E vamos lá para mais um Unilever x Sollys/Nestlé



Terminei de escrever agora minha coluna Saque, que será publicada neste domingo, 17 de março, no LANCE!. Acho que nem preciso citar o tema, né?

Admito que demorei para conseguir encerrá-la. Pensei, pensei, pensei, escrevi, apaguei, recomecei… Felizmente, meu arquivo me ajudou a encontrar um rumo para mais um Unilever x Sollys/Nestlé, que já foi Rexona x BCN, Rexona-Ades x Finasa… Mudaram os nomes, algumas peças, mas a essência é a mesma. Ontem, já imaginando essa possibilidade, resolvi esperar o fim das duas semifinais para atualizar o blog, inclusive. Quem esteve aqui antes e nada encontrou, me desculpe.

Sei que neste blog existem fãs dos dois times, talvez sejam até a maioria aqui. Alguns mais fervorosos, outros mais críticos, alguns mais ácidos. E, sinceramente, gostaria de ler/ouvir as diferentes correntes hoje.

Vocês já estão cansados desta reprise constante na decisão? Logicamente, ambos possuem muitos méritos. Ninguém chega à final por acaso. Assim como nenhum projeto de sucesso dura tanto sem competência. Acerto na hora de contratar, renovar, lanças atletas…  Verdade. Mas a imagem que a Superliga feminina tem hoje é a do “Eu já sabia”. E quanto isso é ruim para a competitividade, para o encorajamento de novos patrocinadores investirem no vôlei?

Perguntas que soam como desafios, principalmente para a CBV, dona do produto. Uma reformulação no ranqueamento é assunto antigo também. Somente isso resolveria? Difícil cravar, mas arrisco a dizer que ajudaria bastante.

Zé Roberto Guimarães, técnico do Vôlei Amil, tocou nesse ponto assim que seu time foi eliminado pelo Sollys. Talvez ali não fosse o momento ideal, já que o discurso parece ser apenas uma desculpa pela derrota. Mas o assunto deve, sim, ser discutido. Pelo bem do esporte no país, eu diria. 

O fórum está aberto para a discussão. E ideias são muito bem-vindas!

 

 

 



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