Falar o nome do patrocinador ou não? Eis a questão



Publico abaixo o desabafo, que recebi por e-mail, de uma fã do vôlei. Ela diz ter 40 anos de idade, acompanha o esporte em vários sites (inclusive este blog), vai a jogos em São Paulo e grava todos os que não consegue ver ao vivo pela TV. Pediu para ter o nome mantido em sigilo, pois o filho é jogador e ela teme algum tipo de represália.

O desabafo tem a ver com um assunto que já abordei aqui algumas vezes: não tratar o time pelo nome do patrocinador pode gerar confusões e muitas vezes passar informações erradas, confundindo internautas, telespectadores… E nem voltar entrar na questão do marketing, na exposição da marca, na fidelização, etc… Como todos sabem, é o padrão estabelecido pela Globo, detentora dos direitos de transmissão da Superligas. Concorde ou não, é assim estabelecido e irrita 9 entre 10 dirigentes/investidores do vôlei no país.

Abaixo a íntegra do e-mail:

“É de se lamentar a maneira indiferente de tratar os clubes de vôlei do país.

Durante transmissão neste domingo de Vôlei Amil x Sesi, pelo SporTV, foi dada a informação de que ambos os times fizeram muito investimento, tanto no masculino quanto no feminino, disputando, inclusive, a final do Paulista nesse ano. Ninguém corrigiu o erro e o jogo seguiu, para meu desespero, que imaginava como uma pessoa que não acompanha estava sendo enganada por tal informação. Eles tratam Vôlei Amil e Brasil Kirin (ex-Medley) como o mesmo clube, por serem de Campinas. Não dá!

A velha discussão da mídia não dizer o nome dos patrocinadores até se ofusca quando um absurdo desses ocorre. O fato de a TV omitir quem banca as contas dos clubes e gere os times é a regra imposta àqueles que querem participar de seus campeonatos.

Agora, dar informações erradas ao público, fazendo-lhes entender que se tratam todos da mesma entidade esportiva, impressiona pela `normalidade´ em ludibriar seus milhares de espectadores em troca dessa regra incompreensível de não dar nome aos bois”.

Para encerrar, esse post não está no ar para criticar A, B ou C. Mas sim para criar uma discussão, que me parece sensata, sobre um assunto relevante.



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