Duas mãos cheias!



1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013 e 2014.

Dez vezes Brasil no Grand Prix. Duas mãos cheias de título. Mãos cada vez mais habituadas em levantar troféus, como mais uma vez fez a capitã Fabiana, em Tóquio. Mãos da mamãe Jaqueline, de uma regularidade surpreendente para quem havia ficado um ano sem jogar. Mãos cada vez mais confiantes de Dani Lins ao escolher quem receberá as bolas de ataque. Mãos que gostam de um jogo decisivo, como as de Sheilla. Mãos “estreantes” de Camila Brait durante toda uma campanha de um torneio tão importante, que ganham rodagem para os objetivos mais importantes deste ciclo: Mundial e Rio-2016. Mãos que fazem Fernanda Garay ser uma peça-chave em vários fundamentos. Mãos que bloquearam rivais com uma facilidade de dar inveja neste GP, Thaisa!

Campeãs mais uma vez (FIVB/Divulgação)

Campeãs mais uma vez (FIVB/Divulgação)

Mãos que fizeram, nesta manhã, a pequena revolução japonesa receber uma aula. O time de Manabe que joga sem centrais, que vinha surpreendendo na fase final e que só precisava de dois sets sentiu a pressão imposta pela Seleção. Os dois primeiros sets foram dominados pela equipe de José Roberto Guimarães do início ao fim. As parciais de 25-15 e 25-18 deixam isso bem claro. O saque incomodou o quase perfeito passe japonês, o bloqueio matou ou tocou em várias bolas e o ataque foi paciente para vencer o sistema defensivo exemplar das orientais.

A final foi final de verdade no terceiro set. O tudo ou nada japonês no saque deu trabalho para a linha de recepção brasileira e o placar, quase sempre equilibrado, trocou de mãos até o 20º ponto. Na reta final da parcial, o peso das mãos acostumadas com decisões fez a diferença.  E o ponto que fechou a edição de 2014 do Grand Prix foi de Jaqueline, numa largada (27 a 25).

Nas estatísticas, Sheilla, que começou o Grand Prix com atuações apagadas e preocupantes, provou mais uma vez que gosta de jogo decisivo. Anotou 16 pontos e liderou o Brasil. O block, como o esperado, deu goleada: foram 10 pontos do Brasil e três do Japão. E as donas da casa, em busca da inédita conquista, sentiram a responsabilidade e erraram demais: 29 pontos dados de graça.

Que venha o Mundial, daqui a um mês, na Itália! Mãos à obra para a conquista do inédito título, Brasil!



  • klaus

    Sheilla, Sheilla, Sheilla, quantas vezes mais ela vai precisar mostrar que é craque de bola e que diferente de muitas pontuadoras , na hora decisiva ela aparece e arrebenta.Certamente, hoje Sheilla acordou disposta a “calar” a boca dos antis e aumentar a lista de fãs no Japão.Nunca duvide dela.Quanto ao título, eu não tinha a menor dúvida que viria.Mais um pra coleção.Que venha o Mundial.Esse sim é um sonho de consumo te todo fã brasileiro.

    • Marcelo

      Em primeiro lugar, o Brasil é o melhor time porque tem duas meios que chamam a marcação e deixam as outras atacantes com bloqueio simples ou quebrado. E quase que a levantadora do Japão dá um toco na Jaque. O técnico está de parabéns porque montou o time em função do que tem de melhor: as meios. Com isso, o passe é determinante, pois nossas outras atacantes não são definidoras (exceto contra o Japão, vide o caso da Sheila citado acima).

      Realmente, ela aparece quando ELA quer. Contra o Japão com bloqueio máximo de 1,85 (a Saori) ela sempre é decisiva. Na hora do pega pra capar, que o time precisa de oposto, que a bola não chega na mão, que o bloqueio é alto, que chega armado, ela é sacada do time. Realmente ela é uma jogadora diferenciada.
      Mais uma coisa, pela primeira vez, naquele jogo da Turquia ela (acho) sentiu se reinado ameaçado. Ai resolveu jogar. Ou seja, nada melhor que um pouco de pressão, pois somente ela até hoje na seleção não tinha alguém no calcanhar (por escolha do técnico, claro).

