Deu a lógica em Osasco. Mas Vôlei Futuro merece aplausos



Por todo o acontecido na semana passada, com o acidente do ônibus que transportava o time do Vôlei Futuro para o Ginásio José Liberatti, em Osasco, deu a lógica na partida desta quarta, na abertura da semifinal da Superliga Feminina.

A vitória do Sollys/Osasco, por 3 a 0, pode ser chamada de um resultado até óbvio.  Que a torcida de Araçatuba não me entenda mal. Mas é compreensível perder dois sets por 25 a 18, mesmo em uma semifinal, tamanho o estresse emocional e os problemas físicos que parte do time sofreu.

Os treinos durante a semana não tiveram a mesma intensidade, já que a preocupação de todo o elenco estava no Hospital Sírio-Libanês, no quarto da líbero Stacy Sykora, e muitas atletas ainda estavam limitadas pelos cortes ou dores no corpo.

Era impossível acreditar em mais equilíbrio. O primeiro set até foi parelho, mas depois todos os problemas acima citados pesaram.

A torcida do Vôlei Futuro, porém, já deve ter orgulho do time por ter simplesmente jogado nesta quarta-feira.

Ao Sollys/Osasco cabe um elogio, pois é fácil ser traído pelo emocional, quando se sabe há vários dias que o rival não terá sua força máxima. E o time de Luizomar de Moura soube lidar bem com o favoritismo que aumentou bastante depois dos problemas extraquadra do rival.



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