E, mais uma vez, Sada/Cruzeiro é campeão



Uma pausa na folga para escrever algumas linhas sobre o título do Sada/Cruzeiro na Copa Banco do Brasil.

Admito já sentir dificuldades para encontrar algo novo para escrever sobre este time. E a minha “nova” constatação é que a fome absurda de novas conquistas desta equipe já se transformou em um outro grande diferencial.

Cruzeirenses erguem outro caneco (Wander Roberto)

Cruzeirenses erguem outro caneco (Wander Roberto)

Marcelo Mendez consegue manter acesa a chama dos jogadores de não se acomodarem com o que já foi conquistado. E também consegue deixar o grupo faminto por novos canecos. E campeonato após campeonato, alguns bem mais importantes do que outros, o Sada vai escrevendo seu nome da história como um dos times mais vencedores de todos os tempos.

O jogo deste sábado não foi fácil. O Brasil Kirin, jogando em casa e ciente da importância da conquista para o projeto, encarou os favoritos de frente em grande parte do confronto. Ganhou o primeiro set, inclusive. E equilibrou boa parte dos demais. Mas faltou aquele algo a mais em uma decisão, aquele equilíbrio necessário em uma partida deste nível. Um algo a mais que sobra no Sada. O tal do saber vencer. Basta ver como os mineiros crescem na reta final das parciais. Wallace fez uma de suas melhores partidas dos últimos tempos, Leal foi Leal, Winters saiu bem do banco de reservas, Rodriguinho sacou muito quando foi preciso e por aí vai. E assim mais um título vai para a prateleira do Sada, o 19º desde 2010. Um número que não para de crescer.

 



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