      • Paulo

        Ih klaus, nem assim para viúvos da Mari se calarem.

        • klaus

          Mari é uma grande jogadora, inesquecível pra mim e queria muito que ela voltasse para a seleção, mas daí a não reconhecer o talento inquestionável da Sheilla é impossível.O que a Sheilla tem defendido e sacado é algo fantástico em se tratando de uma oposta.Qual jogadora de outros time que atua como oposta defende e saca tão bem quanto ela?O que vejo é que muitos consideram uma jogadora excepcional somente pelo número de pontos que fazem numa partida.Penso que hoje não dá pra uma oposta ser somente pontuadora e mais nada.Precisa ser completa e isso a Sheilla está à anos-luz das demais.

        • Fernando

          O que mais a Sheilla precisa fazer para calar a boca desse povo? Aff

          • perikito

            Atacar sentada. Acho que só assim pra reconhecerem sua genialidade.

            Brincadeiras a parte, a nossa dupla de oposta se complementa. Lembro da Sheila voltar a quadra no fim do quarto set contra a Turquia, e virar uma bola só no truque, num momento em que a coisa voltou a apertar. Derrubar bola no truque é coisa pra japonesas, que hoje estavam fracas, e para Sheila ou Sassá. É o tipo de ataque que mata qualquer bloqueadora de raiva.

      • Vc é péssimo pra comentar, a Sheilla não apareceu no jogo contra a Turquia?Sim. Ela só não jogou bem um jogo, contra os demais compareceu na fase final, ai vc vem diminuir?

        Sheilla que agora está com menos potência esbanja habilidade para colocar as bolas nos espaços vazios.

        Acho que vcs não veem a pressão que é uma seleção, vc sair do banco para resolver um jogo é bem mais fácil do que está sempre lá, sendo estudado e mesmo assim pode contribuir. Estou feliz pelo crescimento da Tandara, espero que continue assim, mas acho que Sheilla ainda é muito habilidosa.

      • Mister Volei

        Marcelo pelo seu comentário ficou claro que voçê não entende NADA DE VÔLEI. Quando o passe não sai em muitos momentos,como hoje, o jogo com as nossas centrais não acontece deixando as nossas ponteiras super marcadas e é aí que uma jogadora diferenciada igual a Sheilla faz a diferença para o Brasil.

        • Mario

          kkkkkkkkk
          É duro ver gente que não pensa com a própria cabeça e só vê pela Rede Globo, as finais. Por isso, não analisam história, não sabem ver estatísticas, não acompanham vôlei mundial. É piada defender jogadora que só aparece como boa pontuadora (razão fundamental de uma oposta, de bola de segurança), num jogo contra as gigantes anãs. Definitivamente, só rindo mesmo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          • klaus

            Não sabia que as russas são anãs.Grande descoberta.

        • michel

          Mister Volei(de araque,né?) Qual é o problema do comentário do Marcelo? Que eu saiba- aqui é um espaço democrático e cada um tem a sua opinião-deixe ele expressar a dele como ele quiser e quém é você para julgar que ele NÂO entende nada de vôlei? Limite-se ao seu simples comentário e não dê pitacos nos comentários dos outros.Faça-me o favor…

      • michel

        Concordo com a sua opinião Marcelo-a Sheila esta meio acomodada mesmo-parece que só joga bem mesmo em jogos decisivos-quando deveria procurar jogar bem em todos os jogos.Não ligue para um tal de Mister Volei(não sei daonde que ele tirou esse mister-pois ele é um reles internauta aqui que PENSA que entende mais do que os outros e tem a pretensão de achar que ele é o maioral aqui no blog-isso só na mente dele,lógico) .Aqui o espaço é democrático e continue com a sua opinião mesmo-não mude para agradar uma minoria feito ele(MISTER DE ARAQUE VOLEI)

