Hora e vez de Carol?



Ela tem 1,83m, estatura considerada baixa para os padrões internacionais de uma meio de rede, que beiram os dois metros. Carol, porém, vai desmistificando neste Grand Prix o rótulo de “baixinha” que carrega.A camisa 4 foi o destaque do Brasil na vitória sobre a Bélgica, no Ginásio do Ibirapuera, por 3 a 0, parciais de 25-17, 25-16 e 25-14.

Carol marcou 11 pontos, sendo quatro no bloqueio, ficando atrás apenas de Gabi, que fez 13. Números que apenas ratificam o excelente início de temporada da jogadora do Rexona-Ades. Após quatro jogos, ela é a melhor bloqueadora do campeonato, a única com média superior a um ponto por set. Tem arrancado elogios da comissão técnica, companheiras e até de adversários.

Já é possível dizer que tal desempenho é suficiente para colocá-la de vez na briga por um lugar na equipe que disputará a Olimpíada, no próximo ano, no Rio de Janeiro.

– Ainda tem muito tempo até a Olimpíada, estou pensando agora no Grand Prix. Mas vou trabalhar para estar lá – admite Carol.

No último e no atual ciclo olímpico, Fabiana (1,93m) e Thaisa (1,96m), as Torres Gêmeas, se consolidaram como titulares incontestáveis da posição e são figurinhas carimbadas para a Rio-2016. A primeira é a capitã do time e ganhou folga de José Roberto Guimarães neste início de temporada. Já a segunda se recupera de cirurgia nos joelhos, voltando apenas em 2016. Assim, a briga de Carol pelas outras duas vagas da posição será com Juciely, outra que está tendo um bom início de Grand Prix, e Adenízia, que vinha sendo a primeira reserva até a temporada passada.

O sorriso aberto de Carol, ao ser substituída no fim do terceiro set e se encaminhar para o banco de reservas, resume bem o texto acima.



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