De olho na Olimpíada, Zé vê Mari na saída de rede



“A minha preocupação com a Mari é não sobrecarregar. Jogando na saída, sem a preocupação de passar, ela vai se sentir mais tranquila”.

A frase de José Roberto Guimarães é sintomática. Após carimbar o esperado passaporte para a Olimpíada de Londres, ele deu a pista definitiva sobre como pretende utilizar a ponta, que vem de uma temporada ruim pela Unilever.

Ausente do Pré-Olímpico para se tratar de um problema no ombro direito, Mari tem sofrido demais com a recepção nos últimos tempos. E isso também tem refletido na confiança para atacar. A Mari que vimos em 2011/2012 está bem aquém da Mari de três, quatro anos atrás.

Não deve ter sido fácil para Zé Roberto tomar a decisão. Nos últimos anos, ele pregou uma evolução das ponteiras. Queria aliar força de ataque com qualidade no passe, uma tendência internacional. Trabalhou muito com Mari e Paula Pequeno antes da Olimpíada de Pequim, por exemplo. Lá, em 2008, o êxito foi total. A mesma linha de pensamento foi adotada com Natália. Uma jogadora muito forte ofensivamente, que poderia seguir como oposto, no melhor estilo Mari.  As seguidas contusões atrapalharam tal desenvolvimento. Nos últimos tempos, processo semelhante vive Tandara.

No Grand Prix, Mari vai jogar na saída de rede. Sheilla ficará treinando com outras titulares no Brasil. Será um bom teste para saber como Mari está fisicamente e também psicologicamente. Se a decisão para Londres for sacramentada, a Seleção ganhará uma importantíssima opção para inversão de 5-1. Vale lembrar também que Sheilla, durante anos e anos, não teve uma reserva à altura.  Quando ela estava mal, o time penava.

Sobre a óbvia classificação do Brasil, pouco a acrescentar. Sem rivais “profissionais” na disputa, o time não foi testado. Somente em algum momentos do Grand Prix será possível ter uma ideia de como o time chegará aos Jogos Olímpicos.



  • lucas

    Isso!
    estava esperando essa noticia desde sempre. Mari só vai voltar a jogar de verdade como oposta.

  • Jessica

    A Sheilla já foi banco da Mari, o Zé trocou a posição, a Sheilla reinou com o talento que tem. A Mari se mostrou num vai e vem, mas é sempre decisiva. Acho que muita coisa vai rolar ainda nessa seleção.

  • @thais2lops

    Se é p/ contar com ela, mudá-la de posição é uma boa opção, pois o passe dele só piora!!!

  • Everton

    Como você já disse uma vez: Muito importante na conquista do ouro olímpico em Pequim, quatro anos atrás, Mari ainda tem tempo para se recuperar e voltar a ser peça-chave em Londres.
    Ainda há tempo, convenhamos, Garay é boa, Jaque também, mas não vão segurar o trampo fácil.

  • Jailson

    Definitivamente pode até ser que dê tempo mas como fica a situação de ponteiras?Paula não é nenhuma grande passadora enquanto Jaqueline sempre deixa a desejar no quesito ataque.Fernanda Garay deu a falsa ilusão de grande atacante na final do pré olímpico mas não se esqueçam de que a seleção peruana é bem baixa.Uma esperança de passadora com poder de ataque seria a Tandara mas ao meu ver parece que a jovem jogadora está no mesmo nível de passe inferior de Natália e Mari.Enfim temos passadoras sem ataque e atacantes sem passe.A Mari pode sim melhorar mais agora sem a necessidade de recepcionar as bolas.Que Deus as ajudem.

    • Eduardo

      concordo com tudo oque voce disse, menos sobre a Fernanda Garay . totalmente equivocado
      fernanda Garay sempre entre as 10 melhores passadoras da superliga e do ataque nem se fala. nem o bloqueio russo parou a Garay . Pra mim e para mtos Garay é a ponteira mais regular q alia Passe e ataque.

