FIVB anuncia mudanças e”aposenta” Liga Mundial e Grand Prix



A Federação Internacional de Vôlei voltou para Paris, sua primeira casa, no aniversário de 70 anos, para anunciar as novidades desenhadas nos últimos meses. Sairão de cena em 2018 o Grand Prix e a Liga Mundial substituídos pela Volleyball Nations League.

Quem está por trás das mudanças é a gigante IMG, rebatizada recentemente de Endeavour. A poderosa agência de marketing esportivo e entretenimento será parceira da FIVB na Volleyball Nations League.

Esperem ainda mais a espetacularização do esporte, algo já visto de perto por nós, brasileiros, na Rio-2016 e que também se repetiu com jogos em estádios de futebol nos últimos anos. Monster Block, músicas entre os pontos, luzes, interação com o público… Esse pacote passa a ser “parte dos jogos”. Para quem vê pela televisão, a FIVB promete tecnologia de ponta e novos ângulos. Na prática, a entidade e sua parceria passarão a gerar toda a transmissão, antes delegada ao parceiro local de TV da respectiva sede da partida. Querem manter o mesmo nível de excelência de um jogo no Brasil e outro no Irã.

Arena da Baixada recebeu as finais da Liga Mundial 2017 (FIVB Divulgação)

Arena da Baixada recebeu as finais da Liga Mundial 2017 (FIVB Divulgação)

Segundo a entidade, a mudança “vai revolucionar as competições de vôlei”.

Na prática, a nova competição será disputada por 16 seleções: 12 delas fixas, os “core teams”, como trata a FIVB, e mais quatro rotativos, os “challengers”.

O regulamento prevê jogos dentro de grupos, com cada participante fazendo pelo menos 15 jogos por edição e tendo o direito de receber uma das etapas.

Segundo a nota da FIVB, a competição masculina contará com Brasil, Itália, Estados Unidos, Sérvia, França, Argentina, Irã, Polônia, Rússia, Japão, Alemanha e China. São os 12 “core teams”. Os outros quatro serão Austrália, Coreia do Sul, Canadá e Bulgária. Quem mais reclamou da lista foi a Eslovênia, que venceu a divisão de acesso da última Liga Mundial.

No feminino, os integrantes fixos serão Brasil, Itália, Estados Unidos, China, Sérvia, Holanda, Tailândia, Coreia do Sul, Alemanha, Japão, Turquia e Rússia. Argentina, República Dominicana, Polônia e Bélgica completam o grupo de participantes.

Já a divisão de acesso será chamada de Challenger League. Mais detalhes deverão ser divulgados nas próximas semanas.



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