Duda é o futuro do vôlei de praia feminino



Peguei emprestado um texto publicado no LANCE! de hoje. Ele é assinado pelo Rafael Valesi, editor de poliesportivo, que está em Nanquim, na China, fazendo a cobertura dos Jogos Olímpicos da Juventude.

Ele explora, como uma das personagens, Duda, talvez a maior revelação do vôlei de praia brasileiros nas últimas décadas.

Para quem acompanhou o esporte de base brasileiro de perto nos últimos meses, não foi nenhuma surpresa que Marcus Vinicius D’Almeida e Duda tenham subido no pódio na Olimpíada da Juventude ontem em Nanquim, na China. O arqueiro e a jogadora de vôlei de praia estão entre os atletas mais promissores da nova geração.

A sergipana de 16 anos conquistou o título olímpico juvenil ao lado de Ana Patrícia, e aumentou sua galeria de grandes conquistas. Com parceiras diferentes (primeiro com Tainá em 2013, e depois com Andressa neste ano), Duda é bicampeã mundial sub-19. Resultados que a eleva cada vez mais como xodó da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Ana Patrícia e Duda (à direita). Foto de Wander Roberto/Inovafoto/COB

Ana Patrícia e Duda (à direita). Foto de Wander Roberto/Inovafoto/COB

A dupla chegou ao lugar mais alto do pódio ontem ao vencer as irmãs gêmeas canadenses Megan e Nicole McNamara por 2 sets a 1 (17-21, 21-13 e 16-14). Apesar do sucesso nas categorias de base, Duda não tem pressa quando o assunto é a Olimpíada de 2016. Até porque, ela deverá ter concorrentes fortes por uma vaga, como Larissa, Juliana, Talita, Maria Elisa, entre outros nomes.

– Eles (CBV) que irão decidir isso. Querer jogar, eu quero. Mas é preciso ter calma, vamos pensar passo a passo, sem atropelar as coisas – avaliou Duda.

Já o pensamento de Marcus Vinicius D’Almeida é completamente diferente. O foco dele não é apenas participar da Rio-2016, mas também conquistar uma medalha.  E pela evolução meteórica que o carioca vem tendo, não é um sonho impossível de ser realizado.

Ontem, Marcus Vinicius sagrou-se vice-campeão olímpico juvenil no tiro com arco, na competição individual. Este foi o principal resultado na carreira do atleta, que aos 16 anos ocupa a nona colocação no ranking mundial adulto.

Ele só foi parado pelo campeão, o sul-coreano Woo Seok Lee, que o derrotou ao fazer 7 a 3 – o asiático acertou 13 de 15 flechas na “mosca”, e venceu três dos cinco sets.

– Acho que posso conseguir uma medalha (no Rio) também. Lá, teremos a competição por equipe, individual e mista. Então, as chances são triplas. A equipe toda está forte. Então, para 2016, esperamos uma medalha – falou o arqueiro.



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