Grand Prix inchado define finalistas e mostra falhas



Terminou neste domingo a fase classificatória do inchado Grand Prix 2013.

Dos 20 participantes que iniciaram a competição, seis seguirão para a etapa final, no Japão: além das donas da casa, já garantidas, avançaram China, única invicta depois de nove jogos, Brasil, Sérvia, Estados Unidos e Itália.

A grande surpresa é a ausência da Rússia, que terminou em sétimo, dois pontos atrás da Azzurra, apesar de ter a mesma campanha: sete vitórias e duas derrotas (explica-se pela quantidade de vitórias sem necessitar do tie-break das italianas).

Meu resumo até aqui é o seguinte: o aumento no número de times atrapalhou o GP. Existe agora uma quantidade maior de babas, como dizemos na gíria, o que transforma partidas em simples obrigações, já que a chance de zebra é zero. Vejam os adversários da Seleção nas últimas seis partidas: República Dominicana, Bulgária, Porto Rico, a juvenil Cuba, Holanda e Cazaquistão.

Outro lado ruim do aumento de participantes é a diminuição dos clássicos. O Brasil, por exemplo, enfrentou apenas um dos seis finalistas: os Estados Unidos, na primeira semana. Mostra que, teoricamente, tivemos um caminho mais “fácil”.

Não gostei do inchaço, no fim das contas. E acho que a primeira fase não será muito parâmetro para as finais.

O que vocês acharam?

 



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