Depois do susto, a facilidade



O Sollys/Nestlé está a uma vitória de mais uma final de Superliga.

Nesta manhã, em Osasco, triunfo de virada sobre o Vôlei Amil, por 3 a 1. As parciais dizem bem o que foi a abertura desta série semifinal.

O time de Zé Roberto, com boa virada de bola, principalmente com Ramirez, fechou o primeiro set por 25 a 22. Com um saque eficiente, o Vôlei Amil tirou Fernanda Garay do ataque, conseguiu defender com eficiência e abriu um 1 a 0. Em tese, o peso da responsabilidade iria para os ombros da equipe da casa, certo? Nem tanto.

Do segundo set em diante, o Sollys/Nestlé jogou solto, enquanto as rivais travaram. O que dizer de um 25 a 10 numa semifinal para empatar o placar? Do lado de Osasco, Garay entrou no jogo, Jaqueline assumiu a responsabilidade em momentos importantes e Sheilla apareceu com destaque no bloqueio.

Tudo igual no marcador, mas o tal equilíbrio não se mostrou nas parciais seguintes. 25-16 e 25-20 para o Sollys fechar o jogo. Sheilla marcou 19 pontos, seis deles no block.  Garay fez 15, Thaisa, 14, e Jaqueline, mais 11, para ser eleita a melhor em quadra. Pelo lado campineiro, a búlgara Vasileva marcou apenas oito pontos. E esse número explica, em parte, o desnível técnico em parte do duelo.  Walewska, com 12 acertos, acabou sendo a melhor do Vôlei Amil.

Vale lembrar também que Fernandinha ficou no banco, entrou nos dois primeiros sets, mas ainda não tem condições físicas para voltar a ser titular no levantamento.

Sem a titular e com as atacantes virando poucas bolas, fica muito difícil para o Vôlei Amil impedir o Sollys de chegar a mais uma final.

 

 

 

 

 



  • Eduardo Araujo

    Sollys jogou muito bem!!! Fabiola estava muito bem na distribuição, tanto que todas as atacantes fizeram dois digitos no ataque

  • Afonso RJ

    A verdade é que nem sinto muito ânimo para comentar. Esses play-offs estão chatíssimos, com a honrosa excessão de SESI x Praia. Na fase classificatória ainda tínhamos alguns jogos equilibrados entre times da mesma região da tabela, ou mesmo a expectativa de um time médio beliscar um pontinho de um grande ao levar o jogo para o quinto set. Nesses play-offs a coisa está mais do que previsível, mesmo nas semifinais. Vai acabar dando Sollys x Unilever na final, com esmagadora probabilidade do Sollys vencer. Se der Unilever é zebra.
    Meu interesse nessa superliga praticamente terminou na “fase classificatória”. A sensação que tenho é como se estivesse vendo um filme de suspense do qual já soubesse o final. Minha cabeça já está nos jogos das seleções e no rearranjo dos times para a temporada 1013/14 (os famosos posts “vai-vém” do Daniel 🙂 ).

  • Euri

    A única surpresa nesse jogo foi o Campinas ganhar um set. E só ganhou pq a Garay demorou a entrar no jogo. Também acho que o Osasco vence o segundo jogo fácil. A verdade é que ZRG não conseguiu montar um time forte. Acho que ele confiou demais no bom desempenho da levantadora dele e, pra variar, não soube escolher uma reserva. Ah, uma Macris de reserva, heim? E o passe é triste. A Vasileva ainda erra muito e a cubana só consegue render com times com pouca moral, o que definitivamente não é o caso do Osasco. A Pri Dairot até tem futuro, se tiver em um time mais equilibrado nos fundamentos.

  • Leo

    Triste a atuação de Pri Heldes! Sem mais!

  • Luiz

    O comportamento em quadra da Garay e da Jaqueline é de dar nojo. Estão se sentindo demais.

    • Mateus

      Segura a inveja aí, rapaz! rs

      • Luiz

        Inveja? Eu tenho é nojo mesmo.

  • Peri

    O Sollys, apesar da excelente campanha, só agora começa a estabelecer uma ordem de eficiência coerente entre as atacantes. É pra ser assim mesmo, com Sheila liderando as estatísticas entre as maiores pontuadoras, seguida pela Garay, Thaísa e Jaque. Só faltou a Adenízia melhorar ainda mais, pois ainda está abaixo do que sei que é capaz.

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