“É uma das melhores recordações de toda a minha carreira”, diz Berruto



Mauro Berruto era a expressão da felicidade, e talvez do alívio, ao término da segunda partida da fase final da Liga Mundial. O técnico italiano não conseguia esconder os sentimentos após a vitória sobre a Sérvia por 3 sets a 2.

Depois do turbilhão vivido nos últimos dias, com o corte de Zaytsev, Travica, Sabbi e Randazzo, ele conseguiu fazer com o que sobrou de time da Azzurra para as finais tivesse brios, ânimo e força para superar um rival continental de peso.

E Berruto não se esquivou de falar sobre como o ato de indisciplina do quarteto influenciou o time em quadra.

– Mais do que impressões, tenho sentimentos sobre essa vitória. Eu creio que vocês saibam dos problemas que nós passamos nas últimas horas. Então, foi uma grande resposta da equipe. Nós mostramos no início e no fim que deveríamos ganhar este jogo. O jeito que iniciamos a partida foi um grande sinal de que nós sabíamos que tínhamos de lutar. E nós lutamos. É uma das melhores recordações de toda a minha carreira – admitiu Berruto.

Perguntei para ele na sequência se problema com alguns dos astros da Itália estava resolvido:

– Está resolvido neste momento pois quatro jogadores não estão mais aqui. Obviamente nós iremos pensar sobre o que fazer quando as finais acabarem. E eu não quero falar sobre isso agora. Tenho um enorme orgulho dos jogadores e quero agradecer a eles pois foi uma noite maravilhosa.

Na sequência, pedi para Berruto definir em uma palavra a vitória desta quarta-feira.

– Difícil.



  • Billy

    Esse técnico da Itália como sempre…é um paspalhão.Ele só não é mais BOBOCA por falta de espaço mesmo.Deixe-o ficar com a falsa ilusão de que a Itália ainda conseguirá alguma coisa nessa Liga Mundial.O máximo que poderá acontecer é TALVEZ conseguirem ficar em quarto lugar e olhe lá…

  • Alex Lima

    Renascimento?!?

  • alberto

    Deixando um pouco de lado o patriotismo e trazendo o gosto e admiração pelo esporte, times como os da França,EUA e Polônia no masculino e Japão, China e EUA no feminino tem deixado os admiradores do bom voleibol, bem jogado, técnico e com jogadores talentosos como por exemplo Ngapeth, Koga, Saori kimura, o ótimo libero francês, o jovem levantador italiano em estado de graça. Eu, particularmente, cada vez mais tomo gosto pelo esporte. Diferente porque os atletas em nada lembra aqueles “astros” megalomaníacos cada vez mais multimilionários e mercenários do futebol ou as estrelas solitárias do tênis. Um esporte simples, plasticamente bonito de se ver, emocionante de se torcer, fácil de entender, que ainda reúne as famílias, torcedores dos oito meses aos noventa anos. Enfim vida longa ao voleibol e que ele possa ser cada vez popular – principalmente nos EUA rsrsrs!

MaisRecentes

As quartas de final do Paulista masculino



Continue Lendo

Bruninho e Renan analisam conquista



Continue Lendo

Brasil fatura a Copa dos Campeões



Continue Lendo