  • Adriano

    Sou só eu que acho que ele está inventando demais? Acho estranho, porque no ciclo passado, à parte de o time ter conseguido a classificação já na Copa, o cenário era bem parecido. O time tinha ido mal no ano anterior à Olimpíada.
    Ele chamou um grupo pequeno, conseqüentemente, diminuiu a pressão sobre as jogadoras, e mesmo o time desacreditado, foi lá e mostrou seu valor no GP e na Olimpíada. Esse ano ele tá fazendo tudo de um jeito diferente… Sei lá, pra mim soa meio como desespero toda essa movimentação, junta o time, separa o time, troca jogadora de posição aos 45 do 2º tempo… Era só ele deixar as melhores jogadoras jogarem, dar força, tanto quanto possível, pras que não estão tão bem e, bom, acho que pelo menos um bronze vinha. Agora tô achando que nem isso…

    Só pra não deixar passar, quanto ao Pré-Olímpico:

    1)Fiquei mais preocupado, porque o nível foi péssimo e o Brasil NÃO jogou bem, a despeito dos nossos comentaristas patriotas da TV. Achei o Brasil frágil diante de adversários inexpressivos, principalmente no passe. O bloqueio foi inconsistente, marcou muito ponto, mas foi explorado em excesso. O saque foi talvez o melhor fundamento.

    2)Falando em bloqueio, a rede da Adê é claramente superior à da Thaísa. Se fosse avaliar momento técnico apenas, a Adê devia ser titular e a Claudino e a Thaísa brigarem pela outra vaga. Acho que a Fabiana tende a crescer mais na seleção, mas tem que ver também se vai estar bem fisicamente.

    3)Alguém tá satisfeito com a Fabíola? Eu devia ter contado, mas tenho a impressão que ela não acertou UMA bola de meio que levantou na final. Pô, ela não joga com essas centrais? Qual a vantagem de ter todas as titulares da seleção num mesmo time, se depois de uma temporada inteira, ela ainda não acerta a bola delas?

    4)Tá, pra não parecer que só malho o time, achei que a Garay e a Jaque (exceto alguns momentos ruins no passe) estão num nível bom. Pra mim, elas foram os destaques do torneio, junto com a Adenízia. Não sei se teve premiação individual. Considero a Garay a melhor ponteira brasileira em atividade.

    • Guga

      Tambem acho q a Seleção passou uma falsa impressao de que esta tudo bem, pelo pré-olimpico tambm observei algumas coisas, nosso ataque foi amortecido na maiorias das bolas, o passe nao ta la essas coisas, a bola da Fabiola c a Garay nao ta numa sincronia boa ou seja, diante das Europeias ou Americanas vai ser altos blocks, A Sheila precisa botar mais força no ataque e parar de largar bolas q sao pra atacar, nao sendo negativista, mas com o atual momento de nossos adversarios, se Grand Prix ou Olimpiadas, pelo menos chegarmos ao 3º será Lucro.

      • susana

        O ZRG, tá sendo bem incoerente com o seu tal “ciclo olímpico”, tá é perdidinho e sem rumo.

  • Acho que Mari na saída é uma excelente aposta. Ela não está em um bom momento pra arriscar o passe do Brasil e se o Zé quer mantê-la no time, essa solução foi muito boa. Queremos a Mari de Pequim, que virava as bolas e chamava jogo pra ela. Tomara que dê tudo certo!

