Estou vivo!



Galera, foi mal pelo sumiço dos últimos dias. A única e exclusiva culpada é a Copa das Confederações. Podem xingá-la à vontade.

Acabei de escrever minha coluna Saque deste domingo, 16 de junho. Vou adiantar o tema aqui para saber se tenho apoio da maioria dos leitores.

Quem gosta de final em jogo único na Superliga levanta a mão? E explique-se também!

 



  • Welmer Sales

    Eu preferiria que a final da Superliga fosse disputada em uma melhor de 5 jogos, mas acho que a final em jogo único, se fosse bem explorada pela CBV, seria um bom trunfo para a massificação do esporte e do torneio.

  • raphael soares

    Nao levanto a mao! Nao eh justo com os patrocinadores que correm os risco de perder milhoes em uma final onde um jogador pode estar num dia infeliz. Final única só em torneio de tiro curto, tipo Jogos Olímpicos.

  • Lucia

    Mãos devidamente abaixadas.

  • Raphaela

    Olá! Preferia a final em melhor de três ou cinco jogos. A final em jogo único não explora a capacidade das equipes. Um time pode ganhar a superliga em uma partida atípica, p. ex.. Outra coisa que não entendo é o horário dos jogos. Jogo as 10h da manha é um absurdo. Pra assistir a final da superliga feminina tive que ir até São Paulo no dia anterior e acordar as 6h para ir para o jogo. Horrível o horário. Horrível fazer isso com o torcedor. Fui comprar o ingresso para assistir Brasil e França pela liga Mundial, qual o horário do jogo? Isso, as 10h, bateu uma revolta absurda. Faz o jogo a tarde. Imposição da globo aff.

    • Tiago

      Fica tranquila Raphaela.. tudo será mudado exclusivamente por causa de vc!!!

  • Nao! Um campeonato longo nao e justo um simples jogo definir o campeao. Onde fica os patrocionadores, a imagem do atleta, a divulgaçao do esporte? Deveriam rever essa situaçao. Querendo ou nao, nos ultimos anos o volei, em todas categorias, e o esporte que mais vem se destacando em relaçao a titulos, onde uma emissora compra todos os direitos de transmitir o voleibol no pais e ignora e obriga a todos so assitir futebol, na tv aberta. A CBV junto com clubes,jogadores, patrocinadores tem que rever isso ja.

  • Marcio

    Copiamos tantas coisas dos EUA, pq nao copiar as finais da NBA? Final única? Só serve para a dona Globo. Lamentável se submeter a essas exigências…

  • Jairo(RJ)

    Do primeiro jogo até a semifinal, qual o montante que os patrocinadores conseguem captar quando apoiam uma equipe? Acredito que muito. Dessa forma, não vejo justificativa de que vão perder milhões num jogo único!

    Minha opinião é a de que um jogo único é válido sim, afinal, as equipes finalistas passam por dois jogos na fase classificatória e “até fazem cinco finais”, quando jogam as partidas do playoff. Já foi mostrado o que tinha de ser.

  • Luciano

    Acredito que seria mais interessante melhor de 3 partidas, sendo intervalada e explorando o local onde foi escolhida a final, marketing com o melhor voleibol do mundo não deve ser muito difícil né. No futebol não somos o melhor do mundo a muito tempo mais mesmo assim o marketing feito a partir dele é impressionante…

  • Adriano

    Serei prolixo, estão avisados.

    Eu não me considero um defensor da final em jogo único, mas certamente não me sinto nem um pouco alinhado com o grupo que defende a final em melhor de 3 ou 5, com unhas e dentes. Como comentei no post do outro dia, pra mim é uma questão quase que indiferente. Por isso que não entendo o motivo de tanto barulho por tão pouco. Naquele post, de cada 3 comentários, 2 eram falando mal do jogo único, como se o jogo único fosse a pior coisa da face da Terra. Acho isso incompreensível.

    Acho que os dois sistemas têm vantagens e desvantagens e vejo que há outros pontos que não são alvo de tanta reclamação e que me parecem ser bem mais nocivos ao vôlei. Só para levantar alguns, para não parecer que estou sendo muito vago:

    *O problema de a TV não falar o nome correto dos clubes que disputam a Superliga;

    *O problema da liberdade de imprensa das pessoas ligadas ao vôlei, exemplificado recentemente pelo caso da Juliana, no vôlei de praia. Sabemos que a Confederação não aceita críticas, embora seja justo apontar que está havendo ultimamente um movimento de levar mais em consideração as opiniões dos atletas e técnicos. Mas ainda não é o suficiente;

    *O problema do ranking, que me parece ser um meio bem-intencionado de proporcionar equilíbrio na Superliga, mas que na prática não funciona, e continuará não funcionando este ano;

