A força bruta do Sada/Cruzeiro



A presença do Sada/Cruzeiro em mais uma final de Superliga (a sétima consecutiva) não é nenhuma surpresa.

O que me espantou na terceira vitória no playoff semifinal contra o Brasil Kirin, no Ginásio do Riacho, em Contagem, foi o peso do saque mineiro.

Simon, Leal, Evandro e Isac foram verdadeiros “animais”. O primeiro set, encerrado em 25 a 12, foi uma de porradaria. Nada que o passe campineiro pudesse fazer para minimizar o artilharia pesada. Escrevi no Twitter e repito aqui: com a performance no fundamento repetida esse time é imbatível. E não falo apenas em nível nacional, não!

Leal e Simon estão fazendo estragos no saque e no ataque (Divulgação)

Leal e Simon estão fazendo estragos no saque e no ataque (Divulgação)

E assim o jogo seguiu na segunda parcial. Azar de Temponi, Diogo e Brendle, os alvos do serviço cruzeirense… Horacio Dileo, sem Ceará, lesionado, pouco podia fazer com as opções restantes de banco.

Apenas no terceiro set o jogo ficou equilibrado, nível de uma semifinal de Superliga. Mas, como não poderia ser diferente, um ace de Evandro encerrou o jogo com um suado 25 a 23, após os donos da casa perderam alguns match points.

Até o dia 7 de maio, no Ginásio do Mineirinho, em BH, Marcelo Mendez poderá fazer o time treinar ainda mais o saque. Para desespero de Funvic/Taubaté ou Sesi!

 



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