  • eduardo araujo

    Eu gostei dos jogos do Brasil, essa final achei que finalmente a Sheilla jogou bem, eu não gosto do esquema de jogo da seleção na recepção aonde as ponteiras cobrem mais a libero, tanto que a fabi não participa tanto dessa função, acho melhor o esquema do sollys por exemplo aonde a libero participa mais ativamente do passa.
    Quanto a fabiola deixou varias vezes o ataque sem bloqueio ou com o mesmo quebrado.
    Tirando umas pequenas falhas de concentração com jogadas rápidas pelo meio, mas ai o time todo estava desconcentrado.
    Em relação a Mari acho legal a ideia de voltar a ser oposta, pq se ela não conseguiu melhorar o passe em 3 anos não vai ser em 2 meses que vai conseguir, acho que o a troca no 5 x 1 do Brasil ganha muito com isso.
    Com eu falei em cima gostaria de ver o Brasil jogando com o esquema do sollys aonde a jaque e a brait eram responsaveis pelo passe, deixando a tandara como uma “segunda oposta”, ela tinha mais preocupação em atacar, como o Nalbert disse o outros times tinham que sacar forte e serem muito precisos para pegar a Tandara que tinha um corredor muito pequeno por causa da brait e da jaque.
    Mas acho dificil isso acontecer pq na cabeça do Ze a fabi defende melhor do que a brait.
    Mas no todo o Brasil jogou bem!

    PS: em entrevista ao site da CBV o técnico do Brasil afirmou que esse é o time titular hoje do Brasil.

  • Caco

    Já desejava essa mudança na posição da Mari há algum tempo. Acho que dará conta do recado e será importante para a equipe.
    Quando ao Grand Prix, não concordo com a tonalidade que você usou dizendo “Somente em algum (alguns!) momentos do Grand Prix será possível ter uma ideia de como o time chegará aos Jogos Olímpicos”. Na primeira fase enfrentará Itália, Polônia, Sérvia, EUA, Alemanha, Cuba, China e Porto Rico. Depois tem os playoffs. Na minha opinião, com esses jogos, teremos sim uma boa opinião de como a seleção chegará em Londres. Em 2008 ganhamos e fomos ouro nas Olimpíadas. É uma ótima prévia.

  • RAFAEL CASTA

    A MARI VAI VOLTAR COM TUDO MARI !!SIMPLIS ASSIM EU ACREDITO EM VOCE!!:-)

  • RAFAEL CASTA

    A MARI VAI VOLTAR COM TUDO MARI !! EU ACREDITO EM VOCE!!

  • Luiz

    É uma desculpa para levar a Mari para as olimpiadas, já que a briga de ponteiras é violenta. Zé sabe que a Mari jogou duas grandes olimpiadas, e que este é o campeonato em que ela brilha. E assim, deixando ela na reserva da Sheilla, ela vai ter longo tempo para se recuperar, pois só vai entrar se o time precisar.

    Só recapitulando, Mari jogou o Pan de 2007 como oposta. Perdeu a vaga na final para a Sheilla. E mais recentemente, em um campeonato intenacional pelo Unilever Bernardinho também a testou como oposta em alguns sets, ela não se saiu muito bem. Ela está um pouco desacostumada com a jogada saída fundo.

    Lembro que após 2008, Mari deu uma entrevista para o Band Sports e disse brincando: “Eu gostaria de continuar jogando como ponteira, pois se eu for oposta coloco a Sheilla no Banco” (Sheilla estava do lado dela na entrevista).

    Agora é aguardar.

  • @alcidesxavier

    A verdade é que não temos opções, nossas jogadoras são as mesmas. A aposta para Londres é Natália, mas lesionada obriga ZRG formar novas estratégias e para ajudar, Mari não vive seu bom momento, a opção é jogá-la na saída e assim ter mais um coringa na SFV (ponta/oposta) mas quanto ao time não mudará nada. Espero que ele leve Tandara no lugar de Sassá, porque nada vale passe na mão e ataque no bloqueio!

