Decisão de Cabral afeta vôlei nos Jogos Olímpicos de 2016



Pessoal, bom dia.

Segue link da matéria publicada hoje no LANCE! sobre um pepino que o Comitê Organizador dos Jogos de 2016 terá de resolver. E ele está totalmente ligado ao vôlei. Confiram a apuração do repórter Michel Castellar:

http://www.lancenet.com.br/mais-esportes/Decisao-Cabral-Maracanazinho-Jogos-Rio-2016_0_968903288.html



  • emanuella

    Tira esses jogos do Brasil e pronto. COI foi é muito iresponsável de ter escolhido o Brasil.

    • Aline

      Concordo plenamente Emanuella!
      Um pais em q a populacao passa necessidades basicas sem saude, educacao, saneamento basico, transporte decente, seguranca publica etc…
      Num pais onde ginasios tem apagoes em pleno jogo…
      Nao pode sediar Olimpiada!
      Seria a mesma coisa q um casal de desempregados, que mal tem como se sustentar, querer dar uma festanca de 15 Anos p/a filha!
      Fora da realidade nao eh?
      Sempre fui contra a destruicao da Escola Friedereich, do Julio Delamare e do Celio de Barros.
      A maioria da populacao carioca sempre foi contra a destruicao desses lugares.
      E agora, Cabral acuado, com medo que a destruicao desses lugars gere ainda mais protestos contra seu governo esta voltando atras. Afinal de contas a populacao manifestou toda a sua insatisfacao nas ruas.

  • Afonso RJ

    Muito se reclama nos investimentos para a Copa ou para as Olimpíadas. A maioria desses protestos são bastante pertinentes, principalmente aqueles em relação à corrupção envolvida na execução dos projetos. Não é de hoje que superfaturamento de obras e desvio de verbas públicas decorram de acordos escusos entre empreiteiras e políticos corruptos. Por outro lado, mega eventos como esses trazem visibilidade, são benéficos para os negócios, para o turismo e atraem outros investimentos. Com bom planejamento é bem possível que a médio prazo tragam algum tipo de lucro. O “xis” da questão aí, é a expressão “bom planejamento”. Como a grande maioria, também tenho minhas sérias dúvidas quanto a intenção dos nossos governantes de realizá-lo exclusivamente em benefício público e não em benefício de seus bolsos e outros interesses escusos. Caberia à sociedade, talvez, uma fiscalização mais apertada para diminuir ao máximo a corrupção e o desvio de verbas e não a solução mais fácil de simplesmente desistir dos eventos. Mal comparando, seria algo como matar o doente para impedir seu sofrimento, ao invés de tentar curá-lo.

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