    *Essa questão do repasse de verbas aos clubes, que o Daniel tocou no outro post, e que eu temo ser uma caixa de Pandora;

    *O problema de uma falta de transparência do cão, para ficarmos civilizados, em relação ao ingresso na Superliga. Alguns times têm que disputar a Superliga B para ter acesso à divisão principal. Outros, não, entram pela porta da frente, como bem entenderem. Outros podem conseguir o acesso por meios técnicos e mesmo assim não têm direito de participar da competição porque “não cumprem as exigências da CBV”, o que apenas me parece estar ligado ao ponto anterior. No masculino, tem Superliga B, no feminino, não tem, o que só me deixa com a sensação de que a CBV é realmente a casa da mãe Joana, onde alguém, um dia, resolve acordar e dizer: “É, hoje estou com vontade de criar a Superliga Y, para ver se é legal.”;

    *O problema do nível da arbitragem;

    *O problema do valor da pontuação de vitória/derrota, que me parece um dos mais ridículos de todos. Não vão conseguir me convencer que tem lógica o modo como funciona a pontuação “nova” do vôlei, em que você perder mais jogos e mesmo assim ficar na frente de um time que perdeu menos. Alguns podem argumentar que é uma coisa internacional, mas eu acredito que as confederações têm autonomia pra determinar como funcionam as regras em seus próprios campeonatos. Nos EUA, a pontuação dos sets ia até 30 pontos há pouco tempo atrás, se ainda não continua assim. A Norceca adota uma pontuação de vitória/derrota extremamente esdrúxula, em que você pode acumular até 5 pontos por vitória, ou algo do gênero.
    Notem que esse fim de semana começou a ser testada na Europa essa nova regra, de sets até 21 pontos. Não existe nada que não possa piorar.

    *Enfim, certamente há outros.

    Diante de tudo isso, essa coisa da final sendo ou em jogo único ou em série de jogos me parece claramente uma questão menor. Mas, enfim, se quiserem continuar achando que é o fim da picada e que vale a pena tanto barulho, vão em frente.

  • Caco

    Eu!

    Acompanho vôlei há pouco tempo, porém sempre quando posso assisto aos melhores campeonatos do mundo. Tenho notado que os campeonatos com final em jogo único, com exceção da Itália, possuem um público muito maior do que aqueles que fazem melhor de 5. Campeonatos tradicionais como o russo nem chega aos pés do público visto nas finais da Superliga, nem mesmo se você juntar o público de todas as 5 finais.
    Para a televisão também é muito mais interessante. Não morro de amores pela Rede Globo, mas acho que estão certos ao não aceitarem aumentar a quantidade de jogos. O que adianta, em termos de exposição de patrocinadores, fazer cinco jogos no Sportv, se você pode fazer um na Globo? A exposição nesta é muito maior. Até pessoas que não costumam assistir ao vôlei acabam assistindo. Turquia e Itália passam os jogos na NTV e RAI, respectivamente, que são as maiores emissoras de seus países. Porém, temos que lembrar que se trata da NTV Spor e da RAI Sport, canais específicos para esportes e não o canal central dessas emissoras. No Japão, idem.
    Nenhum campeonato de vôlei do mundo, a não ser a nossa Superliga, tem o privilégio de ser transmitido no canal de maior audiência dos seus países.
    Galera, eu sei que vocês são amantes do vôlei e eu também sou, mas raciocinem comigo: se o futebol, que é o futebol, faz suas finais em jogos duplos no máximo (Copa do Brasil, Sul-americana, etc.), como vocês podem apostar em uma melhor de 3 ou 5 para o vôlei? A nossa audiência perto da audiência do futebol é ridícula. Não há a menor chance para isso! Hoje, chegamos a ter 4 (ou 6, se não me engano!) jogos da Superliga no canal de maior audiência do país. Isso é impensável em outro lugar do mundo, a não ser nas Olimpíadas. Melhor de 5 significa restringir o vôlei aos canais pagos e, consequentemente, menor exposição do esporte.
    Além do mais, a emoção do jogo único é insuperável. Ele é capaz de equilibrar qualquer diferença técnica e financeira entre as equipes e torna a partida mais emocionante. Unilever e Sollys (Molico?!) somente chegam às finais há 9 anos porque as quartas e semi acontecem em melhor de 3. Já perderam um jogo para equipes mais fracas nos playoffs, porém nunca perderam duas vezes nessas 9 edições.

