Estudar é bom, amigo!



“Esse pessoal sem nome na camisa está me quebrando”.

Com essa frase um repórter de TV tenta explicar ao narrador, durante o segundo set de Vôlei Futuro x BMG/Montes Claros, o motivo de não saber quem está entrando em quadra.

Me desculpe, mas é preciso estudar para fazer uma transmissão, como sei que muitos colegas fazem e muito bem. O telespectador merece, ainda mais o do vôlei, que possui fãs/seguidores com muito conhecimento sobre o esporte (vide os comentários que a maioria faz neste blog). Informação dos times participantes da Superliga está no site da CBV aos montes, com a lista dos times, a numeração fixa, fotos dos jogadores… Fica a dica!

 



  • Rose

    Mandou muito bem!!!!

  • Jairo (RJ)

    E pensei que somente eu havia ouvido esse comentário do repórter. E não é somente isso, algumas transmissões tem comentários perfeitamente dispensáveis para os telespectadores que acompanham os jogos de vôlei há anos. Tem narrador que fracamente dá dó. Melhor tirar o som da tv. Desculpem, mas é apenas minha opinião.

  • Fabio

    Concordo. Se nao estudou, ao menos tenha uma cola! Anota num papel, imprime!! Absurdo.

  • Vitor

    Mais do que o profissional não estudar, o erro está no Sportv agora só colocar profissionais que claramente são do ramo do futebol para transmitir os jogos do vôlei. Enquanto Sérgio Maurício estava de férias, Luis Carlos Junior, Rogério Corrêa, Eduardo Moreno, e até Jota Júnior se revezaram nas partidas da Superliga. Os repórteres então, chegava a dar pena. Enquanto escutávamos Josino Ribeiro soltar essa pérola citada pelo Daniel, Alê Oliveira se desdobrava para fazer uma partida entre Catanduvense e Paulista pelo Campeonato Paulista parecer interessante para o telespectador. Qual a lógica?

    O canal da Globosat se esforça ao máximo para melhorar a qualidade da imagem, para facilitar o entendimento das regras, para diminuir a dúvida das jogadas, mas já passou da hora de ter uma equipe exclusiva para o vôlei. Quando não é Sérgio Maurício o escalado para a transmissão, o comentarista sofre. Seja ele Marco Freitas, Carlão ou Nalbert. Eles tem que levar a transmissão quase que inteira fazendo explicações simples para ajudar principalmente o narrador a não cometer erros grosseiros. Mais uma bola fora do Sportv.

  • Felipe Lima

    Sério que o repórter mandou essa?

    Bom, mas eu particularmente gosto das camisas com o nome do jogador estampado (se possível, bem legível), até pra quem esteja na arquibancada e não conheça todos os jogadores de rosto tenha como identificar o cidadão.

  • Afonso (RJ)

    Particularmente não me incomoda muito a parte de comentários, ou as constantes correções que ou o comentarista ou o narrador fazem ao trabalho dos repórteres de quadra, que realmente vem deixando muito a desejar. Concordo que comprometem a transmissão, mas particularmente não dou muita bola. O que realmente me incomoda, e MUITO, é o narrador usando aquele tom de “perigo de gol” a cada toque na bola. O Luis Carlos Junior, então, é mestre nisso. Chega a irritar. E o pior, é que até se o jogador sacar COM o PÉ, o Luis Carlos Junior vai dizer que é “saque viagem balanceado”!!! Afinal de contas o que é esse tal de “viagem balanceado”?

    Acompanho o vôlei desde o tempo em que o Bernard infernizava os russos com aquele saque que aproveitava toda a altura do Maracanãzinho, e que foi apelidado pelos locutores de “viagem às estrelas” em alusão à série televisiva de sucesso “Star Trek – Viagem às Estrelas”. Nessa mesma época, começavam a surgir os saques forçados, como se fosse um verdadeiro ataque, que se tornaram tão comuns hoje em dia. Por similaridade – visto que o saque era executado quase que de cima para baixo – passaram a chamá-lo de “viagem ao fundo do mar”, abreviando para “saque viagem”, também em alusão a uma série de TV da época.

    Até hoje alguns locutores se referem a esse saque como “saque viagem”, a meu ver anacronicamente, mas dá para deixar passar. Mas o Luis Carlos Junior exagera e até mesmo deturpa o sentido da coisa com o “viagem balanceado”, seja ele executado da forma que for.
    E isso como se já não bastasse os berros o tempo todo, para pontuar uma “emoção” forçada mesmo em jogadas “corriqueiras”. A mim irrita profundamente a ponto de tirar o som da TV.

    Aliás, há algum tempo atrás li algo sobre o espanto de locutores estrangeiros de futebol em relação ao berreiro dos locutores tupininquins. Eles se perguntavam onde estava toda a emoção daquelas jogadas. Tem locutor que qualquer dia desses vai berrar até em tiro de meta: “Atenção: vai bater!!! Bateu!!! ESPETACULAR, SENSACIONAL o tiro de meta batido por Zé Frangueiro!!!… MERECE UMA PLACA no hall do estádio!!!!.

    E agora querem contaminar o vôlei com essa palhaçada…

    • Afonso (RJ)

      Corrigindo: o saque do Bernard era chamado pelos locutores de “Jornada nas Estrelas” e não “Viagem às Estrelas”, em alusão à série do mesmo nome. Daí serem os dois saques abreviados para “saque jornada”, hoje abandonado, e o famigerado “saque viagem” que o Luis Carlos Junior se apoderou e transformou qualquer saque seja ele em que estilo for (provavelmente se for dado até com o pé), no tal de “viagem balanceado”… Arrrghhh!!!

  • Diogo Márcio

    Pior foi a Leila no “clássico”, Montes Claros x CIMED.

    “depois de uma linda defesa do Bruninho, uma pena que foi ponto do Montes Claros”

    Olha que comentou tbm : http://twitter.com/#!/Talmovolei/status/165794519810441218

  • Simone Gomes

    Até a gente que não é comentarista esportivo, não trabalha com volei, apenas acompanha os jogos…até a gente sabe o nome dos jogadores. Eles deveriam imprimir uma colinha e usar durante a narração. Problema seria resolvido.

  • Pablo

    Bom, já fiz uma partida na TV local aonde moro a RBS TV (TV COM) esse jogo era a final do estadual Adulto de 2007 ou 8, Ulbra x UCS. Lembro que as equipes deveriam entregar um papel com o nome de todos os jogadores de cada equipe, número e outras características, isso deve ser entregue também para o pessoal da SPORTV, mas se não for é obrigação de quem transmite buscar esses dados antes.

    O termo mais correto seria saque balanceado ou saque em suspensão, mas é dos males o menor do que vejo nos jogos!!!

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