É FANTÁSTICO!



O país do futebol e do vôlei é também hoje do handebol!

Faltam adjetivos para classificar o feito da Seleção feminina na Sérvia. Com certeza foi a maior conquista do esporte brasileiro em 2013!

Que o título ajude a melhorar a estrutura do handebol no país, possibilitando a presença das principais atletas na Liga Nacional, um espelho para as novas gerações…  Dinheiro atualmente não falta, com apoio do Banco do Brasil, dos Correios, da Lei Agnelo/Piva e do Ministério do Esporte.

Vida longa ao esporte brasileiro!



  • Jairo(RJ)

    Hoje sim, Daniel, o Brasil deixou de ser do vôlei e do futebol! Sim, somos também do HANDEBOL!
    Que a realidade do handebol nacional mude para melhor a partir desse título, para que no futuro tenhamos em nossa terra equipes com a presença de Alexandra, Fabiana, Babi e outras, ao invés da equipe Hypo No da Áustria, que concentra a maior parte da jogadoras de nossa seleção.

    Parabéns meninas! Foi sofrido, nervoso, mas valeu!

    • Higor

      O Handebol só não tem mais apoio por culpa única e exclusiva das emissoras de Televisão que simplesmente ignoram o esporte, visto o que aconteceu ontem quando só uma emissora pequena que não tem canal na Sky e na net transmitiu o jogo.

      Até a Band que tem uma tradição no apoio ao esporte amador não transmitiu a final.

    • jaques

      A tendência é o povo mais esclarecido se entusiasmar por outros esportes diferentes de futebol. Futebol está muito manjado, arrumado, jogos com resultados pré-definidos, jogadores recebendo altos salários e pagando a dezenas de empresários, clubes endividados, torcedores manipulados, falirá igual ao BOXE. Exemplo clássico foi o ocorrido no jogo PORTUGUESA 1 x 1 GRÊMIO. Escalaram um jogador punido, HÉVERTON, possivelmente na tentativa de salvar o FLAMENGO, que cometeu o mesmo erro um dia antes, mencionado pelo jornal O LANCE!, de cair para a segunda divisão do brasileirão. Nossa, o FLAMENGO na segundona no ano da COPA, de uma copa patrocinada pela ADIDAS, que investiu pesado no URUBU. Deveriam investigar o que ocorreu, porque a torcida da PORTUGUESA e a maioria dos seus jogadores não tem nada a ver com isso. Em campo não caíram. Tampouco a torcida do FLUMINENSE, que deveria sim estar preocupada, junto com a diretoria do clube, em fazer uma grande campanha na segundona em 2014. Não deveria estar aí se preocupando em ser bucha de esquemas, como aconteceram em 1996 e 1999, de possíveis maracutaias do futebol brasileiro.

  • Epaminondas

    Uma coisa é ser campeão mundial com o povo do país praticando o esporte em questão.
    De que adianta ser campeão mundial e o povo não ter acesso ao esporte? Nossos adolescentes jogam handebol na escolas? Duvido, pois hoje em dia não tem aula de educação física e a maioria das escolas nem tem quadras esportivas.
    No caso do Brasil é utopia. Título mundial, beleza, o povo vai se empolgar e querer praticar o esporte. Vão jogar handebol aonde?
    Adianta o Brasil ser campeão mundial de esqui na neve? Quantos praticam? O mesmo vale para o handebol.
    Não adianta o governo investir em um ou dois esportes para mascarar a situação do nosso esporte, pois o que interessa é o esporte social e nesse país quase ninguém tem acesso à pratica do handebol.
    A mesma coisa aconteceu na época do Guga, todo mundo querendo jogar tenis e até hoje nao temos quadras públicas.

    O que é melhor?

    ( X ) Servia vice-campeã: o povo pratica handebol desde cedo, acompanha os campeonatos, os adolescentes praticam nas escolas, o esporte é popular no país e transmitido na TV;

    ( ) Brasil campeão: o povo nem sabe o que é handebol, o governo não incentiva a pratica desse esporte, os adolescentes não praticam nas escolas e nem temos campeonatos, decentes, nem grande investimento e nem aonde jogar.