        • Mister Volei

          Michel ZERO À ESQUERDA recolha-se a sua IMENSA INSIGNIFICÂNCIA e fique sabendo que aqui ninguém se importa com o que voçê acha ou deixa de achar e muito menos a Sheilla que é uma jogadora consagrada internacionalmente e não está nem aí para o que um Zé ninguém igual a voçê pensa dela.

  • Foi muito prazeroso acordar e apreciar uma vitória esmagadora sobre a seleção japonesa, que fez uma excelente campanha na faze final do Grand prix, até parar na seleção melhor do mundo, é difícil chegar ao topo, é mais ainda se manter lá, graça a eficiência de sua comissão técnica que mantem as jogadoras com os pés no chão, e com humildade, parabéns a todas jogadoras, principalmente a camilinha que estreio como titular, confesso que não senti saldade da Fabi.

    • Verdade, não estava confiando na Camila, e ela supriu completamente a falta do lado técnico, com a experiência deve ajudar na liderança.

    • eduardo

      kkkkk, pura verdade! quando precisa aparecer, em jogos dificeis, com blokes altos, ela simplesmente some ou dá balão pra fora. Shei-Linha é muito esperta, com as nanicas do japão ela resolve aparecer e aí apaga tudo o q NÃO fez nos jogos anteriores..kkkkkkkkkk.

  • Mário

    Ai, como é bom ter pelo menos uma partida inspirada da oposto brasileira. Afinal, Tandara, que fez 20 pontos contra o alto e único ganhador da seleção verde-amarela, jamais faria tanto: 16 pontos contra as gigantes japonesas. Ah, vá! Fica claro que realmente a Sheillinha é muito inteligente. Pediu bolas e assumiu responsabilidade na partida final, conta o nanico Japão. Sabia que ali não existe bloqueio (exceto pra Jaquetoco, que protagonizou a linda cena de conseguir ser bloqueada pela levantadora de 1,59mts) e que teria tudo pra conseguir melhor seu score. E, mesmo jogando nada neste campeonato, subiria ao pódio, E ainda melhor oposto??? kkkkkkkk. Vergonha!!!

    • eduardo

      kkkkkkkkkkkkk, verdade!! shei-Linha é louca de esperta, contra as nanicas do japão ela joga bem, e contra as grandalhonas da turkia ela se esconde…Aí um unico jogo apaga tudo o q ela NÃO fez nesse GP…

    • Fernando

      Marifã detected!
      Tem gente q nao deve ter assistido aos jois de Pequim e de Londres. So assim para falar tanta abobrinha a respeito de Sheilla: a principal, mais longeva, vitoriosa e regular jogadora da ultima decada da sfv

    • Mister Volei

      Vergonha é ter que ler um comentário ridículo igual ao seu!

