Entrevista com Giba nas páginas do LANCE!



Na edição desta quarta-feira do LANCE! você terá uma apresentação especial da fase final da Liga Mundial, com uma entrevista exclusiva com o capitão Giba.

Nem mesmo o complicado grupo da fase final, que começa nesta quarta-feira, assusta Giba. Às 8h30 (de Brasília), a Seleção duela com Cuba, em Gdansk (POL), na abertura do Grupo F – Estados Unidos e Rússia completam a chave do Brasil.

– Não poderia ser melhor. Assim, mandamos dois rivais para a casa – afirmou Giba, nessa entrevista exclusiva aos repórteres Luiz Paulo Montes e Thaís Carvalho.

Veja os principais trechos:

LANCENET – Como vocês estão para a fase final? A inconstância mostrada na fase de classificação traz desconforto a vocês?
Estamos tranquilos e focados. Rodamos bastante a equipe nas parTidas contra a Polônia, fizemos dois bons jogos e sabemos que todos estão preparados para jogar. Não traz desconforto, é normal que isso ocorra. Temos pouco tempo de preparação, mas não considero que perder dois jogos em 12 seja inconstância.

LANCENET – O que achou de o Brasil cair em um grupo tão complicada na fase final? Os Estados Unidos estão no caminho…
Depois de tantos títulos, os piores times são sempre os que chegam na final. Nossa chave não poderia ser melhor. Quanto mais difícil, melhor. Assim, já mandamos dois rivais para casa. Os americanos são mais um no grupo. Eu penso assim. Nunca foi fácil, esse ano também não será.

LANCENET – Existe algo de diferente a se fazer do que foi feito pela Seleção Brasileira até agora?
Não temos de fazer nada diferente do que sempre fizemos. Temos de impôr o respeito de sempre e jogar o que sempre jogamos. Temos de ser o time que sempre fomos, fechados, e com a mesma vontade de sempre.

LANCENET – Qual dos adversários da fase final mais o assusta?
O próprio Brasil…

LANCENET – Há pressão de defender os títulos e carregar todas essas conquistas dos últimos anos?
Não. Essa pressão não nos assusta nem um pouco. O que me assusta é pensar até onde esse time pode chegar. Geração após geração, trocando as peças, a mentalidade é a mesma, e a gente consegue fazer coisas extraordinárias.

LANCENET – Acredita que essa geração que está jogando agora, de Bruninho, Lucão, Vissotto, poderá repetir o sucesso de vocês?
Sem dúvidas. Eles têm tudo para isso. Adquiriram experiência, tiveram jogadores experientes ao lado deles e têm condições de fazer até melhor. Desde 2009, quando começaram a jogar, estamos invictos em competições. É uma coisa que a minha geração (Ricardinho, Rodrigão, Serginho, Dante), não conseguiu fazer.

LANCENET – Apesar de não ter tido a melhor campanha e as melhores atuações na fase de classificação, o Brasil é o time a ser batido nessa fase final da Liga?
Isso não é de hoje. Há dez anos somos o time a ser batido. Na fase final será assim também.

LANCENET – Você diz que só o Brasil assusta na fase final. Mas qual é o adversário que você considera mais complicado de enfrentar?
Cuba, pois é o primeiro rival. Depois, passa a ser os Estados Unidos, e depois a Rússia. Vamos passo a passo, jogo a jogo. Do outro lado, todo mundo é João. Tenho de pensar só no meu time e no respeito que sempre impusemos contra todos os adversários.

LANCENET – E os levantadores da Seleção (Bruninho e Marlon)? Arriscaria dizer quem jogará?
Não tenho ideia. A única coisa que nos foi falado é que o time rodará. Os dois têm muita qualidade e todos têm de estar preparados.

LANCENET – Qual a mensagem que deixa para os torcedores?
Temos muito orgulho de defender essa nação. Vamos fazer o máximo para ver nosso Hino tocando, de novo, e ver todos felizes, como ficavam quando Ayrton Senna ganhava uma corrida.



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