o time e o jogo fica feio e previsível, somente times que possuem uma GAMOVA que joga até sem levantadora e vira qualquer JACA QUE PÕEM PARA CIMA, pode se dar ao luxo de jogar sem passe. Obs.: MARI está muito longe de ser uma GAMOVA para justificar sua deficiência no passe.

    • Diogo Márcio

      Que modelos equivocados? Mari, Tandara e Natália tudo vem da posição de oposta ¬¬’ tem que haver a mudança na posição de Oposta > Ponta, pois o Brasil necessita de jogadora boas e altas nessa posição. Imagina, você tendo um problema é nessa posição, sendo que para oposta tem 4 jogadoras de bom nível – Me poupe ¬¬’
      1) Gamova não vira todas as bolas com levamento bom, com levatamento ruim vai NUNCA ser decisiva! Beijing a Rússia, estava com problema no levantamento sabe o que aconteceu? Brasil passou o carro é foi de goleada ‘3 x 0’ !!!! Cade a Gamova?
      2) Você comparar Gamova e Mari no passe foi terrível, desde quando Gamova recepciona? Queria eu ver a Gamova atuando como Ponteira Passadora kkkkkkkkkk
      Você é muito sem noção!

      • Afonso (RJ)

        Marcio:
        Não perde teu tempo respondendo a esse cara não…

    • Raffael

      Falam muito da Gamova, isso e aquilo, mas craque pra mim mesmo é a Sokolova, que passa, defende, saca, bloqueia e ataca. Gamova joga muito com seus 2,02, pois se tivesse 1,90, seria mais uma atacante alta do volei russo. Não estou dizendo aqui que ela não é boa, alias, ela é ótima, uma das melhores do mundo, mas não é “A MELHOR”. No meu time eu não trocaria uma Sheilla por uma Gamova, mas esse é meu ponto de vista, pois gosto de times que jogam com velocidade, e não jogadas previsiveis com bolas “barrigudas” na ponta.Uma andorinha não faz verão, e Gamova não é carregadora de piano, se fosse seria campeã de tudo, e ela ja esta na seleção há uns 10 anos.Quanto a Mari, ela não é uma Gamova, ela é mais que uma Gamova, pois vem recebendo ha muitos anos criticas sem fundamentos de leigos do voleibol, mas nunca comprometeu seus clubes e seleção durante todos esses anos devido sua “deficiencia” no passe.

      • Luciano

        Mari não comprometeu nada, vou só lembrar que o São Caetano com ela de ponteira foi um fiasco, dava dó ver todas as jogadoras que jogavam contra o São Caetano tinham como estratégia sacar na Mari. Segundo no Mundial de 2006 Zé Roberto tirou a Sassá do fundo de quadra para colocar a Mari e ela entregou a bola do jogo direto pra Rússia, foi um bom levantamento dela… hehehe

        • Raffael

          Pois é, lembro tambem que nas estatiscas, a Mari ficou entre as 10 melhores recepções da superliga, e quanto a alguns erros de passe, isso é normal, pois são seres humanos, e não maquinas. Fabi erra, Sano Erra, Sikora erra…enfim, grandes jogadoras da posição erram. E se Mari errou na recepção, é porque estava lá, em quadra, pra virar bola, ja a Sassa…( nada contra a Sassa, pelo contrario, acho ela craque de bola, mas não tem potencia pra passar pelas russas)

  • Rodrigo

    O que acontece com o Brasil?! Incrível! Com todo potencial pra vencer, mas chega em finais e se apaga, sente a pressão!

  • Adriano

    A melhor jogadora desse time é a Ana Beatriz, acho isso muito claro.

    Essa geração não possui uma grande equipe, então, não vejo a derrota na final como grande problema. O time depende demais da Gabi, que é uma boa jogadora, mas baixinha, não tem como encontrar espaço numa seleção de adultas. A Itália, mesmo sem uma de suas melhores jogadoras, conseguiu nos vencer. Tenho melhores expectativas em relação à seleção infanto. Essa não é uma grande geração.

  • @alcidesxavier

    Vice amargo este, uma vez que estes dois times haviam se enfrentado na etapa classificatória e deu Brasil. Está claro que o psicológico mais uma vez pesou, somos um celeiros de grandes jogadoras, mas na hora decisiva o psicológico “pifa”. Mas sem duvidas, temos que parabenizar a todo o grupo, não é para qualquer um chegar numa final invictas. Parabéns…

  • Ana

    O time do Brasil foi montado, desde o infanto, para vencer. Jamais para revelar atletas. A Itália, ao contrário, montou um time visando o futuro. E o futuro chegou antes. As italianas foi quem mais evoluíram e foram premiadas com o título. Merecido. O Brasil sofreu com o passe em todos os jogos, mas conseguiu vencer usando o conjunto e a experiência. Ontem não deu. Não tem nada de “pipoca”, simplesmente a equipe com as melhores jogadoras venceu.

    No primeiro post sobre o mundial falei sobre Itália e Brasil. Um investimento em jogadoras baixas visando o título e outro em potenciais selecionáveis e o que era melhor.

    Minha conclusão: o correto é montar um time para vencer mas que tenha pelo menos duas potenciais selecionáveis. O Brasil montou um time para vencer e sem nenhuma grande jogadora, perdeu. A Itália com um time titular TODO de prováveis selecionáveis venceu. Ou seja, a Itália se deu muito melhor.

