Escadinha e Vissotto fazem a diferença



Na base do vira-vira, deu Brasil no primeiro duelo com a Polônia, no Rio,

Apesar do 3 a 0 (25,23, 26-24 e 25-21), o jogo foi bem mais difícil do que o placar aparenta.

A Seleção ficou atrás grande parte das parciais e precisou da inspiração de dois jogadores, principalmente: o líbero Escadinha e o oposto Leandro Vissotto.

O primeiro fez defesas espetaculares e proporcionou vários contragolpes para o Brasil. Como sempre, também fez papel de motivador. Um exemplo claro foi o apoio dado ao ponta Giba, no primeiro set. Bloqueado várias vezes, o camisa 7 não conseguia pontuar no ataque. Mas ele foi decisivo nos dois últimos pontos e reconheceu a força dada pelo companheiro nos momentos ruins.

Já Vissotto espantou a instabilidade que carregou durante a última temporada pelo Vôlei Futuro para ser a válvula de escape de Bruninho. Fez 18 pontos, 16 deles no ataque, com atuação decisiva. Em jogos contra bloqueios pesados, o gigante é ainda mais importante.

Para vocês, quem jogou mais? Escadinha ou Vissotto



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