A dinastia do Sada/Cruzeiro



Tricampeão mundial, tetracampeão sul-americano e da Superliga, bicampeão da Supercopa, heptacampeão mineiro… Juro que preciso consultar sites oficiais de competições antes de citar todas as conquistas do Sada/Cruzeiro.

Na tarde deste sábado, o time mineiro conquistou mais uma vez o título continental, ao bater o Bolívar, da Argentina, por 3 sets a 0, parciais apertadas de 26-24, 25-23 e 25-23. A vitória em Montes Claros garante o Sada na disputa do Mundial da Polônia, no fim do ano.

Volto a escrever isso após um caneco: impressiona a fome deste grupo muito bem comandado por Marcelo Mendez. Os cruzeirenses nunca parecem estar satisfeitos. Querem mais. Sempre. E isso é uma das maiores lições do esporte.

Festa de Simon e William (Divulgação)

Festa do cubano Simon e do capitão William (Divulgação)

Segundo o release do clube, desde 2010 a equipe disputou 32 campeonatos, com 29 finais e 25 troféus conquistados. Resume bem o parágrafo acima.

– Não é fácil fazer o que estamos fazendo no voleibol. Esse time faz história. É muito legal saber destes números. E quando a gente fica sabendo, motiva ainda mais, em novamente buscar uma superação. Já estamos pensando no próximo Sul-Americano, para buscarmos o penta – comentou o líbero Serginho.

É chover no molhado fazer elogios individuais. Então os deixo nos registros dos premiados por fundamento.

O ponta cubano-brasileiro Leal foi eleito o melhor jogador. É o segundo prêmio de MVP consecutivo no Sul-Americano. O compatriota Simon ganhou como melhor central. William foi o levantador do torneio, enquanto o jovem Rodriguinho, substituto de Filipe, ganhou como ponta.

 

 



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