Em jogo das viradas, China deixa Brasil com vice na Copa Yeltsin



O domingo dourado do Brasil no vôlei ficou no quase na Rússia.

Depois de estar vencendo a China por 2 a 1, a Seleção femininas de Novas/B sofreu a virada na decisão da Copa Yeltsin, parciais de 37/35, 19/25, 25/27, 25/23 e 15/10.

A oposto Joycinha foi a maior pontuadora da partida ao lado da atacante chinesa Yang, com 22 pontos. As centrais Adenízia e Natália Martins também se destacaram, com 16 e 15 acertos, respectivamente.

Comandado por Claudinho Pinheiro, o time brasileiro teve uma mescla de jovens talentos com jogadoras que costumam ficar na reserva da Seleção principal. Ele manteve o time titular com Ana Tiemi, Joycinha, Priscila Daroit, Sassá, Natasha, Adenízia e a líbero Camila Brait. Claudinha, Naty Martins, Tandara e Ivna entraram durante o duelo.

Resultado à parte, o importante foi poder testar algumas jogadoras em nível internacional, aumentando o leque de opções para José Roberto Guimarães.



  • Afonso (RJ)

    Tirando a seleção brasileira, todos os demais participantes levaram a seleção principal. Com desfalques importantes, é claro. Mesmo assim, estavam presentes Kosheleva, Staelens, Manon Flier, entre outros “monstros sagrados” do volei mundial que não me ocorrem no momento. O Brasil não. Levou um time montado na última hora mesclado de reservas e jogadoras estreantes. Acho que foi o único participante que não tinha nenhuma titular da seleção principal. E deu conta do recado. Quase venceu o torneio e permitiu a virada das chinesas por pura falta de experiência. Para mim, essa prata teve um gostinho de ouro.
    As meninas são maravilhosas e estão de parabéns. E nós cada vez mais tranquilos, sabendo que o futuro do nosso voleibol está assegurado e pode contar com elas.

    PS: Já viram um fusca enferrujado estacionado ao lado de uma Mercedes novinha? É mais ou menos a organização do Yeltsin comparado com o Pan…

  • Mauricio

    Acho que o ZRG acertou em cheio ao chamar uma equipe B para jogar campeonatos importantes. O Panamericano foi classificatório para o Grand Prix 2012, evento longo e importante para a preparação das meninas em ano Olímpico. E assim o foi em 2008. Lembram que a Rússia chegou capenga em Pequim e tinha deixado de jogar o Grand Prix? ZRG, além do que, abriu mais um leque de jogadoras selecionáveis e que vem sendo preparadas. A Paula Pequeno está tendo oportunidade de melhorar, jogando como titular da equipe A. Mas acredito que a Garay e a Dariot estão na briga por essa posição. E a Ana Tiemi? Aproveitou a oportunidade e corre pode fora pela vaga de levantadora, o grande problema dessa nova geração. Muito bom ver as “novas” conquistando seu espaço e o Brasil, mantendo-se no pódio.

    • Diogo Márcio

      Por acordos comerciais, a equipe papa-títulos do GP está garantida na edição do ano que vem. Deve ser pra ganhar pontos no Ranking FIVB e o $$$.

      P.s. Antes que digam que o ranking é irrelevante! Afirmo que é irrelevante para muito de nós, mas para outros é uma ‘graça’ está em tanto tempo em 1°…

  • Diogo Márcio

    Infelizmente não ganhamos o Ouro, mas para elas vai ter uma grande importância por ganhar da Holanda (com Mano Flier), Rússia (com Kosheleva/Fateeva) é ir pro TieBreak com a China (com a Bebezona, Wang). Elas poderiam ganhar mais oportunidade e experiência atuando no ‘Sul Americano’ e ‘Copa Final Four’, vai ser muito bom vê-las novamente. Contudo, já sabemos que o Brasil vai esta em boas mãos no futuro ;D

  • Rafael

    Ana mostrou pq é convocada mesmo sem ser titular. Ótimo ver a safra de novas e o modo como de comportaram. Jogaram como gente grande!!! Parabéns

  • Raffael

    É claro que não podemos cravar ” quem fica” e “quem sai”. Foi um torneio curto, onde o “grande professor” não estava a beira da quadra pra auxiliar suas comandadas, mas serviu pra essas meninas poderem sonhar, se dedicar, escutar os mais velho e, assim, evoluir na carreira e como pessoas. Só mesmo uma grave contusão pra colocar as promissoras Daroit, Tandara, Naty e cia em Londres, e elas sabem disso. Mas essa atitude da CBV( e principalmente do ZRG) de criar essa seleção de novas( ou B) virou uma injessão de animo nessa meninas, que com certeza estão sonhando com o Rio 2016, pois sabemos que um esse ciclo que inicio-se em 2009 não sera mudado as vesperas dos jogos de 2012. Mas 2013 promete o retorno de muitas dessas meninas que fizeram o torcedor acordar cedo durante essa semana pra acompanhar essa nova e promissora safra do nosso voleibol.

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