  • Raffael

    A Mari mudou de posição por causa da Sheilla. As duas tinham o mesmo empresario e sempre jogavam juntas, mas nenhum clube ia bancar 2 opostas com salarios estrondosos, sendo que uma sempre ia bancar. A Mari se sacrificou nessa historia toda, pois saiu da saida e veio pra entrada de rede, deixando a Sheilla na sua posição de origem. Agora que a historia entre elas parece ter tido um fim, a Mari agora vai cuidar da sua profissão e deixar um pouco a vida pessoal de lado. Vai mudar de time, provavelmente como oposta e desvincular da imagem da Sheilla. Mari de oposta em clube e na seleção. Agora acho que a loira vai querer por a sua ex companheira no banco, e vice versa…

    • Sergio

      Como assim?
      A Mari agora é banco da Sheilla? Não entendi nada. =\

      • Raffael

        A Mari voltara a ser oposta( a principio a Sheilla é a oposta titular da seleção). A Mari tem totais condições de ser titular, mas terá pouco tempo pra mostrar isso, e a Sheilla, que nunca teve uma reserva que lhe ameaçasse, terá que dar 110% do seu potencial se quiser ser titular em Londres

  • mari diva

    Eu juro que nao entendo a perseguiçao com a Mari. A jogadora é ha anos a principal atacante da seleçao, visto que sem ela o Brasil nunca ganhou nada. Que ela pode evoluir é evidente. Ela foi a melhor oposta da seleçao, ja jogou no meio e é hj uma das grandes ponteiras do mundo. Versateis como poucas, e nao duvido que coloque Sheilla no banco como anos atras. Eh tao irregular no passe quanto Paula Pequeno e Fernanda Garay, por exemplo. O passe inclusive, é ha anos o maior problema brasileiro. Mas nao é exclusividade da Mari. Mas a perseguiçao sim.
    Se fosse ela quinando os trocentos passes que a Jaqueline quinou nesse pre olimpico, coitada! Tava fud£$%&. Mas a Jaque musa queridinha da midia pode levar tantos aces quanto desejar, que continua “intocavel” na sua imagem de melhor fundo de quadra e blablabla.
    Nao que nao gosta da Jaque. Defendo inclusive seu lugar entre as 12, 14 ou seja la quantas for, acho que tem um papel importante no banco. Mas quem acha que o Brasil briga por medalha jogando com Jaque e Garay nas pontas, pode ter uma bela surpresa.
    O problema estaria resolvido se Brait ocupasse de vez a posiçao. Assim as ponteiras nao teriam que cobrir a libero no passe como acontece com a Fabi. Mas o Ze prefere inventar moda. Dois pesos, duas medidas, como sempre foi na selecao, e a Mari novamente pagando o pato.
    Mas como ela gosta de jogar mesmo é em olimpiadas, espero por uma Mari voando, seja na entrada ou na saida. Sheilla que se cuide!

    • mari diva

      * VERSATIL como poucas
      ** Nao que nao GOSTE da Jaque

      • Sergio

        Foi o que eu comentei no outro post. “Vendo esse terceiro set brasil 22 x 21 venezuela.
        Se a Mari fizesse essas recepçoes q a Paula esta fazendo o mundo viria abaixo em cima da menina.”

        • Adriano

          Concordo com vocês. A Mari nunca foi uma exímia passadora, mas, no auge, ela sempre soube contornar sua deficiência nesse fundamento. Ela começou a passar efetivamente há 6 anos. A Paula é passadora desde o início da carreira e, na minha impopular opinião, quando as duas estão no seu auge no passe, a Mari vai melhor. A Mari erra mais recepção, mas ela entrega mais bolas na mão da levantadora. A Paula não erra tanto, mas as recepções dela nunca são perfeitas. Estou me referindo aos bons momentos das duas, como 2008. O problema atual da Mari, todos sabemos que vai bem além de ir mal na recepção.

          E a Jaqueline, por mais regular que seja no passe, é, a meu ver, uma jogadora que não inspira confiança. Quando ela sai do jogo, ela começa a não acertar mais nada, inclusive passe. Sem dúvida vive um bom momento técnico agora, mas a dúvida é: até quando? Alguém já viu ela jogar em alto nível na seleção por tanto tempo seguido quanto a Mari, a Paula ou a Sheila? É uma jogadora de altos e baixos. Não confio nela.