  • Rodrigo Coimbra

    ACHO que dava para as japonesas vencerem o GP mas não o Brasil, que por sinal as reservas Tandara e Carol sem esquecer da Gabi tiveram uma enorme contribuição no título do GP na partida contra a Turquia. A seleção japonesa errou demais, o jogo de volume não apareceu, talvez pelo ritmo ditado pela seleção brasileira.
    Saori principal jogagadora nipônica não foi nem de longe decisiva, já o Brasil contou com Fabiana expiradissima e uma Sheilla decisiva, que vem crescendo a cada partida após ver a Tandara ameaça-la, coisa que nunca havia acontecido, exceto na época de Mari. Como eu disse, jogadoras como Mari, PP4 e a única na seleção hj Sheilla gostam de decisões!!!
    A Camilla Brait impressiona com as suas atuações, é incrível como ela consegui ser a nossa jogadora mais regular, impressiona por ser a “estreante” do time…
    Thaisa continua sendo a segunda melhor central do mundo, ataca, bloqueia, provoca, mas deixa a desejar na hora do pega pacapá, na hora decisiva tem que ser com ela, Fabiana! Me chamou atenção a defesa que ambas fizeram na partida, principalmente da Fabizona, se tratando de centrais, certo que não eram ataques tão potentes assim, mas…
    Sobre Jaqueline e Fernanda Garay ambas andam caindo de produção, tanto no passe quanto no ataque respectivamente principalmente, mas nada que ameaçasse a vitória brasileira, com destaque do bloqueio da levantadora japonesa baixíssima sobre a Jaqueline, porém não devemos cobra-la rigorosamente pois ela está la para fazer nossas principais jogadoras jogar, “as torres gêmeas”.rs
    Dani Lins, é hj a titular por méritos, na hora do aperto usa todo entrosamento de anos com Fabiana.
    A seleção do Brasil NO FEMININO hoje é a melhor do mundo, com um trunfo chamado centrais. A única seleção que pode dá trabalho ao Brasil é os Estados Unidos, nem a Rússia com a volta de Gamova e talvez da Sokolova não ameaçam mais que as americanas no Campeonato Mundial, que virão fortíssimas para as Olimpíadas do Rio 2016!!!
    O Brasil merece muito esses títulos por tudo que vem fazendo, e que venha o inédito CAMPEONATO MUNDIAL, pois acredito que esse deva ser o último título expressivo da nossa grande oposta Sheilla pela seleção. Infelizmente, a idade chega para todos e no Rio 2016 temos que ter uma seleção mais forte fisicamente, tomara que a Sheilla tenha a sobriedade de sair no auge da seleção como Fabizinha e Paula Pequeno fizeram para Fernanda Garay e Camilla Brait assumirem com maestria (certo que PP4 perdeu a posição em Londres mas teria chances de brigar pela vaga, e mesmo assim após o término disse que seu ciclo havia acabado) e ganhar rodagem, o mesmo penso da Jaque que talvez aguente por ter uma função tática no fundo de quadra, não menos importante, mas exige menos fisicamente!!!!

  • Juliano

    Que horror, perdi tudo que tinha digitado antes.

    Vou tentar resumir. Parabéns Brasil, é deca!

    Fabiana, Sheila e Dani Lins deram a vitória ao Brasil. Sheila provou que ainda tem potência e que conseguirá jogar bem o mundial. Precisa melhorar, mas já está no caminho.

    Jaqueline e Brait foram bem também, muitas defesas e boa recepção. Um momento ou outro de instabilidade, que não prejudicaram em nada a qualidade do jogo do Brasil.

    Thaísa foi OK. Atrapalhou o passe japonês e amedrontou as japonesas com o seu bloqueio. Mas ainda está instável nas bolas fáceis, o que melhorará até o mundial, pois ainda não se recuperou totalmente do péssimo jogo contra a Turquia.

    Garay é a que está com desempenho em baixo. Cada jogo ela compromete mais o passe. Não consegue mais virar bola como antes. Ela estava muito bem na fase de classificação, o que demonstra, para mim, que é mais cansaço. Tem que melhorar e trabalhar mais a bola quando o passe não sai.

    O saldo foi bastante positivo. Os prêmios individuais foram um pouco injustos.

