De olho na nova geração feminina no Mundial



Muito bem lembrado pela atenta Ana, leitora do blog, começa hoje a caminhada da Seleção Brasileira juvenil feminina pelo título do Campeonato Mundial, em Lima, no Peru.

O time comandado por Luizomar de Moura está no Grupo B, ao lado de Itália, Sérvia e Cuba, e o primeiro desafio será contra as italianas, às 18h30 (de Brasília).

O que mais me impressiona são os números desta geração, que acumula 47 vitórias em 47 jogos oficiais disputados contra equipes da mesma categoria desde 2008.

– Hoje, o Brasil é o time a ser batido. Todas as equipes que estão no Peru se conhecem muito bem, pois se enfrentam desde 2008. E, em todo esse tempo, o Brasil domina o cenário. Isso é bom porque prova o valor da nossa equipe, mas temos uma atenção especial para que isso não se torne um peso para as jogadoras – explica Luizomar.

Das 12 jogadoras que estão no Peru, apenas quatro não fizeram parte do grupo campeão mundial infanto-juvenil, em 2009: a central Marjorie, a oposto Sonaly, a levantadora Juliana e a líbero Thaís.

Vale a pena ficar de olho nesta geração.



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  • Rodrigo

    Daniel e a outra parte da entrevista com a Thaisa?

    • Daniel Bortoletto

      vai ao ar neste fim de semana, sem falta e desculpa de tempo escasso, Rodrigo

  • Paulo Dantas

    Vi o jogo por Frecuencia Latina (sempre engraçados oa narradores peruanos). Vejamos, o Brasil tem um time MUITO experiente, rodado. Formado para vencer. É a “família Luizomar de Moura”. As garotas o tem como um pai. Entretanto, é muito difícil que qualquer jogadora dessa seleção chegue a principal. O time titular é composto por Heldes (que bancou para Juliana) e Sthephanie (oposta fraca); Gabi (que é muito boa mas tem 1.75) e Samara (alta, boa, mas precisa encorpar); Ana Beatriz (MUITO boa mas central baixa para os padrões atuais, 1.87) e Marjorie (também muito boa mas altura insuficiente); a líbero, esquece, muito fraca. Se fosse apostar, diria que nenhuma servirá a seleção principal.

    Já na Itália todas as titulares tem condições de seleção principal. A levantadora, apesar de baixa, é boa; a oposta tem 2.02. Pelo tamanho é ainda lenta, bate para baixo, leva muitos tocos, mas trabalhada bem vai vingar; a Betone, outra de 2.02, também é lenta, mas no meio é mais fácil; as pontas, Bosetti e Scaralori deixam a desejar. A líbero é MUITO boa. lembra a Cardullo.

    Enfim. O Brasil é super favorito para ser campeão. resta saber se essas meninas acabarão só com isso. O jogo em si foi muito bom. Nível alto.

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    e os dias e os horarios dos jogos

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