“Doping” de Natália beira o ridículo



Acabo de ler no jornal O Globo reportagem sobre o “doping que não foi doping” da ponta Natália.

E isso mostra como se anda no fio da navalha nessas questões. No caso da jogadora do Vôlei Amil, que à época do exame ainda era da Unilever, ser inocentada por um erro de procedimento impede uma mancha terrível na carreira. Ainda mais quando se prova que não existiu erro ou culpa. A reportagem lembra também do caso de Pedro Solberg.

Não estou dizendo aqui que todos os atletas são bonzinhos e não usam substâncias proibidas. O doping é uma praga enraizada no esporte mundial. Vide as mentiras que Lance Armstrong sustentou durante tanto tempo… O ponto que desejo chegar é: erros em sequência destroem toda a credibilidade do único laboratório brasileiro credenciado pela Wada e abre um precedente para todo julgamento.

É para se pensar, senhoras e senhores.

http://oglobo.globo.com/esportes/sentenca-do-perdao-para-natalia-do-volei-8979669



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