Fim da imersão ao “mundo olímpico”



Pessoal, boa noite.

Nos últimos dias estive em um encontro internacional de mídia com a organização dos Jogos Olímpicos de 2016 e não tive como aparecer por aqui. Em discussão, logística, credenciamento, andamento das obras, tecnologia e por aí vai.

Ontem, estive no Maracanãzinho, em uma série de visitas às instalações que serão usadas daqui a menos de 3 anos. E foi estranho vê-lo sem piso. Não tinha cara de ginásio esportivo.

A boa notícia é que a chance de o vôlei não acontecer ali é zero. A dúvida surgiu quando o Governo do Rio desistiu de derrubar a escola municipal Friedenreich e voltou a atrás na destruição do Célio de Barros e no Julio De Lamare, os complexos de atletismo e natação, respectivamente. E assim impediu a construção de uma segunda quadra de aquecimento ao lado do Maracanãzinho, uma exigência para realização da Olimpíada ali.

FIVB e Rio-2016 discutem uma forma de construir a tal quadra. Talvez em breve tenhamos a confirmação do espaço que ela irá ocupar no Complexo do Maracanã. Vôlei na Olimpíada no Rio longe do Maracanãzinho não seria vôlei, convenhamos.

O que perdi no vôlei nestes últimos dias?



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