    • Luiz

      Cara, a Mari é loira natural, séria e não gosta de aparecer na mídia. É claro que vai ser perseguida.

  • graca

    Nossa como o Zé é LERDO… Demorou esses anos todos p/ constatar que MARI não é uma ponteira passadora??? Até que enfim ele ACORDOU!!! Com 2 levantadoras ousadas como FABÍOLA e FERNANDINHA é importante que a SHEILA tenha uma reserva que dê conta do recado na inversão do 5×1… Por falar em SHEILA, ela está sensacional… O saque dela está simplesmente ESPETACULAR!!!

  • daniel

    Boa aposta. É bom até para pressionar a Sheilla a render mais. Com o ZRG algumas atletas ficam muito acomodadas. Pena saber que Fabi será a líbero do time. Temo também que a volta de Fabiana coloque Adenízia no banco.

  • Rogerio Reis

    Sou admirador do trabalho de José Roberto Guimarães. Reconheço e agradeço todas as conquistas que o treinador já ajudou o volei brasileiro obter, mas acredito que ele está sendo teimoso e o Brasil pode pagar caro por essa teimosia. A insistência em manter algumas jogadoras do ciclo olímpico passado pode complicar muito nossa atuação em Londres. Mari é uma grande jogadora, mas não está em uma boa fase física, nem técnica e, sinceramente, não vejo tempo suficiente para uma recuperação. Outra posição em que o conservadorismo pode atrapalhar é a libero. Fabi foi fantástica por anos, mas hoje a Camila Brait está numa fase melhor. Isto posto, seja lá quem for, sei que torcerei muito pelo bi!!

  • Euri

    Eu espero que a Mari saiba aproveitar a chance. Não que as outras estejam muito acima, mas a cobrança é maior pq todo mundo sabe que ela pode render mais. A Paula também não está bem, mas a Jaqueline e a Garay estão melhor. Nesse pré-olímpico já deu para perceber que a nossa maior dificuldade vai ser o passe. O ataque deu uma melhorada, mesmo com os adversários mais fracos foi possível perceber isso. Mas no passe, até a Jaqueline errou muito. A Fabíola não fez partidas espetaculares, e com aqueles adversários nem precisava, mas acho que ela fez uma boa distribuição e colocou todo mundo para jogar. Errou quando podia e quando todo o time perdia um pouco a concentração, mas quando precisou soube fazer as escolhas corretas. Foi objetiva. Se não me engano, nas estatísticas não ficamos nem entre os três primeiros no passe a na defesa. No bloqueio, no ataque e no levantamento o Brasil liderou. Vamos esperar o grand prix para ver se a coisa melhora um pouco mais.

  • Luiz

    Vejo muita gente assutada com esta mudança da Mari. Mas, eu informo: NÃO SE PREOCUPEM, FÃS DA SHEILLA!!! Pois Garay e Jaqueline não vão muito longe como ponteira da seleção. A Mari logo logo vai ter que seguras “as pontas”. Jaqueline é só fogo de palha. Garay é muito baixa para os adrões. No fim de tudo, quando a vaca estiver indo para o brejo, Mari e Paula voltarão para resolver. EU NUNCA CONFIARIA O FUTURO DA SELEÇÃO BRASILEIRA À JAQUELINE.

  • Marcus Vinicios

    Esse é um jeito que o Zé arrumou para levar a Mari para a olimpiadas… na ponta ela claramente estar abaixo das concorrentes (antes que os defensores da Mari venhao me criticar… estou falando atualmente e sei que a lesao atrapalhou muito ela esse ano , porem nao devemos levar ela só por gratidao pela olimpiada passada)

    com a Mari de oposta já era olimpiada para Tandara ?!! (apesar da boa superliga de ponteira , o Zé prefere ate a ‘Sassa’ a ela !!!