    Vejo que o Brasil precisa urgentemente melhorar em alguns aspectos para o mundial:
    – A recepção não está tão regular.
    – Quando não tiver recepção, tem que ter melhor qualidade nas bolas das pontas (mas aí eu vejo mais como falta de material humano; só a Natália, quando entra bem, geralmente vira bolas assim).
    – Recuperação total da Sheila, que ainda não está tão bem nas jogadas de meio fundo, as quais, diga-se de passagem, salvaram o Brasil em Londres.
    – Controle de emocional diante de toco. Thaísa, principalmente. Quando é bloqueada, ela simplesmente some do jogo, não consegue mais jogar, como aconteceu contra Turquia.
    – Regularidade da Fabiana. É a melhor central do mundo, mas ela faz um excelente jogo e outro mais ou menos.
    – Não ajudar o time adversário a pontuar com bolas distantes da rede. O Brasil cedeu muitos pontos, deixando ser explorado em bolas que o bloqueio não deveria subir. Fabiana foi a que mais falhou nisto.
    – Bloqueio de bolas de meio fundo. Impressionante como, apesar do excelente bloqueio, esta bola está cada dia mais difícil de ser bloqueada. Thaísa de um lado, Garay de outro e a bola sempre entrando entre os bloqueios.
    – Brait deve assumir a função de “segunda levantadora”. Quando Dani Lins defender, ela tem que levantar com qualidade. Tem que treinar para fazer isto com o toque normal, sem manchete, para imprimir um pouco mais de velocidade, considerando a fragilidade das pontas em bolas altas.
    – O time tem que avisar que o bloqueio está pesado para Garay e Jaque não irem muito para baixo. Elas também têm que ter esta percepção. Não dá para ir para baixo em tudo. Fazer sinal de “dãh” não resolve, Jaque!
    – Atuação maior das reservas. Garay foi a que mais sentiu a pressão dos jogos, tanto que seu rendimento caiu. Se Jaqueline é tão imprescindível, o ZR pode poupar Garay em muitos jogos, para que ela não fique tão cansada. Jaque fica na composição, e Garay acaba ficando sobrecarregada, exigindo sempre o seu máximo. Neste caso, como acredito que o ZR não vá mudar o banco, Gabi e até Natália podem ajudar. Já se viu que, contra a Turquia, não houve prejuízo no passe com a entrada da Gabi, tampouco no bloqueio. Tandara mostrou sinais claros que o espaço da Sheila em muitas partidas é mais proteção do ZR. Não dá para ficar se enganando. A Sheila não é mais a regular de antes. Disfarçar isto com a inversão não está dando resultado, porque Fabíola não está bem, e isto pode prejudicar a Tandara, que jogou como se tivesse em clube quando a levantadora era a Dani Lins.
    – Recuperação da Fabíola. Decepcionante a atuação dela nas inversões. Muito insegura, cometendo erros bobos. O problema é psicológico. O corte das olimpíadas foi fundamental para insegurança dela. Às vezes acho que ela até não quer mais se dedicar como antes, pois, por mais que tenha dado o seu máximo no ciclo anterior, o ZR pisou na bola com ela.
    – Algumas jogadoras têm que se dedicar mais para o esporte. Tandara tinha emagrecido, mas parece ter engordado um pouco de novo. ZR às vezes mantém a Sheila, porque esta é rápida na defesa, consegue chegar a tempo nas largadas e auxilia muito no bloqueio. Tandara, apesar de ser forte, não tem a impulsão e velocidade da Sheila. Contra a Turquia deixou bolas bobas caírem porque não conseguia chegar inteira. Thaísa colocou silicone, mas compensou tudo ao emagrecer. Hoje, ela tem mais impulsão, além de estar muito mais veloz. Faz toda a diferença, é um detalhe que garante uma vitória contra uma Rússia completa, por exemplo.

    • Afonso RJ

      Concordo com a maioria do que foi dito, mas queria lembrar que a líbero não pode levantar de toque antes da linha dos 3 metros. Do fundo da quadra pode, mas na maioria das vezes é desaconselhável, inclusive pelo grande risco de 2 toques. Fiquei prestando a atenção nisso e reparei que nos últimos jogos, mesmo com risco, a Camila fez até mais de um levantamento de toque do fundo. Mas aperfeiçoar seu levantamento de manchete, concordo plenamente com você.

