Eu levaria a Walewska para a Olimpíada



O título do post, sem rodeios, expressa a minha opinião e talvez a de alguns de vocês.

Walewska estaria entre as centrais da minha convocação para os Jogos Olímpicos de Londres. Ser titular ou reserva é outro papo.

A camisa 1 do Vôlei Futuro, após longa passagem pela Europa,  é uma das daquelas jogadoras que todo técnico quer ter no elenco. Joga simples, não precisa de holofotes, amadureceu após jogar na Itália, Espanha e Rússia, faz bem ao grupo e já sabe o que é ganhar e perder uma Olimpíada.

É fato que Walewska “encerrou seu ciclo” na Seleção após Pequim-2008. Disse que nada a faria voltar atrás. Alegou cansaço e a necessidade de valorizar um pouco mais a vida pessoal. Sonhava também em ter um filho. Tudo compreensível. É fato também que José Roberto Guimarães dá muito valor a quem participa de todo um ciclo olímpico de quatro anos. Evita abrir exceções para não “perder o restante do grupo” e valorizar quem passou por todas as provações de uma campanha olímpica. Entendo os dois lados.

Mas o bom momento da central em Araçatuba me faz pensar se a exceção não poderia acontecer desta vez. Quem viu o duelo contra o Banana Boat/Praia Clube, no fim de semana, foi brindado com 25 pontos de Wal, sendo seis deles no bloqueio, e um altíssimo aproveitamento no ataque. Nos duelos com a Unilever, pela semifinal, ela será jogadora-chave para Paulo Coco, auxiliar de Zé na Seleção, tentar superar o time de Bernardinho.

 



MaisRecentes

Vaivém: Site crava volta de Hooker ao Osasco



Continue Lendo

Brasil não toma conhecimento da Argentina



Continue Lendo

Termina a parceria campeã olímpica de Alison e Bruno Schmidt



Continue Lendo