  • Daniel

    eita treinador bom… Zé e Bernadinho são 1000000

  • Clivia

    Confio muito no Ze e na Mari, bem como no selecao. Penso que a posição de ponteira desgasta muito mais do físico de um atleta. E como aconteceu na geração de Fofao e Venturine o mesmo aconteceu nesta, as melhores opostas na mesma geração uma teve de mudar! Agora ela e versátil podendo dependendo da situação do jogo render muito nas duas posições , o Ze já fez parecido no Fernerbaci com a Kim. Como sei que a selecao trabalha e e muito bem assistda, desejo sempre a todos, Boa Sorte!! Sempre na torcida com muito carinho!!

    • Luiz

      O próprio Fei da Itália mudou de posição prestes aos jogos olimpicos. Na verdade, ele voltou à sua posição de origem, deixou de ser oposto para voltar a ser central. Até agora está se saindo muito bem. Vamos torcer para que o mesmo aconteça com a Mari.

  • A Mari,jogá muito bem como ponteira,mas,para exercer esta função a atleta precisa estar em excelente forma fisica e técnica,não é o caso da Mari,que vem tendo sucessivas contusões,e esta dificultando para ela readquirir sua forma fisica ideal.E dou uma sugestão ao tecnico Zé Roberto,é só trocar com Tandara,a Tandara passara a jogar como pontereira,e a Mari dividira funções com a SHEILLa.e esta resolvida a questão.

  • Ana

    Alguns pontos que vejo dessa relação Mari/Zé Roberto/Sheilla:

    – Em 2006 Mari vai para Itália jogar no Pesaro, vira BFF da Sheilla e “atende” a um pedido do técnico para ser ponteira. Segundo ele, a seleção necessitava de uma ponteira alta e forte no ataque. Mari vai relativamente bem no mundial mas depois perde posição para SASSÁ. Relativo fracasso da tentativa.

    – Mari faz sua primeira temporada fraca no Pesaro, ofuscada por Sheilla e Costagrande e com passe deficiente.

    – Em 2007 Zé Roberto desiste de ver Mari ponteira e a coloca na saída de novo. Mari, que já tinha toda relação afetiva com Sheilla, parece com disposição ZERO para disputar posição com Sheilla. Resultado: no Pan há aquele corte mal explicado, polêmico e que gerou meses de não conversa entre técnico e atleta. O motivo da briga era um só: Mari não concordava com o modo como Zé Roberto conduziu as coisas. A fez virar ponteira, não gostou e queria que ela voltasse. Mari disse não, seja por não concordar mesmo ou simplesmente por não querer disputar posição com quem morava com ela.

    – Mari faz ótima temporada no Pesaro, os dois reconciliam, Brasil é ouro, tudo lindo, tudo ótimo.

    – Mari, que podia ter feito uma ótima carreira internacional, volta ao Brasil acompanhando Sheilla que queria ficar perto da avó. Faz temporadas sofríveis desde que voltou. Bom, acaba o conto de fadas das duas – as duas passam a jogar pessimamente – ainda estão jogando – bom, de repente, como num passe de mágica, o técnico acha que Mari pode ser oposta novamente. “Bom, agora não tem mais impedimento”.

    MORAL da história para mim: Mari podia ter tido uma carreira confortável jogando de oposta, abriu mão disso pela seleção e pelo sonho de ser campeã olímpica. Deu certo! Mas, em compensação, deixou sua carreira ser guiada pelo “amor”, pelas circunstâncias… Só ela vai saber se valeu a pena tudo isso quando for analisar sua vida um dia, coisa que todos fazemos.

