Entrevista com Thaisa feita pelos internautas



Pessoal, a Thaisa respondeu algumas das perguntas feitas por vocês no blog. Infelizmente nem todas haviam chegado no momento da entrevista.

Outras perguntas foram feitas por mim e serão publicadas mais tarde. Agradeço a todos pela participação.

Abaixo, a entrevista feita por vocês.

Pergunta do Jairo: Thaisa, o Brasil está em montagem de equipe para Londres 2012, Mas após a perda “nos detalhes” para as russas em duas oportunidades, você acha que o Brasil estará mentalmente fortalecido para superar o “PAREDÃO” russo e tornar-se bicampeão olímpico?
Acredito que sim, mas tem muita água para rolar até as Olimpíadas e muito o que melhorar ate lá. Precisamos melhorar em muitas coisas ainda e nos fortalecermos como grupo.

Pergunta do Thiago Victor: Como você vê a criação da equipe do Sesi e o Vôlei Futuro se fortalecendo?
Fico feliz em ver times se formando e se fortalecendo, feliz em ver novas equipes e tão bem estruturadas. Isso só acrescenta coisas boas para o vôlei brasileiro e ao nosso campeonato, que está cada vez mais forte e mais disputado.
 

Perguntas da Ana: Quais suas melhores amigas na seleção? Qual a melhor jogadora de vôlei que você viu jogar?
Melhores amigas: Fabiana e Joyce. Melhor jogadora: Fofão

Pergunta do Diogo Márcio: As jogadoras cubanas gostam de provocação. Queria saber quais outras jogadoras provocam bastante as brasileiras?
Todas na verdade, principalmente cubanas e dominicanas… É o jeito delas jogarem, já estamos acostumadas com esse tipo de atitude. Tentamos nos controlar, mas eu sou um pouco mais esquentada, então não provoca muito não pois paciência tem limites! (rsrsrsrs)



  • Diogo Marcio

    Esperava as russas kkkkkkkkkkkk – Valeu! Daniel por ter feito a minha pergunta na sua entrevista ;D

  • Jailson

    Por falar em provocação veja esse incrivel vídeo da cubana Ramirez
    http://www.youtube.com/watch?v=WeFIOz0V4OE

    • Mauricio

      hahahaha…quero só ver a Ramirez dar esses berros aqui na cara das brasileiras! mas dá para perceber que é a cultura das cubanas, gritar, falar alto, dar risada. Coisa de formação mesmo. Cabe a cada uma ver se vale levar para casa ou revidar na lata.

  • Ana

    Incrível como as brasileiras nunca citam as russas no quesito provocação. Elas devem pensar que quando Gamova manda beijos e ri na rede ela está sendo simpática, só pode. Porque não é possível. Borodakova zomba de Fabiana todo jogo, Perepelkina nos afrontou tanto no último mundial que fiquei com vergonha… enfim. Mas se elas preferem ter rivalidade com as inofensivas dominicanas, as tombadas cubanas e as EDUCADÍSSIMAS, conosco, italianas… fazer o quê.

    Daniel, quando puder, diga a essas moças por nós, fãs: “meninas, vocês podem ter rivalidade com quem quiser, mas os fãs que acordam as madrugadas todo ano para torcer por vocês ODEIAM as russas. E SÓ elas.”

  • @alcidesxavier

    Fiquei surpreso em relação a amizade. Fabiana e Joyce, ambas são de times diferentes,do qual ela joga..pensava na Brait;Natalia; Adenizia e Jaqueline por serem companheiras de clube a convivência é maior e tals..mas enfim interessante.

  • Jailson

    No fundo todo mundo sabe que brasileiro perde a cabeça fácil.As cubanas aprenderam isso a quase 20 anos e as russas passaram a usar esses subterfúgios também.Tanto que no que importavam para elas sempre levaram a melhor.

  • Rodrigo

    E a outra parte da entrevista?

    • Daniel Bortoletto

      faltava uma apuração com o preparador físico da Seleção: Zé Elias. Agora que foi feita, pode ir pro ar

  • Ana

    Daniel, você não vai falar do Mundial Juvenil que começa hoje no Peru?

    Time titular: Priscila/Sthefanie – Bia/Marjorie – Samara/Gabi – Thaís.
    Tabela de jogos do Brasil. Fase classificatória.
    Dia 22 – Brasil x Itália – 18h30
    Dia 23 – Brasil x Sérvia – 21h15
    Dia 24 – Brasil x Cuba – 13h30

    http://www.cbv.com.br/v1/noticias.asp?IdNot=14920

    Adoro campeonatos de base. Sempre geram boas discussões. A da vez, por exemplo, é a diferença de prioridades entre as favoritas ao título Brasil e Itália. O Brasil vai com uma ponteira de menos de 1,80, Gabi, e outra boa mas fraca fisicamente, Samara. E ainda uma levantadora baixa, Heldes, com 1,76. Enquanto isso a Itália tem duas jogadoras com mais de 2m. Nos perguntamos: é melhor ter atletas baixas e vencer na base ou investir em atletas altas que possam servir a seleção? Qual o propósito da base, ganhar títulos ou formar jogadoras?

    Um canal peruano vai transmitir os jogos. Espero que todos possam assistir. O grupo do Brasil é difícil.

    • Daniel Bortoletto

      queria falar de bastante coisa, Ana. Só faltam mais umas 6h no meu dia em uma semana pra lá de complicada (rs)
      nem consegui publicar ainda a entrevista com a Thaisa

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