De olho em Rosamaria e Gabi na Seleção juvenil



Dois jogos, duas vitórias por 3 a 0 da Seleção no Mundial juvenil feminino, na República Tcheca. Contra os Estados Unidos, na estreia, Rosamaria (Vôlei Amil) foi a maior pontuadora, com 15 acertos. Hoje, contra o México, foi a vez de Gabi (Unilever), com 21.

É nesta dupla que a renovação do vôlei brasileiro deposita suas maiores esperanças atualmente. Em conversas que tive com técnicos e dirigentes nos últimos tempos, ouvi muitos elogios para as duas. Precisam de carinho neste momento de lapidação e transição para o adulto. Mas possuem talento e personalidade de sobra, características que fazem a diferença.

Rosamaria é a capitã da Seleção dirigida por Luizomar de Moura. Na temporada passada, saiu do banco várias vezes e fez alguns bons jogos pelo time de José Roberto Guimarães na Superliga. Gabi é um pouco mais conhecida no Brasil, após despontar como fenômeno no Mackenzie (MG) e depois ser campeã nacional pela Unilever.

As duas também se destacam pela versatilidade, já que podem atuar como oposto. Pelo que ouço nos bastidores do vôlei brasileiro, Rosamaria e Gabi devem passar mais tempo como ponteiras. O aperfeiçoamento do passe é uma das principais preocupações dos treinadores. Vocês devem se lembrar da dificuldade de Gabi no início da final da última Superliga, né?

Nesta segunda-feira, um ótimo teste para a dupla: a Rússia. Pelo cartão de visita delas até aqui, é bom as russas se preocuparem.

 

 



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