Goteiras, ameaça de furacão e paralisações na Copa



A segunda partida do Brasil na Copa Pan-Americana contra a Colômbia foi uma verdadeira maratona em Santo Domingo, na República Dominicana, nesta segunda-feira.

E não apenas por ter sido disputada em cinco sets, com suada vitória verde-amarela: 18-25, 24-26, 25-16, 25-23 e 15-13. A tempestade tropical Beryl chegou ao Caribe provocando fortes chuvas. Não está descartado ainda que ela se transforme em furacão.

Com a chuva e os ventos, o ginásio na capital dominicana sofreu com goteiras e infiltrações. As jogadoras entraram e saíram de quadra várias vezes, precisando realizar o aquecimento todo o trabalho de aquecimento novamente, fazendo o jogo se arrastar por sete horas.

Algumas jogadoras usaram as redes sociais para mostrar a longa espera. E com muito bom humor.

Comemoração brasileira na Copa Pan-Americana (Divulgação Norceca)

A oposto Bruna Honório, repetindo o que já havia acontecido contra o México, foi a maior pontuadora do confronto, com 22 pontos (16 de ataque, três de bloqueio e três de saque). A seguir vieram a central Thaisa, com 20 pontos (13 de ataque e sete de bloqueio), e a ponta Fernanda Tomé, com 12.

A Colômbia dirigida pelo brasileiro Antonio Rizola jogou de luto pela morte do presidente da federação local, na véspera do duelo.

Nesta terça, se as chuvas permitirem e o furacão não se confirmar, o Brasil enfrentará a Argentina no encerramento da fase de classificação da Copa Pan-Americana.

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