Fala sério!



Enquanto brigava com a Net para destravar meu decodificador, acompanhei parte de Brasil x Chile, pela segunda rodada do Sul-Americano.

E pneuzinho aparente de um dos titulares chilenos serviu para explicar o motivo de eu não ter escrito uma linha (me desculpe quem esperou pelo post) sobre a estreia verde-amarela contra os uruguaios: o nível baixíssimo destes rivais impede uma análise do Brasil, dos testes que Bernardinho está fazendo.

Ninguém consegue jogar em alto nível quando seu adversário é escolar/colegial/amador. O time já entra com parte da disposição, parte da vontade e parte da força. Sabe que é possível poupar energia para a final.

Concordam?

Então, galera, voltaremos a falar sobre o torneio continental no jogo que realmente vale: o clássico com a Argentina.



MaisRecentes

Coluna: Minas e um dia histórico para o vôlei nacional



Continue Lendo

O tremendo desafio de Minas e Dentil/Praia Clube no Mundial



Continue Lendo

Coluna: Sinal de alerta com as chuvas no Brasil



Continue Lendo