      No que se refere à Thaisa e o peso extra do silicone, ela compensou não só emagracendo como também tirando quase meio quilo de nariz 🙂

  • Bom diaa BRASIL mais uma vez com autoridade como poucos mais uma vez mostrando a soberania no torneio que antecede o mundial alvo tão cobiçado por todas as brasileiras que bateram na trave nos últimos 2 campeonatos terminou com vice a nossa seleção vai com a certeza que lá a historía e outra num campeonato equilibrado com RÚSSIA E EUA totalmente modificados para abocanhar esta taça tão cobiçada,mas vamos ao jogo de hoje o Brasil entrou em quadra totalmente concentrado naquilo que precisava pra conquistar mais uma vez o grand prix muito paciencia e tranquilidade pra rodas as bolas e coube mais uma vez a estrela tão bombardeada nas críticas mostrar numa hora de decisão quem aparece pra rodar as bolas SHEILLA ela sempre vem calar os críticos que insistem botar ela no chinelo se esquecendo que ela gosta é de decisão é decisão é SHEILLA nelas por mais ruim que ela se pode começar sabe da sua importancia pra seleção atacou com eficiencia e defendeu como uma jaque outra peça muito importante pra nossa seleção pela tranquilidade no passe e na defesa voltou a fim de levantar esta taça inédita para o país neste grand prix outa que mostrou competencia foi a camila muito criticada nos amistosos foi treinando dia a dia pra encontrar seu melhor voleibol e mostrou isso sempre entre as primeiras da posição!PARABÉNS meninas rumo AO inedíto título mundial vamos lá brasil..

  • Afonso RJ

    Engraçado como alguns que cornetam o tempo todo e chega nessa hora somem com o rabo entre as pernas. Às vezes um ou outro aparece apenas para menosprezar a conquista com o argumento pífio que trata-se de um torneio chimfrim onde as demais equipes não entram com sua força máxima e portanto o Brasil ao vencer não fez mais que sua obrigação. Acho esse argumento no mínimo ridículo.

    Realmente existem torneios de menor expressão onde uma ou outra equipe pode poupar jogadoras. Eu citaria como exemplo recente o torneio de Montreux onde o próprio Brasil levou uma equipe não titular. Mas trata-se de uma excessão, pois as atletas vinham de verdadeiras maratonas e necessitavam urgentemente de uma merecida pausa. Em torneios internacionais de seleções, ainda mais às vésperas de uma competição importante como o Mundial, creio que a grande maioria dos técnicos não deixaria de aproveitar a oportunidade de dar rodagem e entrosamento à sua equipe principal.

    Em qualquer esporte, sabe-se que é fundamental o intercâmbio e as competições em alto nível para preparar equipes ou atletas para voos mais altos. E o vôlei não é excessão. Então pergunta-se: porque equipes como a Russia, a China e os próprios Estados Unidos vieram com um time mesclado? Para poupar atletas para o Mundial? Para esconder o jogo dos adversários? Honestamente, não creio.

    No caso da Rússia, Gamova e Sokolova não vieram por que não quiseram. Tanto é que dizem que a federação russa comprou a volta delas para o Mundial com “caminhões de dinheiro”. Os Estados Unidos não tiveram Hooker por além dela ser uma “criadora de casos”, não se encontra em forma física e técnica no momento. Megan Hodge também não veio por motivos físicos (acabou de ser mamãe). A China não sei, pois sabe-se lá o que se passa nos meandros da federação chinesa, mas não acredito no estereótipo da matreirice oriental a ponto de Lang Ping no momento abrir mão de suas principais jogadoras para aparecer com alguma surpresa maquiavélica no Mundial.

    Pode-se argumentar que os treinadores trazem caras novas a fim de dar-lhes experiência e rodagem internacional. Sim, pode ser que isso ocorra vez por outra, visando um trabalho a longo prazo, mas renovação se faz aos poucos e não com mais da metade do time, ainda mais às vésperas de uma competição importante.