    • Livia

      Quanto pessimismo, o handball é o segundo esporte mais praticado nas escolas, ficando atrás apenas do futebol (ou futsal, já que normalmente ser praticado em quadras), até porque a estrutura das duas modalidades é bem semelhante. E quanto a transmissão, a Liga Nacional, em ambos os naipes, é veiculado pela SportTV.

    • Marcelo

      Auto lá Epaminondas. Tenho 23 anos e fui campeão estadual de handebol pelo Vasco da Gama em 2006 na categoria sub16 e terceiro colocado no ano seguinte na sub18 pela Grande Rio. O handebol, caso não saiba, é o esporte mais praticado no âmbito escolar. Sim, muito mais que o futebol.
      Essa conquista era o que faltava para o esporte crescer fora das linhas estudantis. O investimento na modalidade é alto, tanto que duas empresas estatais patrocinam a seleção (BB e Correios).
      Campeonato descente, claro que temos. Se não o Sportv não transmitirá a fase final do Nacional ao vivo tanto do masculino quanto do feminino.
      Onde jogar, procura um clube chamado Pinheiros, outro chamado de São Bernardo, Concórdia, Maringá, Taubaté. Vê se eles não investem e montam equipes.
      Assim, antes de escrever qualquer coisa, procure se informar mais.

      Parabéns meninas! Essa medalha é a cereja do bolo no excelente trabalho realizado pelo dinamarquês mais brasileiro do mundo, Morten Soubak.

    • Caco

      Eu praticava na minha escola porque era obrigatório. Talvez, as pessoas não curtam muito, mas que existe incentivo para a prático, acho que sim. Um título como este pode fazer com que as pessoas passem a gostar mais do esporte como aconteceu com o vôlei. Se ganharem as Olimpíadas, então…

    • Rodrigo

      Acho que o que o Epaminondas quis dizer é que carecemos de uma cultura poliesportiva. Noutros países é comum o estado disponibilizar infraestrutura para a prática recreativa de várias modalidades esportivas, o equivalente ao que é uma praça para um bairro. Por mais que muitos aqui pratiquem handebol na escola, ainda sim é em caráter restrito, não é algo que se encontra ao acaso durante um passeio pela cidade. Não temos uma política pública minimamente decente para isso.

      • Marcelo

        Rodrigo, não sei qual a sua visão sobre caráter restrito, mas durante os anos 90 o Rio era uma potência no handebol feminino com o Clube Mauá, de São Gonçalo. A baixada Fluminense, aliás é o celeiro do handebol no Rio de Janeiro. Há 11 anos o Centro Educacional Antonio da Silva representa estado nos Jogos Escolares.
        As escolas públicas, muito em função do projeto GEO da prefeitura, estão investindo bastante na modalidade. Eu concordo com uma coisa, falta infra-estrutura para o esporte crescer. E essa medalha pode fazer isto acontecer.
        Encerrando, tem um Centro de Treinamento a ser inaugurado em 2014 em São Bernardo do Campo.

  • Afonso RJ

    É simplesmente impressionante a força do esporte brasileiro. Faz décadas e décadas que não se dá o menor incentivo aos esportes (com raríssimas excesões), ou se dá muitíssimo pouco, e volta e meia aparece um maluco abnegado que faz bonito lá fora. É o caso do tênis de mesa, badmington, tai-kwen-do (é assim que se escreve?), tênis, inúmeros casos no atletismo, natação, judô, ginástica olímpica e por aí vai. Mas basta alguém se destacar lá fora ou conquistar alguma medalha que logo aparece um monte de aproveitadores para faturar encima. É logo chamado para Brasília para fotografar ao lado de presidente, ministro, deputado, para logo a seguir ser novamente jogado para escanteio e continuar sem sucessso mendigando apoio. Nunca esqueço a história do cara do tai-kwen-do(?) que chegou até a passar fome e dormir no aeroporto, para conseguir participar de competições internacionais. Ganhou medalha no Panamericano, todo o mundo faturou encima e depois o cara foi competir nas olimpíadas tendo que passar exatamente pelas mesmas dificuldades no período de treinamento. Vergonha!

