Impasse antes do anúncio do palco da final feminina



A CBV encontrou mais dificuldades do que esperava para definir o local da final da Superliga feminina entre Rexona-Ades e Molico/Osasco, no próximo dia 26.

O último problema, segundo o blog apurou, foi a insatisfação do Banco do Brasil, principal patrocinador do vôlei brasileiro, com a opção pela Arena HSBC, na Barra da Tijuca. O motivo não deixa de ser curioso: naming rights.

O Banco do Brasil terá de fazer sua grande festa anual do vôlei  em um ginásio que carrega o nome do concorrente HSBC, empresa que comprou os direitos para estampar seu nome e logomarca no local.

A solução encontrada será “rebatizar” o local e chamá-lo de Arena da Barra, como já faz a Rede Globo em suas transmissões.

Para os lados envolvido, melhor fazer assim, com essa decisão de omitir o nome do patrocinador, do que ficar sem mais opções. O Maracanãzinho, palco de outras decisões e local que receberá o vôlei na Olimpíada de 2016, já está reservado para outro evento no dia 26. O Tijuca, usado pela Rexona-Ades na Superliga, é muito pequeno para uma final. O Caio Martins, em Niterói, seria uma saída emergencial. Para quem não conhece, o local, rebatizado de Ginásio Fernando Brodó,  foi tradicional para competições de esportes coletivos há uns 70 anos. Pode receber cerca de 4.500 pessoas. Também aquém das expectativas de uma final deste porte.

O regulamento da Superliga, em seu artigo 16, deixa claro que o mando de quadra na final é da CBV. E o jogo decisivo deverá acontecer no “estado” da equipe com melhor campanha entre os finalistas. Neste caso, o Rexona-Ades, primeiro colocado na fase inicial. E como não existem grandes opções no interior a saída que restou é evitar usar o ginásio sem o nome do HSBC no evento do BB.

 

 

 



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