Emanuel e Alison falam sobre “protesto das laranjas”



Alison e Emanuel falaram nesta quinta-feira sobre o protesto ocorrido na véspera, quando torcedores italianos, insatisfeitos com a decisão do Supremo Tribunal Federal de libertar e não extraditar Cesare Battisti, militante político condenado por assassinato na Itália, atiraram laranjas no lado da quadra defendida pelos brasileiros, durante partida válida pelo Campeonato Mundial de vôlei de praia, em Roma.

– Foi um susto, estávamos voltando do tempo e vi alguns torcedores se levantando, achei até estranho, e aí eles começaram a jogar as laranjas. Não miraram na gente, porque, pela distância, se quisessem, teriam nos acertado, a intenção era chamar atenção, jogar no campo mesmo. Não entendi nada na hora, depois do jogo que o Emanuel viu que havia uma faixa falando sobre o caso do Cesare Battisti. Era um protesto, menos mal que tenha sido algo apenas assim, sem maiores consequências. É uma questão política, internacional, uma pena que tenha acontecido no meio do esporte – comentou Alison.

– Aconteceu no intervalo do primeiro para o segundo set, eu estava indo para o saque, quando vi jogarem as laranjas. Tentei entender, mas só no fim do jogo que soube que era um protesto em relação ao governo brasileiro, sobre o que está acontecendo em relação ao Cesare Battisti. O italiano é um povo muito ativo politicamente. Ao menos foi um manifesto sem violência, foi algo inédito, nunca vi isso nas quadras, mas ficou marcado – completou Emanuel.

Confira mais em: http://blogs.lancenet.com.br/volei/2011/06/16/caso-battisti-faz-italianos-hostilizarem-jogadores-brasileiros-no-mundial/



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