    Não serve de nada entidades privadas ficarem financiando apenas atletas de ponta ou planos governamentais espetaculares que visem apenas resultados em competições importantes. Falo de trabalho social, de base, com a garotada. Nas escolas, clubes de bairro ou centros esportivos.

    Esse país tem um potencial enorme, e não é apenas no campo esportivo. Também no campo científico, artístico, etc…, o que não falta é gente com capacidade. Se houvesse incentivo, infraestrutura, financiamento, e fundamentalmente educação, não tenho a mínima dúvida que rapidamente nos tornaríamos uma potência e o “berço esplêndido” seria apenas uma lembrança funesta.

    • kafepaulo

      Meu caro,

      A grande verdade nessas histórias, e que as estruturas escolares ou amadoristicas, sempre colocaram o Brasil masculino e feminino em patamares tipo de vigesimo pra lá, só conseguindo um crescimento, a partir de 2009, com a estruturação de uma equipe profissional na comissão técnica, um investimento grande de uma parceria com uma equipe hungára, aonde jogam a grande maioria das titulares dessa seleção, consequencia natural de uma preparação mais profissional e enfrentar as principais jogadoras mundiais, em campeonatos competitivos, na Europa/Asia. Quem assistiu a reunião de grandes jogadores masculinos, em uma disputa de mundial e olimpiadas, agora vemos coroados com esse time feminino, que pouco mudou em termos de formação nos últimos 2 anos, só foi a coroação de um trabalho bem planejado. Se formos ver, com a perpectiva de criação de nucleos de formação de novas atletas, já com os valores da bolsa atletas em pleno vigor, acho que poderemos chegar entre os tops do mundo, pois talento é que não faltam para tal feito. Desse time atual, só temos 3 jogadoras acima dos 30 anos, muitas com menos de 25 anos, o que já dá para projetarmos um futuro muito melhor em questão de competividade pelos proximos anos…
      VAI, BRASIL!!!!! HANDEBOL, ESPORTE POUCO DIFUNDIDO, MÁS MUITO PRATICADO PELO BRASIL AFORA!!!

      • Afonso RJ

        É isso aí: pega-se alguns talentos, bota pra jogar lá fora pra ganhar experiência, monta um time de “estrangeiros” e fatura título. Parabéns. Quero ver é investir na base aqui dentro, com campeonatos regionais e nacionais interessantes. Estamos tentando isso a trancos e barrancos no basquete. O vôlei e o futsal tem uma estrutura razoável. E o resto? E o esporte nas escolas, que é o que deveria ser a base de tudo?

        • kafepaulo

          Talvez no RJ não tenha, más em Santa Catarina, São Paulo, São Bernardo, Ribeirão Preto, no nordeste vão ter núcleos de formação de atletas, dentro da realidade de hoje, já é muita coisa, pois o treinador quer isso para o futuro. De onde virão esses atletas? Muito provalvelmente de escolas públicas, o que é um caminho…muita calma nessa hora, pois pessimismo na hora que não se faz nada, é normal…más ser pessimista, qdo se faz algum projeto de incentivo a modalidade que é um NADA hj, poderão ser muitos daqui a algum tempo, visto o resultado, depois de pouco mais de 3 anos e meio

  • reinaldo alves de freitas

    O Brasil no volei e no handball era saco de pancada há alguns anos atras; era alegria dos adversários, motivo de zombaria da imprensa estrangeira. O volei já conquistou seu espaço; agora é o handball feminino. O masculino também tem bons jogadores, falta melhor experiência. Queiram os homens que dirigem o esporte brasileiro, olhem também para o basquete que tem potencial para ser como os melhores do mundo!

