Deu Vôlei Futuro. E com méritos. Ao RJX é preciso amadurecer



Araçatuba está em festa. O Vôlei Futuro virou a série semifinal e eliminou o RJX com a vitória por 3 a 1, no Plácido Rocha, na noite de sexta.

Classificação bacana, que valoriza um projeto que começou pequeno, foi ganhando corpo, valorizou a infra-estrutura, ganhou a simpatia de toda uma cidade e hoje é referência no país.

Classificação que recolocou Ricardinho no centro de uma discussão que esquenta ano a ano, sempre às vésperas de uma convocação importante da Seleção Brasileira. Desta vez, vejo discursos mais serenos, centrados e sinceros por parte do levantador. A lista de Bernardinho já foi entregue à FIVB. O que era impossível tempos atrás agora é bem mais real.

Classificação também que fez coadjuvantes virarem protagonistas. Michael levou o Viva Vôlei, Dentinho contagiou a torcida com bloqueios e ataques no set final, Vini outra vez desequilibrou no saque e Mário Júnior resgatou seus melhores momentos. Assim, Lorena e Camejo, os carregadores de piano no ataque, os lesionados que jogam no sacrifício, puderam dividir as principais ações ofensivas.

Por fim, classificação que escancarou um racha no time do RJX. A atitude de Riad, após discutir asperamente com Marlon, foi uma tremenda falta de respeito com os demais companheiros. Abandonar um time que perdia por 2 a 0 e se encaminhar para os vestiários não condiz com a postura esperada de um profissional experiente e rodado como ele. Aplausos para Dante, que fez um terceiro set dos mais perfeitos. Sempre contido em suas declarações, o ponta deixou bem clara sua opinião sobre Riad ao chamá-lo de moleque no ápice da confusão. Para chegar à final de um campeonato como a Superliga, é preciso ser bem mais maduro do que um moleque.

 



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