EUA: de quase eliminados a quase classificados



Os Estados Unidos estiveram a um passo da eliminação no torneio olímpico masculino antes da partida contra o Brasil, na quinta-feira. Venceram, respiraram e hoje praticamente se classificaram para as quartas de final, após o 3 a 1 (25-22, 25-22, 14-25 e 25-22) sobre a França. Dois “jogos cascudos” atualmente, diga-se de passagem.

Bastará agora vencer o fraco México, na segunda-feira, para avançar para a próxima fase. Algo que parecia impossível dois dias atrás.

– Nós só tínhamos uma chance a partir do jogo com o Brasil: vencer. Esse time responde muito bem a situações como essas, quando estamos com as costas na parede – disse o levantador Christenson, 23 anos, ao LANCE!.

Holt festeja a segunda vitória seguida dos EUA (FIVB Divulgação)

Holt festeja a segunda vitória seguida dos EUA (FIVB Divulgação)

O experiente central David Lee, capitão americano, tem uma explicação para a reação dos Estados Unidos na Rio-2016.

– Era vencer ou morrer. E quando precisamos da parte mental somos muito mais fortes, apesar de a maioria dos demais jogadores estarem estreando em Olimpíadas – falou o jogador de 34 anos.

Já o líbero Erik Shoji diz que o time fez um pacto após as derrotas para Canadá e Itália:

– Temos vários jovens no elenco e entramos muito devagar contra o Canadá, na estreia, e pagamos um preço alto. Mas aprendemos com isso. Depois do jogo com a Itália, resolvemos jogar nos divertindo. E está dando certo. Mostramos o quanto somos fortes mentalmente e estamos animados com essa recuperação – finalizou.



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