    Pelo que entendo de vôlei, Mari teria sido uma oposta estupenda, como era no início de sua carreira. Teria sido poupada de tantas críticas, cobranças… de pessoas que nem ao menos reconhecem tudo que ela fez. Quem teria sido tão altruísta assim? Sheilla teria virado ponteira, Paula e Jaque opostas… a pedido do técnico ou por outra pessoa? Sheilla teria desistido de jogar onde se sente confortável pela Mari?

    Mas como já disse, só ela pode avaliar se valeu a pena ou não.

    • Sergio

      Ana, mt interessante teu comentário, só duas duvidas: o que é BFF? E tu tens alguma evidencia que foi realmente isso que aconteceu? É que tu contas como se fosse uma verdade absoluta, alem de parecer que tu super conheces as duas, fiquei intrigado se existe algum fato com valor probatorio que pudesse sustentar essa historia como verdadeira.
      No fim das contas achei a historia linda. Se for verdadeira entao passei a admirar mais a loira.
      Valeu

    • Sergio

      Se toda essa alucinação fosse verdade a sheilla não curtiria essa foto com a Mari.
      Prometo Daniel que não falo mais nisso, é que me revolto como as pessoas teorizam sobre a vida pessoal das atletas.
      http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3951062697338&set=a.3951052737089.169943.1303252353&type=3&theater

  • César Castro

    Dificilmente a Mari chegará a um bom momento técnico em Londres. Pelo menos, um momento técnico suficiente que a garanta como titular. Hoje, só há uma vaga de ponteira dado que a Jaqueline é a melhor ponteira brasileira em atividade (fato!).
    Outra coisa, só faz sentido levar a Natália se for para ser oposta. Simplesmente, a Natália não sabe passar (é ainda pior que a Mari).
    Em um time em que o passe da líbero compromete, como ter mais uma jogadora de fundo que não sabe passar.
    Se o ZRG colocasse a Camila, a vaga para uma ponteira com passe ruim seria mais lógica visto que o ataque compensaria.
    Mas isto são tudo conjecturas!
    O que é certo é que seleção nenhuma do mundo tem a fartura de material humano como essa geração brasileira atual!

  • Marcello

    Admiro muito nossa seleção feminina, por todas as criticas que suportam mesmo sendo a atual campeã olimpica, mas, admiro muito mais nossa estrela MARI, sempre muito cobrada por todos, que alem de criticar sua função como jogadora, ainda querem fazer adivinhações e comentarios maldosos de sua vida pessoal, O QUE SÓ INTERESSA A ELA.
    Espero e tenho certeza que apesar das previsões de tantos ” especialistas”, Mari vai arrebentar em Londres, e idependente de ouro, Mari ja escreveu seu nome na historia do voleibol, lindamente por sinal, merecidamente .
    sorte a nossa seleção!

  • DENISE

    Adorei saber que a Mari vem de oposto novamente. A seleção só tem a ganhar ..Mas não apenas o passe deve melhorar, mas a potencia do nosso saque..
    Em minha opinião o saque forçado fará a diferença .
    Parabés ZE ROBERTO, pela atitude…..

  • Jessica

    Esse povo que massacra a Mari, especialmente a mídia podre, deve ter é MUITA INVEJA dela, pois para mim a sua historia é a mais bonita dentro do vôlei, pois ela foi fuzilada nas olimpiadas de 2004, recebeu toda a culpa por uma derrota que foi coletiva, numa das maiores injustiças que eu já vi e continuou de cabeça erguida. Voltou em 2008 e arrasou! Sofreu uma cirurgia e voltou. Busca constantemente seu melhor condicionamento fisico e tecnico. Sem contar os titulos que ja ganhou pelos clubes que defendeu.

  • Italo

    Muito sensatos os comentários, adorei o blog. Parabens!!

  • Leandro

    Daniel,

    Nos passe alguma informação sobre a Unilever, volei futuro e Paula Pequeno.

    Abs

  • Flávia

    Dá-Lhe Mari!!!

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