    Análises individuais:

    Heldes: muito fraca. Não sei pq Rosane Maggionni foi preterida. Carrijo: boa. Mediana. Ana Beatriz, Marjorie e Franciny: boas centrais. Nada de excepcional. Gabriela: incrível como ela joga, mas com um 1,75 nem deveria estar na seleção. Samara: mediana, lembra a Jaqueline. Se ganhar massa e força, é uma das poucas que terá, talvez, chance na seleção. Stephanie: FRACA. Muito fraca. Thais líbero: péssima.

    Camera: muito boa levantadora. Correta. Diouf: ainda é lenta, toma muitos tocos, mas com 2,02, se bem trabalhada ( e vai ser no Bergamo) o céu é o limite. Pisani: baixa e nula no ataque, mas tem um tempo ótimo de block e é afrontosa. Adorei ela. kkkk Bertone: foi mal na final, mas com 2,02 também pode ser bem trabalhada. Bosetti, Scarabelli e Baggi: ponteiras bem ao estilo italiano, de volume de jogo. Ajudam muito a equipe. Bosetti foi MVP e só tem 17 anos. Zardo: pra mim a melhor da Itália. Uma líbero que faz jus a sua ídolo Cardullo.

  • Afonso (RJ)

    Muito bons os comentários postados aqui. Apesar de discordâncias em alguns pontos, no geral o nível é altíssimo. Dá gosto participar desse blog. Só acho que o Daniel poderia ter postado algo sobre as semifinais…

    Mas gostaria de frisar novamente o meu ponto de vista sobre o que tenho observado em geral no vôlei feminino: Cada vez mais o predomínio da altura e da força. Vejo um futuro em que uma equipe que não tenha uma ou mais atacantes altas e fortíssimas não vai ter a mínima chance de disputar posições de ponta. Não importa que tenha uma líbero excepcinal, um passe perfeito e uma defesa espetacular. Se não tiver paredão no bloqueio e jogadoras que batam firme de trás da linha dos 3 metros ou por cima do bloqueio, vai ser muito difícil competir.

    A Itália tinha um ataque forte, e a partir do momento em que suas jogadoras conseguiram um mínimo de entrosamento, subiu tremendamente de produção e na final realmente foi bem melhor que o Brasil.

    Por isso, vejo com bons olhos a opção do Zé Roberto por Natália e Tandara. E a manutenção da Mari. Na minha opinião, está cada vez mais provado que na maioria das vezes é preferível um ataque forte e preciso do que um passe perfeito.

    Finalmente gostaria de lembrar que hoje começa o Mundial Juvenil Masculino, com sede AQUI NO RIO. Jogos no Maracanãzinho com entrada franca. Daniel: oportunidade para você dar para nós, seu fiéis seguidores, as últimas notícias, horários dos jogos e as dicas de transmissões pela TV ou Internet.

    • Daniel Bortoletto

      Fiquei devendo mesmo. Estava de folga, Afonso. E ser babá de dois filhos pequenos, às vezes, me deixa dias longe do computador.

      • Afonso (RJ)

        Tá desculpado, Daniel.

        Criança pequena tem mais é que ter mesmo toda a atenção possível. Assino embaixo a prioridade para eles.

  • Raffael

    Daniel, após esse mundial, voce poderia postar no blog o destino de cada menina, se estarão empregadas ou estão atraz de algum clube pra jogar esse ano.Obrigado pelo espaço e parabéns pelo Blog!(to viciado!!!rsrs)

    • Rubens

      Ana Beatriz no Osasco
      Stephanie no São Bernardo
      Gabriela no Sesi
      Thaís no São Bernardo
      Carolina ponteira no Minas
      Heldes no Mackenzie
      Carrijo no Praia

  • Paulo

    O vôlei hoje é mais ataque e block. Logo, é preferível ponteiras altas e fortes, que atacam e bloqueiam, do que ponteiras de volume de jogo. Só não ver isso quem não quer. Cuba dominou o vôlei nos anos 90 com esse estilo: passe duvidoso e atacantes brilhantes; China foi campeã em 2004 com atacantes altas e rápidas, longe de passe 100%; Brasil foi campeão com Mari e Paula. Até o Japão está preferindo investir em jogadoras com mais de 1,85 nas extremas a super passadoras.

    É uma tendência do vôlei mundial. Quem não seguir ficará para trás.

    O “Tigrão” é fanático por JAQUELINE. Ou seja, desconsiderem tudo que ele falar.

    Obs: não conheço um mísero jogador dessa seleção juvenil masculina. É engraçado pq nas comunidades do orkut se discutem sobre as meninas do infanto, a maioria sabe quem são. Por exemplo, conheço essa geração da Samara desde 2008, da masc juvenil não conheço um sequer.

    • Rubens

      Porque em comunidades de orkut se discute muito mais volei feminino que masculino. Além do que o volei masculino tem uma quantidade de jogadores muito maior, então esses juvenis em sua maioria ainda não estão jogando a SL e etc ( com exceção de Lucarelli e Otávio que quem acompanhou a SL masculina deve ter visto os 2 entrando bastante na equipe do Vivo/Minas). Já no feminino é comum ver essas jogadoras juvenis completando o banco de várias equipes.

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