“Doping” de Natália beira o ridículo



Acabo de ler no jornal O Globo reportagem sobre o “doping que não foi doping” da ponta Natália.

E isso mostra como se anda no fio da navalha nessas questões. No caso da jogadora do Vôlei Amil, que à época do exame ainda era da Unilever, ser inocentada por um erro de procedimento impede uma mancha terrível na carreira. Ainda mais quando se prova que não existiu erro ou culpa. A reportagem lembra também do caso de Pedro Solberg.

Não estou dizendo aqui que todos os atletas são bonzinhos e não usam substâncias proibidas. O doping é uma praga enraizada no esporte mundial. Vide as mentiras que Lance Armstrong sustentou durante tanto tempo… O ponto que desejo chegar é: erros em sequência destroem toda a credibilidade do único laboratório brasileiro credenciado pela Wada e abre um precedente para todo julgamento.

É para se pensar, senhoras e senhores.

http://oglobo.globo.com/esportes/sentenca-do-perdao-para-natalia-do-volei-8979669



  • Meu caro Daniel, primeiramente parabéns pelas matérias aqui publicadas. Mas neste caso não vajo nada de ridículo que beira o absurdo. Sendo comprovado o erro do laboratório junto com um pedido de desculpas á atleta acho que já é o bastante. O grande erro fica em acusarmos o laboratório que com toda credibilidade apura o caso de forma aberta. Uma mancha na carreira da atleta só ficará marcada caso a imprensa busque apenas fofoca e não divulgação de fatos. A situação é chata, o erro é grave. Mas todo o resto fica por conta dos nossos caros colegas jornalistas.

  • Leonardo

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