  • Caco

    Parabéns para a nossa seleção! Isso é realmente incrível!
    Ainda estamos muito distantes das maiores potências, mas algumas vitórias como essas servem para mostrar o quanto competitivos podemos ser se melhorarmos a nossa estrutura esportiva.

  • Bia F.

    Sempre estudei em escola pública, no fundamental a escola nem tinha quadra porque o governo federal e municipal ficaram em um empurra-empurra sobre de quem era a responsabilidade de construí-la, mas a falta de estrutura nunca foi desculpa, tínhamos nossas cestas de basquete e rede de vôlei que montavamos em espaços improvisados e nos divertíamos bastante, lembro que mesmo tendo praticado basquete por dois anos sempre passava vergonha para as outras meninas que não tinham ideia do que era uma bandeja 🙁

  • Tereza

    Parabéns meninas vocês merecem passei a me interessar por esse esporte no mundial de SP em 2011 quando tivemos aquela derrota injusta para a Espanha nas quartas de final e no Olimpíada outra derrota dolorosa de novo nas quartas mais esses revés foram degraus de amadurecimento desse time fantástico que com certeza ainda nos dará grandes alegrias espero esta no Rio em 2016 assistindo uma conquista de uma medalha dessa seleção. Acompanhei todos os jogos do mundial e não teve como não se emocionar com a garra e a paixão de como esse time joga valeu demais.

  • Aline

    Nao se ILUDAM, o Brasil foi Campeao Mundial com tecnico Europeu, com a base da selecao brasileira jogando na Europa. Ou seja, a Europa investiu mais na selecao brasileira q o proprio Brasil, pois as jogadoras brasileiras eram mais baratas no mercado e os times contrataram.
    Qdo jogavam no Brasil, nunca chegaram sequer as semifinais, com o investimento Europeu, o resultado apareceu.
    Portanto, nao se iludam o Brasil NAO E O PAIS DO HANDBALL, nao e isso q vejo nas ruas.
    Nem Bandsports, nem SPORTV, nem ESPN transmitiram a final SERVIA x BRASIL, somente o Esporte Interativo. O handball nao tem a popularidade no Brasil como na Europa e esta muito longe disso.

    • Marcelo

      Aline, é inegável que o celeiro mundial do handebol está na Europa. Fazendo uma comparação metafórica, enquanto aqui as crianças nascem com uma bola de futebol embaixo dos braços, lá a bola é de handebol.
      A Europa não investiu na selação. Em 2009, a CBHb fez uma parceira com time austríaco (Hypo) para ajudar na capacitação técnica das atletas. Time que, por coincidencia, é o mesmo do técnico Morten Soubak, que estava no Brasil desde a metade da década de 2000.
      O handebol pode não ter a popularidade de a Europa, mas como foi que vôlei explodiu no Brasil? E o basquete? Nenhum esporte consegue popularidade se não tiver conquistas de peso. E esse é o principal obejtivo do handebol após o Mundial: se manter no topo.

  • Gabriel E.