  • Afonso RJ

    Há prós e contras:
    3 a 5 jogos: Maior exposição dos patrocinadores; Maior chance do melhor tecnicamente levar a taça.
    1 jogo: maior emoção de um jogo decisivo, o que tem mais apelo para uma transmissão de TV. Maior imprevisibilidade do resultado (maior chance de zebra).
    Para mim, as coisas se equivalem. Tanto faz 1, 3 ou 5 jogos, o que vale é a performance durante o decorrer da competição. Por isso eu digo sempre: o campeão da superliga é quem fica em primeiro no final da fase de classificação, onde jogam todos contra todos em turno e returno. Essa fase de “mata-mata” é puramente comercial e a meu ver não significa muito em relação a quem foi o melhor d temporada.
    Em resumo: já foi amplamente reconhecido que a única forma justa de se conhecer o melhor, o real vencedor em um campeonato é a fórmula de todos contra todos em turno e returno, pontos corridos. Essa história de play-offs é puramente comercial, com a maior emoção envolvida em “mata-matas” e “finalíssimas” espetaculares e “históricas”. Tudo bem o lado comercial, mas o realmente justo é que fica em primeiro no final do turno e returno. Por isso pouco se me dá se a “finalíssima” for em 1, 3, 5 ou um milhão de jogos.

  • Elcio

    Por mim, a final seria numa melhor de 7 jogos… em 7 cidades diferentes. Assim a torcida poderia aproveitar muito mais e o patrocinadores divulgariam muito mais as suas marcas

  • Paulo

    não concordo!! no mínimo melhor de 3 jogos, meses de esforços dos atletas pra se decidir em uma unica partida!!!

  • Vivian

    Sou a favor de final unica sim!!!
    1. A LIGA MUNDIAL eh um torneio longo com FINAL UNICA e sempre foi emocionante;
    2. Uma equipe se prepara QUATRO anos p/disputar uma OLIMPIADA que eh em FINAL UNICA;
    3. No Futebol, com investimento ALTISSIMO dos patrocinadores, o BAYER DE MUNIQUE foi campeao em FINAL UNICA;
    4. Final Unica eh muito mais emocionante q uma sequencia de jogos seguidos entre as mesmas equipes;
    5. Sempre fui a favor de FINAL UNICA, porem acho q ela deveria ser na casa do time de MELHOR CAMPANHA!

  • Diogo

    Ela tbm tem suas vantagens pois torna a final muito + emocionante.. + as vezes ela pode ser injusta com quem investe + e com quem trata o volei com + seriedade e profissionalismo!

  • Léo

    Acredito que a final com melhor de três jogos beneficia principalmente a TORCIDA!

  • Eu concordo com aqueles que preferem a melhor de três partidas, é justo com aquela equipe mais equilibrada em todo campeonato, será difícil acontecer uma zebra.

  • feitosa

    Daniel seus comentários fazem falta sim!
    Gostaria q vc publicasse artigos sobra a seleção masculina,
    a excelente atuação dos novatos como os centrais Eder e Isac,
    e dos ponteiros Lucarelli e Chupita q entrou justamente no lugar
    do Lucarelli, enfim de toda equipe q está fazendo uma liga mundial
    muito boa!

  • Pedro

    Final em jogo único, eu também gosto, mas não acho que seja a maneira mais correta de decidir um campeonato. Final em playoffs é impraticável na tv aberta o que leva a alguns pontos dessa discussão:
    – vôlei na tv aberta é para tapar buraco na programação esportiva e ainda às 10 da manhã! (nesse ponto o basquete foi ainda mais vilipendiado – final do NBB masculino sábado de manhã foi de doer e o feminino simplesmente)
    – Ninguém na tv é bobo, sabem que os torcedores de vôlei não escolhem seus times quando criancas e sabem que os “projetos” duram 4 ou 5 anos e morrem. Então…
    – o desinteresse da tv aberta ( e não estou falando da globo ) com esportes olímpicos. SBT e RedeTV, esqueçam; Bandeirantes, ao que parece, não tem grana; Record, depois de pagar fortunas por Guadalajara e Londres simplesmente finge que não há campeonatos rolando Brasil afora, nem futebol tem na programação.
    – já disse isso e repito: tv aberta, no Brasil, é novela e programa de auditório. Lamento, e olha que nem tenho tv paga. Financeiramente, tenho outras prioridades.
    Dizer que a tv aberta serve para popularizar o esporte me deixa desconfiado. MMA se popularizou porque tem apelo, e não porque apareceu domingo às 10 da manhã. O vôlei desbravou o mundo pelas excepcionais safras de jogadores e títulos e acaba tendo que se sujeitar a aparecer em horários esdrúxulos. Sinceramente, deveria optar de vez pela TV fechada

  • Jonatan

    Poxa, Daniel, você é bom – e importante – demais para a cobertura de vôlei pra ficarem te colcando pra cobrir Copa das Confederações.

    E eu gosto de jogo único. Inclusive no futebol.

    • Daniel Bortoletto

      sou editor do LANCE! no RJ, amigo. Quem me dera cuidar apenas de vôlei. Gostaria, mas não rola (rs)

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