Deu Sesi. E eu não queria estar na pele de Ju Carrijo



No tie-break, o Sesi superou o Banana Boat/Praia Clube, na noite de sexta, e se garantiu na semifinal da Superliga feminina. Gostaria de saber como foi a noite de sono (ou falta de sono) de Ju Carrijo.

É difícil entender como uma levantadora tão promissora, considerada revelação na temporada passada, parece ter desaprendido o principal fundamento de uma atleta desta função.

Os erros chamam a atenção. E não apenas de especialistas. Mas de leigos que de vez em quando acompanham um jogo de vôlei pela TV. Como os critérios da arbitragem nunca são os mesmos, ela corre o risco de ter dois toques marcados em sequência, coisa que não é vista nem em partidas juvenis.

Falta de treino? Desleixo? Excesso de pressão psicológica?

Difícil apontar. Mas admito que ver uma jogadora profissional ter essa dificuldade me entristece. E me preocupa. Não é de hoje que o Brasil tenta formar levantadoras e não vê safras muito promissoras chegando. Ju Carrijo chegou a ser apontada como uma atleta que poderia se diferenciar. Mas não foi isso que vimos na atual temporada.

Este post não tem a menor pretensão de colocar nas costas desta menina a eliminação de Uberlândia. O time ficou devendo em quase toda a temporada. Esperava-se muito mais deste elenco que foi montado, principalmente porque o trabalho de Spencer Lee, em anos anteriores, sem um grupoo tão bom, foi elogiável. Nesta Superliga, não deu liga (desculpem pela pobreza desta construção). Herrera não brilhou. Mari demorou para entrar em forma e ter chance como titular. Glass se contundiu. Monique e Michele oscilaram.  E, além de tudo isso, Ju Carrijo foi mal e a reserva Camila Torquete, quando foi acionada na competição, também deixou a desejar.

O Sesi, que não tem nada a ver com isso, sofreu para se classificar. Deve muito ao crescimento da central Fabiana (24 pontos ontem) e da boa entrada de Dayse no lugar de Suelle. Mas se quiser surpreender o Molico/Osasco mais uma vez, precisará jogar bem melhor.



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