Deu Polônia! E agora?



Estava em Marte e só voltei à Terra quando o placar já apontava Polônia 3 x 2 Brasil. Antes de ligar o celular e me deparar com a repercussão, passei por um aparelho de TV e lá estava Lucarelli, terminando sua entrevista com o Fernando Saraiva.

Como não vi nenhum lance (mas já soube que a tecnologia deu a vitória aos poloneses no match point), não farei nenhum comentário sobre o jogo em si. E confio em vocês para ler aqui análises sensatas e coerentes sobre o resultado, enquanto procuro outras fontes para ter parâmetros sobre a performance de brasileiros e poloneses.

Assim, posso escrever agora, sem ser leviano ou enganador, sobre o que significa a perda de invencibilidade do Brasil justamente na abertura da terceira fase. Ela seria bem pior se tivesse acontecido sem o tie-break, convenhamos. Esse pontinho garantido com o revés permite que a Seleção entre em quadra amanhã, diante da Rússia, já podendo se classificar para as semifinais, caso vença por 3 a 0 ou 3 a1. Todos nós sabemos que a tarefa não será fácil, ainda mais com os problemas de lesão do time. Mas, na minha visão, o mais complicado neste momento é o emocional.

Campanha invicta até minutos atrás, com o sentimento de ter sido prejudicado pelo regulamento que não deu um dia a mais de folga e ainda com o sorteio o colocando no Grupo da Morte. Ingredientes, que somados à questão física, podem pesar para qualquer seleção, em qualquer esporte. Por sorte, estamos falando do Brasil, atual tricampeão mundial, acostumado a jogos decisivos e a situações semelhantes.



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