Espetáculo



– Elas deram uma lição para o nosso grupo – definiu muito bem Massimo Barbolini, técnico da Azzurra.

Foi uma atuação praticamente irretocável. Saque, bloqueio, defesa e eficiência nos contra-ataques. A receita perfeita para um jogo de alto nível.

Assim é possível resumir o 3 a 0 da Seleção Brasileira sobre a Itália na abertura da fase final do Grupo B do Grand Prix. As parciais não me deixam mentir: 25-16, 25-17 e 25-17.

Na pontuação, um equilíbrio interessante, que mostra que o jogo não ficou centralizado em apenas uma jogadora: Thaisa fez 17 pontos, Sheilla, 13, Fabiana, 12.

Para quem viu aqueles jogos de baixíssimos nível técnico na primeira fase do GP, o jogo contra a Itália parecia mais um deles. E olha que a Itália contava com a volta de Piccinini, a presença de Lo Bianco, Gioli e Guiggi. Em nenhum momento o jogo virou e deu a impressão de que poderia mudar. Se mantiver essa constância, a Seleção vai estar dois degraus acima de quase todos os rivais.

A nota triste fica pela contusão de Mari. Ela sentiu um problema muscular no abdômen no segundo set e virou dúvida para o duelo com o Japão, nesta quinta, às 2h30. Como o adversário é o mais fraco nesta fase, eu, se fosse Zé Roberto, pouparia a camisa 7, usando Fernanda Garay como titular.

PS: Cravei mais um resultado no bolão.



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