    Minha tese é: com honrosas excessões, as seleções vem sim com o que de melhor dispõem NO MOMENTO. Se não vem mais fortes, é porque por um ou outro motivo não puderam, e não porque não quiseram. E isso, ao invés de diminuir, na verdade aumenta ainda mais os méritos da nossa seleção, que além de uma incontestável superioridade dentro de quadra ainda demonstra superioridade fora dela.

    PARABÉNS MENINAS, POR MAIS ESSA MERECIDA CONQUISTA.

    P.S. Me permitam uma observação. Não tem nada a ver com o assunto, nem mesmo a ver com vôlei mas lá vai: Vez por outra, surge um “modismo” linguístico, geralmente de gosto duvidoso ou gramaticalmente incorreto, que momentaneamente se espalha feito fogo na palha para mais tarde cair no esquecimento quando invariavelmente vem à tona o ridículo da situação. Foi o caso do “a nível de”, “tipo”, “tipo assim”, e mais recentemente o famigerado gerundismo. Agora, a moda é começar as frases com “então”. Será que entra ano sai ano e as pessoas não se tocam?

  • Arlindo

    A Sheilla ganhou com melhor oposta pq ela é a melhor oposta em ataque nas estatísticas. Não foi por causa desse jogo… Tiveram mais 3 antes desse e ela jogou muito bem.

    Me deixa muito feliz que a seleção vai pro Mundial com o time titular sem nenhuma lesão, finalmente. Em 2010 a gente tava desfalcado de Paula e Mari. =~

    Enfim, o que me preocupa, principalmente nessa fase final, é a Garay.
    O que foi ela marcando TRÊS pontos nessa “final” contra o Japão??? Até a Dani Lins pontou mais do que ela. E ela não saia da quadra por nada!!!
    Essa sim tá dando uma decaída e no Mundial precisamos de ponteiras que virem. Até a Jaque tá virando mais que ela durante todo o campeonato =~.
    10% de aproveitamento no ataque da Garay contra 50% de aproveitamento da Jaque.

  • pedro

    Dizer que a Sheila só joga com bloqueio baixo é ignorar a vitória brasileira contra a Rússia nas quartas de final nas olimpíadas de Londres, onde ela foi a maior pontuadora e destruiu o bloqueio bi campeão mundial. Considerado como um dos maiores jogos da História do vôlei e da atuação de uma oposta em jogo decisivo. A Sheila (já eleita: melhor do mundo) e o vôlei feminino do Brasil são incriticáveis!

  • hicham

    Adorei a vitória maiúscula do Brasil Daniel.O Brasil mereceu o título.Abração.

  • César Castro

    Daniel, adorei seu texto-crônica. Me lembraram os do Marcelo Barreto. Olha, não sei se vamos rir ou chorar no mundial, mas hj é mais um daqueles dias lindos pro nosso vôlei. Só devemos agradecer. Muito abençoada essa geração!

