Final sem desafio eletrônico



Pessoal, bom dia.

Para iniciar a quarta-feira, uma notícia desagradável. As finais da Superliga não terão mesmo o desafio eletrônico.

Me espanta como o mundo do vôlei ainda não abraçou de vez a tecnologia para ajudar na marcação dos árbitros. Muito blá, blá, blá e nada de tomar decisões definitivas.

Confiram: http://www.lancenet.com.br/volei/Finais-Superliga-desafio-eletronico-passado_0_1116488533.html



  • Jorge

    Ponto para Bernardinho, que, se chegar à final, vai querer ganhar no grito, como sempre!!!

    • Cadu

      Na final passada, teve um momento no segundo set que todos os desafios pedidos tanto pela Unilever quanto pelo Osasco resultaram em ponto para a equipe paulista, teve um momento que a torcida da equipe explodiu em um “Chupa Bernardinho”, mas depois de mais 3 sets, sabemos como a estória acabou.

      • Jorge

        Pois é!!! Agora com os amigos dele na CBV, tudo fica mais fácil. Inclusive, ontem, a Fofão deu vários dois toques, mas, como é Fofão, não foram marcados. Só as Ju Carrijo são sempre marcadas.

        • Rodrigo

          Mais beneficiado no Brasil que o Molico Nestlé/Osasco ta pra existir!!!

  • Cadu

    No campeonato russo feminino todos os jogos estão tendo desafio eletrônico, é bem verdade que o jogo fica muito arrastado, com várias paradas, mas os benefícios compensam.

  • Diogo

    + essa cbv ta de palhaçada msm hein..cada dia piora +,a unica coisa boa q esse Ary Desgraça fez é a unica coisa q ñ é utilizada..agora aguenta a robalheira pro Rio ou pro Amil..

  • Edu

    Lamentável.

  • Mari

    Pq eles não usam as câmeras da Sportv/Globo??
    Alguém sabe dizer se a SL no ano que vem vai voltar a ter sets de 25 pontos??

  • Felipe Lima

    “Parece” que os organizadores tem medo de dar um passo à frente!

  • Guilherme

    Palhaçada total! A única e pior mudança que não prestou foi feita aqui no Brasil: a imbecil redução para 21 pontos. Nos campeonatos mais inteligentes, claro que fora do Brasil, o uso da tecnologia já é realidade e tem revertido muitos resultados que passavam em marcações de árbitros. Lamentável que os clubes brasileiros abaixem a cabeça para mais este posicionamento ridículo e absurdo da CBV. O que não presta, fica aqui. Dá raiva ver os roubos dos juízes e os comentários dos pseudo-jornalistas e ex-atletas de quadra, que puxam saco e dizem que “erros” dos árbitros devem ser, em sua maior parte, entendidos porque não é fácil marcar com as bolas tão rápidas. Oras, façam-me o favor! Viva o Brasil!!!!!

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