Deu Sada/Cruzeiro. E com muitos méritos



Talvez regularidade seja a melhor forma de definir o time comandado pelo argentino Marcelo Mendez.

No 3 a 0 sobre o Vôlei Futuro é difícil apontar um único destaque, já que é mais difícil ainda escolher alguém que tenha jogado mal pelo time da casa. Douglas Cordeiro ganhou o Troféu VivaVôlei. E ele tem mostrado que, apesar de ser mais baixo do que os principais rivais da posição, pode encarar qualquer um.

Mas o melhor poderia ser Willian, o Mago, que mais uma vez deu um ritmo diferenciado ao Cruzeiro. Poderia ser Filipe, bem no ataque e no passe. Poderia ser Acácio, que sempre aparece bem no bloqueio em momentos decisivos. Poderia ser Serginho, líbero com muito volume de jogo. Poderia ser Léo Mineiro, um dos melhores passadores do Brasil. Ou Wallace, que começou mal, mas cresceu no decorrer do jogo.

Com este time coeso, o Sada/Cruzeiro está merecidamente na final contra o Sesi.

Pelo Vôlei Futuro, sobraram erros, principalmente no saque. Os jogadores reclamaram do espaço menor entre as placas de publicidade e a linha de fundo. Leandro Vissotto e Lucão pisaram na linha várias vezes e não deram ritmo aos saques. O único que teve uma participação digna de jogo decisivo foi Dentinho. Michael, protagonista dos dois primeiros jogos, viu faixas e bandeiras de apoio, mas nitidamente sentiu o peso das constantes provocações dos cruzeirenses, desta vez porém, sem exageros. Até Ricardinho errou bolas que dificilmente vemos.

 O Mineirinho, no domingo de Páscoa, verá uma digna final.



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