Entrevista com Serginho, líbero do Sada/Cruzeiro



Final é com o Serginho. Esse poderia ser o slogam do líbero do Sada/Cruzeiro em qualquer eleição. Neste sábado, contra o Vôlei Futuro, ele disputará pela nona vez a decisão de uma Superliga.

Em conversa com o blog, o jogador, de 33 anos, lembrou das três conquistas que possui.

2000/2001 – “Eu era jovem, mas tinha muita gente boa do meu lado, principalmente Giba e Maurício, que me ajudaram muito”

2002/2003 – “Já tinha um pouco mais de experiência, estava mais tranquilo. O time tinha moral pelo título do ano anterior”

2006/2007 – “Não era mais menino e virei referência para os mais novos. Isso é totalmente diferente. Você passa a saber de tudo que se passa, ajuda a tomar decisões dentro do grupo. Tinha obrigação de tranquilizar os mais jovens”

Serginho também sabe bem o que é deixar a quadra, em uma final, com o gosto amargo da derrota. No ano passado, com o Sada/Cruzeiro, derrota para o Sesi. A lição foi aprendida.

– É sempre bom ganhar, mas se tira lições das derrotas. Na temporada passada, nosso time dependia muito de sete jogadores. Na final, o Sesi jogou com 10, 11. E nosso time ainda era mais jovem. Hoje, vejo uma inversão com o Dani e o Sanchez bem mais forte. O Rogério se equivale com o Renatão (Felizardo). E temos o Lucas Loh, jovem ponteiro, que soma muito no banco.

O líbero cruzeirense elogia também a forma de comando do argentino Marcelo Mendez.

– Confio muito neste tipo de jogo, no qual o time não tem um grande destaque. O equilíbrio é a nosa tônica. São dois anos juntos e é uma filosofia do Marcelo e do vôlei atual.

Por fim, Serginho, que se vê tão competitivo ao ponto de não jogar baralho com os companheiros, fala sobre o futuro. Aposentadoria não é uma palavra ainda presente em seu dicionário.

– Não passou ainda pela minha cabeça a aposentadoria. Como atleta, não tive contusões sérias. Não tenho dor no ombro, nos joelhos, nas costas. Quando eu for parar, será por vontade, não por lesões ou pela idade. Enquanto todos vão curtir as férias, vou para Nova York estudar. Estou também me formando em administração. Hoje, já preparo meu futuro, mas sem pensar muito nele.

Serginho sobre…

Wallace
“É um sério candidato a disputar a Olimpíada futuramente. Tem um potencial muito grande, é dedicado, além de ser um ser humano fantástico.”

William
“Faz uma distribuição homogênea e os atacantes sabem que é muito bom jogar com ele. É normal nosso time ter três jogadores com mais ou menos 15 pontos. Tem uma visão grande e dificulta bastante o trabalho do bloqueio adversário”



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