  • Caco

    Por alguns comentários que li acima, dá para perceber a frustração de pessoas muito pequenas (muito mais “nanicas” do que as japonesas), que torcem contra aquilo que há de melhor em seu país, um país que, infelizmente, ainda não podemos chamar de número 1 nas coisas mais importantes da vida (educação, saúde, etc). Isso muito me preocupa, pois mostra que os nossos eleitores continuam os mesmos e que, em consequência disso, os nossos políticos serão os mesmos no ano que vem.
    Para começo de conversa, dizer que a Sheilla só joga bem contra bloqueios baixos é uma das maiores besteiras que já ouvi na minha vida.
    O aproveitamento de ataque da Sheilla contra as russas (46,67%), equipe mais alta das finais, foi maior do que contra as japonesas (44,44%). A diferença é que a Dani, espertamente, estava usando mais a entrada de rede do que saída durante todo o campeonato e, quando todos esperavam que ela continuasse usando mais a entrada, ela começou a soltar na saída.
    A Sheilla não pontuou mais nos outros jogos porque recebeu menos.
    Além do mais, o aproveitamento da Sheilla contra as russas é melhor do que o da Gamova contra as brasileiras, se levarmos em consideração todos os jogos em que as duas começaram jogando.
    Se me permitem, existe um head-to-head em um site internacional com as estatísticas de ambas nesse confronto: http://www.volleycountry.com/brazil/the-gold-series-sheilla-castro
    Foram 11 jogos até agora.
    Sheilla teve o melhor aproveitamento de ataque em 8 jogos, contra apenas 3 da gigante russa.
    Também terminou 6 jogos com mais pontos, contra 5 da Gamova.
    Para terminar, gostaria de lembrar que a Sheilla ganhou mais títulos pelo Brasil do que a Gamova ganhou pela Rússia. Além de tudo isso, a CBV não precisará pagar “caminhões” de dinheiro para ela jogar pelo Brasil no Mundial, assim como a Federação russa terá de fazer, apesar de eu não ter nada a ver com isso.
    Para piorar, na mesma proporção com que uma japonesa poderia ser uma “nanica” perto da Sheilla, a Sheilla seria uma “nanica” perto das russas, pois a diferença entre ela e a Gamova dá uns quinze centímetros, maior do que a diferença entre ela e qualquer atacante do Japão.
    No entanto, como vimos, isso não impede a nossa “nanica” de ir bem contra as russas, devido ao seu incrível potencial técnico.
    O que me entristece é ver um número considerável de brasileiros com uma mentalidade tão pobre com relação ao seu país. Não digo isso pelo vôlei que vai muito bem obrigado e continuará a vencer, independentemente dessa gente que adora criticar sem ter a menor autocrítica. Lamento pelas nossas eleições em outubro. Odeio ser pessimista, mas me parece que será mais do mesmo.

    • klaus

      Parabéns Caco pelo comentário.Foi perfeito de verdade.E obrigado pelo link, aí está a prova do valor da Sheilla, não desmerecendo a Gamova que é uma jogadora fantástica, mas como o povo adora enaltecer a russa, está aí a prova de q

    • klaus

      Parabéns Caco pelo comentário.Foi perfeito de verdade.E obrigado pelo link, aí está a prova do valor da Sheilla, não desmerecendo a Gamova que é uma jogadora fantástica, mas como o povo adora enaltecer a russa, está aí a prova de quem é quem.Acesso esse site, mas nunca li sobre essas estatísticas em relação as duas.O problema de alguns brasileiros é sofrer daquela famosa síndrome, do complexo de inferioridade.Aliás, acho que a maior imigração no Brasil não é japonesa e sim Russa, pois nunca vi tanto torcedor russo como aqui.Valeu mesmo.

    • TEREZA

      Parabéns Caco perfeito o seu comentário fico também triste de ver muitos brasileiros tentando rebaixar as conquistas dos nossos atletas até o jornal folha de SP colocou uma manchete pra lá de vira lata dizendo que tinha perdido a graça tetando diminuir a importância da vitoria das meninas nós não somos ingênuos e sabemos que o Grand Prix em ano de campeonato mundial e Olimpíadas são atípicos pois as seleções tem preparação diferentes. Mais os 10 títulos do Grand Prix mostra a regularidade do vôlei feminino do Brasil na última década se mantendo sempre no topo afinal somos bicampeões olímpicas e não deixamos de ir bem no mundial afinal os dois vices perdendo da Russia na final nos últimos mundiais foram dolorosos mais tb mostraram que 10 anos essas meninas mantem o nosso país entre as melhores do mundo e isso não é pouca coisa PARABÉNS MENINAS EU TENHO MUITO ORGULHO DE VOCÊS. E que venha o mundial eu acredito!!

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