    Devemos parabenizar as meninas do Handebol pelo campeonato bravíssimo que fizeram um mundial brilhante. Passaram em 1º lugar na fase de grupos(fizemos isso também em Londres,mas o grupo era mais fraco). As oitavas-de-final foi incrível, onde mesmo com a Alexandra não dando seu melhor sobramos. As quartas-de-final nem falo, quase morri com aquelas duas prorrograções, mas vencemos bonito, sem passivo, inversão de posse de bola e erros toscos(tivemos esses problemas contra a Noruega em Londres). Jogamos bem contra a Dinamarca(tinha medo desse jogo) e fechamos com chave de ouro contra a Sérvia, que tinha até Novak Djokovic na torcida. Título conquistado com mérito por meninas que suaram a camisa, congelam no gelo europeu e já estavam começando a ser chamadas de “amarelonas” como vôlei feminino antes de Londres.
    Vale ressaltar(sem querer ser chato e/ou crítico) que os principais times mundiais não estão completamente formados, por isso não passaram das quartas, que foram Noruega, Alemanha e França. Pra 2016 devemos pensar nesses times, pois junto com o Brasil(que estará mais que embalado) será semifinalista junto com esses três citados acima. E querendo ou não, somos o time com menos experiências em jogos importantes. Esse título serve também para que o Morten Soubak possa levar ao Panamericano em Toronto um time mais jovem pra começarmos a pensar num futuro, pra aí sim, nós tornamos potências juntamente com Noruega, Dinamarca, França e Alemanha.(Não temos a obrigatoriedade de ser campeão panamericano para assegurar a vaga nas Olímpiadas, pois somos o país sede e o campeão mundial).
    Enfim, parabéns meninas… Título merecido, passar por Hungria, Dinamarca e Sérvia num intervalo de cinco dias não é fácil pra ninguém.

  • Aline

    Fantastico? Sera?
    Brasil um pais de TODOS? Ou Brasil um PAIS DE POUCOS?
    O titulo mundial so confirma q os FINS JUSTIFICAM OS MEIOS!
    Apenas uma elite de privilegiadas que foi jogar na Europa foi responsavel pelo titulo, isso esta longe de representar o q acontece no Brasil.
    Esse titulo foi uma conquista pontual, nao de investimento de MASSA, mas de investimento em uma ELITE PRIVILEGIADA q nao evoluiu no Brasil, mas sim na Europa. Entao pergunto: BRASIL UM PAIS DE TODOS OU UM PAIS DE ELITES PRIVILEGIADAS?
    O q na realidade esse titulo representa para a populacao brasileira?
    Alguem pode realmente afirmar q o Brasil e pais do HANDBALL???
    Facam uma experiencia: perguntem a ESCALACAO DA SELECAO BRASILEIRA CAMPEA MUNDIAL DE HANDBALL nas ruas e vejam qtas pessoas saberao responder… Acredito q na grande maioria dos casos sera NENHUMA!!!

  • leandro

    Quando a seleção de futebol é convocada vemos por volta de 80 a 90% de “estrangeiros”, jogadores que estão na europa. Qual o problema da base da seleção estar na Europa? Sete das oito melhores seleções são de lá. Não tirem o mérito das meninas. Todas as modalidades carecem de apoio no Brasil. Olhe a Ginástica, a Natação, …e o Basquete sem os que jogam na NBA foi bem fraquinho no pré-mundial. Estamos no Brasil, não temos uma cultura esportiva consolidada e para ajudar os dirigentes esportivos visam mais seu próprio bem estar com raras exceções.

  • jaques

    A tendência é o povo mais esclarecido se entusiasmar por outros esportes diferentes de futebol. Futebol está muito manjado, arrumado, jogos com resultados pré-definidos, jogadores recebendo altos salários e pagando a dezenas de empresários, clubes endividados, torcedores manipulados, falirá igual ao BOXE. Exemplo clássico foi o ocorrido no jogo PORTUGUESA 1 x 1 GRÊMIO. Escalaram um jogador punido, HÉVERTON, possivelmente na tentativa de salvar o FLAMENGO, que cometeu o mesmo erro um dia antes, mencionado pelo jornal O LANCE!, de cair para a segunda divisão do brasileirão. Nossa, o FLAMENGO na segundona no ano da COPA, de uma copa patrocinada pela ADIDAS, que investiu pesado no URUBU. Deveriam investigar o que ocorreu, porque a torcida da PORTUGUESA e a maioria dos seus jogadores não tem nada a ver com isso. Em campo não caíram. Tampouco a torcida do FLUMINENSE, que deveria sim estar preocupada, junto com a diretoria do clube, em fazer uma grande campanha na segundona em 2014. Não deveria estar aí se preocupando em ser bucha de esquemas, como aconteceram em 1996 e 1999, de possíveis maracutaias do futebol brasileiro.

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